sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

F1 - 21.12.2012 - 13 curiosidades da Fórmula 1

A primeiro vitória de Rubens Barrichello

 
1) As duas corridas da história da F1 interrompidas por invasores de pista foram vencidas pelo mesmo piloto: Rubens Barrichello.
No GP da Alemanha de 2000, um funcionário da Mercedes entrou no velho traçado de Hockenheim e permitiu a primeira vitória do brasileiro. Já no GP da Inglaterra de 2003, o padre Cornelius Horan – o mesmo que atrapalhou Vanderlei Cordeiro de Lima na maratona dos Jogos Olimpícos de Atenas em 2004 – resolveu protestar, foi contido e acabou vendo nova vitória de Rubens.
2) Toda corrida que Lewis Hamilton venceu em 2012, na seguinte ele abandonou.
As vitórias foram no GP do Canadá, GP da Hungria, GP da Itália e GP dos Estados Unidos. Ao passo que os abandonos aconteceram no GP da Europa, GP da Bélgica, GP de Cingapura e GP do Brasil. Curiosamente, nenhum desses incidentes foi culpa do piloto inglês. Ou foram falhas da própria McLaren, ou Lewis acabou acertado por outros pilotos.
3) Com giros limitados a 18 mil rpm, um motor de F1 consome cerca de 450 L de ar por segundo, sendo que a autonomia é de aproximadamente 1,4 km/L.
4) Kimi Räikkönen, sabidamente, foi o piloto mais consistente da temporada 2012 ao completar todas as voltas disputadas. Mas sabe quem ocupa o ‘pódio’ junto com ele? Daniel Ricciardo e Felipe Massa, na ordem.
5) Uma equipe de F1 gasta em média 200 mil L de gasolina por temporada, contando os poucos testes e os finais de semana de corridas.
6) A Pirelli não gasta apenas com pneus durante uma temporada: são 1.220 kg de macarrão e mais de 43 mil xícaras de café expresso.
7) O que tem em comum as duas corridas nas quais Michael Schumacher se aposentou? O pódio do GP do Brasil. Tanto em 2006 quanto em 2012, Jenson Button, Fernando Alonso e Felipe Massa receberam troféus e champanhes.
8) Corridas como as da Malásia, do Bahrein e até mesmo em Interlagos podem levar o piloto a perder mais de 3 kg, devidamente repostos com água, isotônico e os carboidratos das massas. Já os pneus perdem 0,5 kg com seu uso.
9) Calcula-se que 80 mil componentes fazem parte de um carro de F1.
10) Lewis Hamilton começou sua carreira protegido pela McLaren aos 13 anos, mas o primeiro contato com a equipe foi aos 10. Foi em 1995 que o inglês encontrou Ron Dennis na premiação da revista ‘Autosport’ e disse ao chefe de equipe: “Um dia, eu quero correr para você”. 2012 foi a última temporada do inglês no time prateado.
11) Nelson Piquet ganhou três títulos mundiais na carreira. Mas nenhum deles veio num domingo. A corrida de Las Vegas, de 1981, foi num sábado, assim como Kyalami, em 1983. No tricampeonato, em 1987, o brasileiro garantiu matematicamente a taça quando Nigel Mansell sofreu um forte acidente nos treinos livres de sexta-feira do GP do Japão.
12) Já percebeu que Jacques Villeneuve sempre aparece mais gordinho por onde passa? Não é que o piloto canadense esteja fora de forma. É que ele é alérgico ao material do qual o macacão é feito, o nomex, e por isso precisa usar o uniforme em tamanho maior para evitar contato com a pele.


 
13) A única vitória conquistada na F1 por um piloto que correu com o número 21 foi no GP da Argentina de 1972. O vencedor foi o escocês Jackie Stewart, da Tyrrell.


fonte: Grande Prêmio

Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - Aguardando o fim do mundo


 

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

F1 – Os irmãos Brambilla por Michele Alboreto


O saudoso Michele Alboreto

Revirando alguns sites em busca de algo para escrever, me deparei no site F1 Nostalgia com uma história contada por um dos meus pilotos favoritos, Michele Alboreto em conversa com o jornalista Marshall Pruett, o ano era 1987, em uma mesa de jantar na sede da Ferrari em Maranello, ao lado deles estava, Mario Andretti e Gerard Berger. O saudoso italiano conta uma passagem dos irmãos Brambilla, abaixo:  


Os irmãos Vittorio e Tino Brambilla


"Vocês sabem da história do mecânico deles em Monza? Não?" (risadas de Alboreto)

Era na época em que Tino
(Ernesto) estava na F3, com um Tecno, e Vittorio era seu mecânico chefe. Eles estavam fazendo um teste sozinho em Monza e Vittorio escuta o motor de Tino falhar na parte de trás do circuito. "Acho que ele ficou sem combustível", disse Vittorio ao jovem mecânico, Pino. "Me parece na de Lesmo, leve um pouco de combustível para ele".


Pino parte para a pé para a lesmo, e Vittorio estava com razão, Tino estava parado lá, e sem combustível. Eles colocaram combustível no motor e o ligaram. "Sobe ai atrás Pino, eu te levo de volta aos pits" disse Tino.


Então eles partiram, 1ª curva, 2ª curva...


Então, Tino volta aos boxes e encontra o irmão. "Você estava certo Vittorio, eu estava sem combustível na Lesmo, obrigado por mandar Pino para me ajudar" disse Tino. "Sem problemas Tino, mas... onde está Pino?"

Tino bate com a mão na testa e diz. "Meu Deus! Ele estava ai atrás!


Sabe uma coisa?
(Alboreto sorri) Levaram mais de uma hora para achar Pino. Ele estava de bruços na área de escape da Parabólica Tino, ao que me parece estava em 5ª marcha quando começou a fazer a curva, ele estava em velocidade de corrida, e o infeliz Pino estava lá, se agarrando como pode no carro, mas não deu para segurar.

Mas ele sobreviveu?, Nós perguntamos "Ah sim, claro. Um pouco atordoado, você sabe, mas bem. Na verdade, ele ainda trabalha para os Brambilla"

Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - Saudade de Alboreto!

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

As críticas de Mark Webber

 
“Isto era algo bonito. Era sempre um grande momento ver Ayrton Senna com a bandeira brasileira e Nigel Mansell com a do Reino Unido. Era uma boa mensagem para o esporte e para os torcedores, pois mostrava paixão”
Mark Webber

 
Mark Webber após um 5º lugar em sua estréia no GP da Austrália de 2002

Me lembro bem da primeira corrida de Mark Webber, foi em 2002, pela simpática Minardi. Um 5º histórico em sua terra natal, com direito a subir no pódio ao lado de Giancarlo Minardi.
Dez anos se passaram, Mark Webber subiu a duras penas com o passar dos anos, além da Minardi, passou por Jaguar e Williams, para enfim chegar a até então equipe média Red Bull.
A equipe cresceu e com ela as primeiras vitórias de Webber apareceram. Mark já foi presidente da associação de pilotos e disputou até a última corrida o título de 2010 contra Vettel e Alonso. Não foi campeão.
Há poucos meses Webber fez críticas a FIA com suas novas “regras” extra corrida.
O novo formato do pódio irritou Webber e com certeza outros pilotos que não tem a mesma coragem que o australiano tem para falar.

A vitória de Webber em Silverstone com seus mil dignatários querendo aparecer
“Precisamos de bandeiras verdadeiras. Essas bandeiras eletrônicas são um LIXO. Precisamos de flâmulas REAIS sendo hasteadas no vento. Ex-pilotos [entrevistando] no pódio? Mais ou menos”, opinou Webber.
Concordo com ele, a tecnologia é essencial para a Fórmula 1, mas existem algumas coisas em que a tradição deve prevalecer.
Webber citou também o fato da FIA proibir os pilotos de erguerem as bandeiras de seus países, como costumava fazer Ayrton Senna e de vez em quando Nigel Mansell após suas vitórias, ainda no carro. Isso mostrava orgulho por seu país, paixão e era um ótimo exemplo de patriotismo.

Mark Webber certamente vem para seu último ano na Red Bull, deve se aposentar ao final de 2013. Em 2010 teve o título nas mãos, porém perdeu para seu companheiro Sebastian Vettel, outra chance como aquele talvez ele não tenha, já mostra sinais de que a distância para Vettel é cada vez maior. Agora só não se sabe se é Vettel quem melhora ou Webber que está “caindo”.
Webber nunca esteve entre meus pilotos favoritos, mas fala o que pensa e quando quer, e isso eu admiro em um piloto que nos dias de hoje vive em um mundo tão cheio de regras que a F1 imposta.
“Você está cheio de adrenalina. Animado. Nesses casos, você geralmente acabou de ter um GP incrível e, às vezes, você pode não usar a linguagem adequada, mas estamos atentos a isso. É outra parte do fim de semana em que temos que nos atentar”, acrescentou sobre o “puxão de orelha” que levaram Vettel e Raikkonen ao serem entrevistados no pódio e soltarem alguns palavrões.

Por fim, mais uma critica de Webber aos novos procedimentos da FIA.
“Não fiquei impressionado em Silverstone com mil dignatários lá em cima. O pódio tem que ser para pilotos, ninguém mais. Uma imagem clara da comemoração dos pilotos e do que eles alcançaram. Ter uma porção de gente na frente e tendo seus cinco minutos [de fama]. Isso me irritou.”
Infelizmente essas criticas não farão sequer cócegas aos velhos cabeças-duras que regem a F1, nada mudará e teremos que engolir todas essas “frescuras” que tanto irritam Mark Webber e este que vos escreve.
Pilotos precisam ser eles mesmos, e não bonecos dirigidos por uma organização.



Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - SPFC, el campeón volvió!

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Simplesmente Sebastian Vettel

O mundo é bom Sebastião...

Monza 2008



O jovem Sebastian Vettel com seu ídolo Michael Schumacher


Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - derretendo!

F1 2012 - GP do Brasil - Sebastian VETT3L


Uma das temporadas mais disputadas da história da F1 chegou ou fim no GP do Brasil.
O GP do Brasil foi um verdadeiro resumo da temporada, com emoção do início ao fim, e mais uma vez fechou com chave de ouro uma temporada.



O ano de 2012 trouxe-nos o mais jovem tricampeão da história da F1, Sebastian Vettel, que domina a F1 desde 2010. Vettel quebrou o recorde que era de Ayrton Senna.

resumindo 2012...

...grande campeonato, nas 7 primeiras corridas, 7 vencedores diferentes...
...a grande decepção do ano foi a Mercedes, começou brigando por vitórias e terminou lá no pelotão do meio...

...Vettel levou o título, Alonso merecia, mas o grande destaque foi Kimi Raikkonen que fechou a temporada em 3º lugar após dois anos fora da F1...
...Felipe Massa viveu o inferno na primeira metade da temporada, mas terminou o ano entre os melhores da segunda metade, garantindo assim sua renvação por mais um ano na Ferrari...
...A F1 perdeu seu grande "guardião", Sid Watkins...
...pela primeira vez desde 1993, Rubens Barrichello não alinhou em nenhuma corrida do campeonato mundial de F1...
...e com a aposentadoria de Michael Schumacher, Rubens Barrichello permanece com o recorde de mais corridas disputadas, 326 contra 288 do alemão...
...Enfim Robert Kubica anuncia o que todos já sabiam, porém ninguém queria, o polonês afirmou que não conseguirá retornar a F1 em razãos dos ferimentos no seu braço direito devido ao acidente no rali, em 2011...

...Kamui Kobayashi e Bruno Senna seguem com seus futuros indefinidos para 2013...



E que venha 2013!

Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - Go Chelsea!

domingo, 9 de dezembro de 2012

F1 2012 - Enfim, o fim de um era, a era de Michael Schumacher






"Se Senna não tivesse morrido, não teria conquistado os títulos de 1994 e 1995 porque ele era melhor que eu"
Michael Schumacher

Rômulo Rodriguez Albarez - SP/SP

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

F1 2012 - Eu sou mais Fernando Alonso

Fernando Alonso e Michael Schumacher em 2004
Até o início deste ano eu jamais torceria por Fernando Alonso, nunca fui muito com a cara do cidadão.
Mas devo reconhecer que o cara conquistou a minha torcida e carisma por ele. O cara batalha, briga, chora, faz o impossível e com certeza está na melhor forma da carreira, arrisco dizer que depois de Senna, o melhor piloto que apareceu foi e é Alonso, seguido por Michael Schumacher e Sebastian Vettel.
Se compararmos a trajetória de Schumacher com a de Alonso teremos certa semelhança.
A exceção é que ao sair do comando de Flávio Briatore após o bicampeonato, Michael já foi direto para a Ferrari em 1996.
Apenas em sua 5ª temporada pela Ferrari, Schumacher foi campeão pela primeira vez com o carro vermelho.
Fernando Alonso foi bicampeão na Renault (antiga Benetton) também sob o comando de Briatore, segui para a McLaren onde ficou apenas 1 temporada e voltou para a Renault para ficar mais 2 anos, ai sim embarcou na Ferrari para estar ao lado de Felipe Massa, último companheiro de Schumacher na Ferrari.
Fernando Alonso acaba de terminar sua 3ª temporada pela Ferrari, ainda tem dois anos de “lambuja”, umas vez que Schumacher venceu em sua 5ª temporada na Ferrari conforme dito antes por este que vos escreve.
Porém, Alonso está indo para sua sétima temporada após o bicampeonato, enquanto o alemão conquistou o tri na quinta temporada após o bi.
Se compararmos, Schumacher para chegar ao tri os seguintes rivais: Damon Hill, Jacques Villeneuve e Mika Hakkinen, sem contar com David Coulthard. Enquanto Alonso teve Kimi Raikkonen, Lewis Hamilton e Sebastian Vettel, sem contar com Felipe Massa em 2007 e Jenson Button em 2010/11/12. Em 2008 e 2009 Fernando Alonso voltou para a Renault, porém a equipe não lhe deu equipamento suficiente para brigar pelo título.
Certamente o caminho de Alonso tem sido mais espinhoso que o de Michael Schumacher, que sempre teve carro para disputar o título, e mesmo assim perdeu para Hill (96), Villeneuve (97) e Hakkinen (98/99), ao contrário de Fernando Alonso que seu último carro realmente feito para ser campeão foi a McLaren de 2007, mas a disputa acirrada com seu companheiro Lewis Hamilton fez o título cair nas mãos de Kimi Raikkonen da Ferrari na época.
Fernando Alonso tem a cabeça de um campeão, é egoísta, quer sempre a equipe toda pra ele, chorão, político, é um baita piloto que não se rende a pressão. Claro que para ser um campeão não são necessárias todas essas “qualidades”, certo Button?
Li ou ouvi em algum lugar que não me lembro, um jornalista que eu também não lembro qual, dizer que Fernando começa sua fase de declínio na carreira. Eu discordo, o espanhol é um piloto motivado, que levou para a Ferrari esse espírito de luta, que talvez nem Schumacher ou qualquer outro piloto tenha conseguido trazer, porém, se em 2013 a Ferrari não der um carro para o espanhol realmente lutar pelo título como ainda não deu até agora, talvez iremos ver um Alonso sem paciência e desmotivado, ai sim, quem sabe ele entrada na fase final de sua carreira.
Para a Ferrari, não basta dar um carro campeão e cometer erros que tirem o título de seu piloto, como em 2008 quando os erros de sua equipe fizeram de Felipe Massa vice-campeão, um ponto atrás de Lewis Hamilton.
Em um duelo de Alonso contra qualquer brasileiro, fico com o brasileiro, mas Alonso contra qualquer um, eu sou mais Fernando Alonso.



Enquanto isso, no mundo da Fórmula 1:

- Sergio Pérez: o “Ligeirinho” disse que pretende já no ano que vem brigar pelo título da categoria. Pérez é rápido e talentoso, mas acho cedo pensar nisso, ano que vem será de muito aprendizado, principalmente em saber lidar com tamanha pressão de correr em uma equipe grande.
- Williams: A equipe inglesa advertiu Valtteri Bottas que em 2013 erros não serão tolerados. E eles vão fazer o que? Pois certamente Maldonado errará. #Mancada... Se não querem erros, que tragam para si Jenson Button e Fernando Alonso.
- A Ferrari parou de chorar depois que percebeu que o quão sem nexo eram suas reclamações sobre as supostas ultrapassagens de Vettel em bandeira amarela. E que aprendam a perder.
- A Ferrari se justificou da choradeira dizendo que só queria um esclarecimento, e não alterar o resultado do GP Brasil para dar o título ao Alonso. Eita mentira!
- Romain Grosjean disse que a Fórmula 1 é um mundo sem piedade. Na boa, depois do na de Grosjean, ele não deveria falar isso.
 - A Force Indian que ainda não definiu o companheiro de Paul Di Resta para 2013 disse que o talento é mais importante que o dinheiro. Na atual situação da Force Indian eu concordo, porém em algumas outras equipes a realidade é bem o contrário, né Williams?
Rômulo Rodriguez Albarez - SP/SP - sono atrasado!

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

F1 2012 - GP do Brasil / Dança das cadeiras / Kobayashi / TPT / É esperar pra ver!

Kamui "mito" Kobayashi
Faz um tempo que não escrevo, na verdade desde dias depois do GP do Japão, ontem nosso grande mito, Kamui Kobayashi conquistou o terceiro lugar e em minha opinião, um dos momentos mais emocionantes do ano.
De lá pra cá muita coisa mudou. A começar por Kamui, que pode ser mais uma vítima dessa geração de pilotos pagantes, o japonês tem talento para estar em uma boa equipe, porém pode ficar a pé em 2013. Chegou até mesmo a pedir doações dos fãs para permanecer na Fórmula 1, o japa já tem 2 milhões e quando viu a quantia deve ter dito “UOOOHH”.
Enfim, O que será de Kobayashi? O filho querido do Japão e do mundo diz que estará em uma equipe grande no ano de 2014. É esperar para ver!

Em meados de setembro a primeira peça do xadrez foi mexida, e foi uma surpresa. Lewis Hamilton e a Mercedes anunciaram contrato de três anos, encerrando assim longa parceria com a McLaren e o mais importante, dando fim a carreira de Michael Schumacher.
O alemão se despede da Fórmula 1 pela segunda vez, e desta vez definitivamente, o piloto mais vitorioso da história sai com um saldo em sua segunda passagem de 3 anos e apenas 1 pódio.

Felipe Massa está renovado, tanto com a Ferrari quanto com sua carreira. O piloto que terminou a primeira metade do campeonato em 14º com apenas 23 pontos (134 atrás de Alonso), foi o quinto melhor na segunda metade, apenas 25 pontos atrás de Alonso. Felipe Massa fez as pazes com a boa fase, apesar de menos pontos, fez uma segunda metade do campeonato melhor que a de Fernando Alonso, volta a pilotar como antigamente e o mais importante, fez as pazes com a torcida brasileira no GP do Brasil. Mas depois falamos mais de Massa e Alonso.

Kimi Raikkonen voltou a vencer, assim como a Lotus, no pódio o que se viu foi um Raikkonen sorridente como nunca se viu, após 2 anos fora da F1, o finlandês volta para vencer 1 corrida e terminar em 3º no campeonato.

Sergio Pérez vai de McLaren em 2013, o mexicano consegue ao final de as 2ª temporada um lugar ao sol em uma das grandes. A dúvida que fica é se Pérez irá vingar, tendo vista que, após ser anunciado na McLaren, o amigo do Robert Bolaños não marcou mais nenhum ponto e cometeu muitos erros bobos durante as últimas corridas.

A Sauber contará com Nico Hulkenberg e Esteban
Gutiérrez. Que vergonha dispensar o mito.

A Williams, como já era esperado, terá em 2013 Pastor “filho de Hugo Chaves” Maldonado e Valtteri “filho de Tod Wolff” Bottas.
Com isso, o primeiro sobrinho Bruno Senna fica praticamente a pé para o ano que vem. Senna ainda tenta vaga na Force Indian e Caterham.
Por falar em Pastor Maldonado, o vencedor do GP da Espanha deste ano foi ambicioso, falou essa semana que pretende brigar pelo título ano que vem. Na boa, fale com a minha mão Maldonado.

Frustrando os planos do baiano Luiz Razia, a Toro Rosso anuncia que não trocará seus pilotos em 2013. Razia ainda tenta uma vaga nas equipes que restam, Force Indian, HRT, Caterham e Marussia.

Charles Pic deixa a Marussia e vai para a Caterham, com isso o alemão Timo Glock trocará, pelo 3º ano consecutivo de companheiro na Marussia. Tenho a impressão que Glock é merece algo mais que o seu lugar atual.

A Lotus que tem em Raikkonen o seu ponto forte, ainda decide se segue ou não com Grosjean. Acho q o francês está garantido, mas por via das dúvidas, é uma ótima vaga que pode surgir de repente para quem ainda busca vaga e se tornar um “milagre pós-temporada”.

Sendo assim, as únicas mudanças significativas são a ida de Hamilton para a Mercedes no lugar de Schumacher e a entrada de Pérez na McLaren. Em um ano que se esperava uma vaga aberta na Ferrari, nada mudou em Maranello.

Sebastian Vettel é o mais novo Tricampeão, a alemão entra para a seleta lista de Tricampeões da Fórmula 1 que tem Jack Brabham, Jackie Stewart, Niki Lauda, Nelson Piquet e Ayrton Senna. Pouca coisa né!?

Fernando Alonso, que não é campeão desde 2006 continua a buscar seu tão desejado título para se igualar a Senna, o tempo passa, o tempo voa, Alonso não é mais um menino e precisa logo conseguir esse feito. O espanhol é sem dúvida o melhor que apareceu após Senna e Schumacher, apesar de que Vettel não está longe, e já ouvi jornalista dizendo que Alonso começa sua fase de declínio na carreira, não creio.

O título do herdeiro de Schumacher veio no GP do Brasil, uma corrida cheia de emoção do início ao fim.
Logo na primeira volta Vettel bate com Bruno Senna, por um milagre seu carro não quebrou, caiu pra último, mas logo já figurava na zona de pontos.
Após sessões que mesclavam entre pista seca e chuva, Fernando Alonso terminou em segundo e Vettel em sexto, garantindo assim o título.
Michael Schumacher em sua última corrida, terminou na sétima posição, o alemão estava em sexto e praticamente abriu caminho para Vettel, se terminasse em sexto com Vettel sétimo, o campeão seria Alonso.
Kimi Raikkonen após estrelar o momento mais engraçado da corrida chegou em décimo, o finlandês escapou no mergulho, foi dar uma de esperto e acabou entrando em um lugar sem saída, precisou dar meia volta e voltar para a pista pelo mesmo caminho que entrou. Algo digno de Kimi Raikkonen.
Felipe Massa chegou em terceiro, ao descer do carro, ouve a torcida, amigos e família gritarem seu nome e cai no choro e encerra o ano em alta, fazendo as pazes com sua torcida.
Só pra constar, o vencedor foi Jenson Button, que não para de sorrir com a saída de Lewis Hamilton da McLaren, Sir Button terá ano que vem a Mclaren inteirinha trabalhando para ele.

Se o mundo não acabar no dia 21/12/2012 como nossos antepassados maias preveram, 2013 está as portas. Temos infelizmente que esperar até março para ver o que vai acontecer. Quem ocupará as últimas vagas?
Enfim os horríveis bicos irão sair de cena, a FIA agora permite que as equipes cubram suas vergonhas.

Por fim, curtam as férias, não vejo a hora dos testes começarem, das equipes mostrarem seus novos carros e etc, odeio essa fase de TPT (Tensão Pós Temporada)...

NOTA IMPORTANTE: O texto já estava terminado, portanto não irei muda-lo, preguiça, acabo de ler uma notícia que pode ser o milagre que faltava.
O site
http://grandepremio.com.br/, informa que Kamui Kobayashi negocia com a Lotus para correr no lugar de Grosjean já em 2013.
A confiança de Kamui em entrevista ao site citado é sentida após perguntado se a corrida de São Paulo seria a sua última, a resposta de Kamui foi direta, “Na Sauber sim, na Fórmula 1 não”.
Avante Koba!


Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - Avanti Tricolor

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Morre Sid Watkins - "Com a palavra, Alex Dias Ribeiro (parte 2)"


Com a palavra, Alex Dias Ribeiro

 
Anjos do Asfalto

Morreu ontem aos 84 anos o Dr. Sid Watkins, meu ex patrão na Fórmula 1.

Quando ele me convidou para pilotar o Medical Car da Fórmula 1, nunca imaginei que isso me tornaria o homem certo, no lugar certo e na hora certa para uma missão tão sob medida, específica e única:
De vítima em potencial de um esporte que matava um piloto a cada 10 acidentes, passei a fazer parte do "time dos anjos da guarda " da F1 sob o comando do Prof. Watkins.

Ao volante do Medical Car eu poderia levar salvação para o corpo e alma dos que ganham a vida no fio da navalha em um contexto divorciado dos valores do Reino de Deus.

Foram três anos com três volantes na mão: o de Atletas de Cristo, o da Coalizão Internacional dos Ministérios Esportivos e o da Mercedes C55T em todos os GPs de F1.

Fiquei exausto de dar tantas voltas ao mundo mas valeu a pena porque aprendi a argumentar a lógica da minha fé e com uma audiência sarcástica e muito esperta. Um tipo de gente que não se encontra dentro das igrejas, como os dois dessa reportagem de uma revista especializada:

Bernie Ecclestone perguntou ao Prof. Watkins:
- Porque o Alex aceitou fazer esse trabalho sem ganhar um tostão?

- Porque ele tem esperança de me converter ao cristianismo.
- Então dá um contrato de 10 anos para ele. Aposto que antes do fim do contrato, o Alex vai estar fumando charutos e bebendo Whisky e você não terá tomado jeito...
A cada fim de semana de Grande Premio eu passava quase onze horas no Medical Car em treinos, classificações e corridas de F1 e preliminares. Convivendo tanto tempo com gente tão inteligente, instruída e de senso de humor apurado, aprendi muito sobre medicina, primeiros socorros, politica e como a vida pode ser melhor se não a levarmos muito a sério...

Considerado um dos melhores neurocirurgiões do mundo e também catedrático no assunto, Sid criou um brilhante sistema de atendimento de urgência aos pilotos . Seu desempenho nessa área foi tão eficaz que o nomearam presidente do comitê de segurança da F1.
Bernie Ecclestone deu-lhe carta branca e força politica para exigir a construção de centros médicos equipados com heliportos, helicópteros e equipes médicas especializadas em resgate em todas as pistas. Exigir a construção de carros e circuitos mais seguros. Introduzir o Medical Car rápido para atender pilotos com parada cárdio respiratória antes da ocorrência da morte cerebral. E a contratação de quem ele quisesse para sua equipe. Incluindo eu.
Como resultado a F1, que matava mais de um piloto por ano, reduziu drasticamente o número de mortes tornando-se o esporte de risco mais seguro do mundo. Desde a tragédia de Ayrton em 1994 até hoje, nenhum piloto morreu na F1.
Graças a um neurocirurgião que encontrou o significado de sua existência quebrando paradigmas de padrões de segurança e entrou para a história salvando vidas não só de pilotos mas de milhares de cidadãos em todo o mundo através de dispositivos de segurança desenvolvidos nas pistas e incorporados aos carros de rua.
Vinte anos mais velho que eu, Sid costumava apresentar-me a seus convidados como seu filho e confessou em um de seus livros que era um agnóstico convicto mas se alguém algum dia fosse capaz de convertê-lo ao cristianismo esse alguém seria Alex Ribeiro. O melhor que aprendi com ele foi a arte de envelhecer bem e o significado que encontrou para sua vida.
Juntos participamos de 48 largadas fechando o grid de 48 GPs ao volante de um carro fantástico que levava a bordo a equipe médica mais rápida do mundo. Os resgates mais dramáticos foram: Michael Schumacher em Silverstone, Luciano Burti em SPA, Pedro Paulo Diniz em Hockenheim, Henrique Bernoldi em Interlagos, quando Nick Heidfeld arrancou a porta do Medical Car e quase me levou junto. E Monza onde a roda solta de um dos oito carros envolvidos em um acidente na primeira volta atingiu um bombeiro que morreu em nossas mãos enquanto tentávamos salvá-lo. .
Paralelamente a minhas funções de ministro do evangelho e burocrata do esporte, Deus me permitiu voltar a pilotar. Esse tempo de grande fluxo de adrenalina e alegria foi uma dádiva de grande valor para a cura dos traumas do coração com o fechamento de um ciclo aberto em meu passado, através de um sepultamento decente para minha carreira. Esse processo agregou um significado extraordinário à minha existência, uma enorme gratidão a Deus e a uma das pessoas mais extraordinária que já conheci: O Professor Sid Watkins.

*Alex Dias Ribeiro Texto extraído de seu livro Sucesso e Significado

Eric Sidney Watkins
1928 - 2012
 
 
Watkins com seu amigo Ayrton Senna


 
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - Trabalhando as 00h11

terça-feira, 28 de agosto de 2012

F1 2012 – A caminhada de Felipe Massa na F1



 

Estou ficando velho, pois me lembro que durante transmissão de uma corrida da temporada de 2001, o Galvão Bueno fez um anuncio sobre um novo e promissor piloto brasileiro, Felipe Massa que estava sendo contratado pela Sauber.
Felipe Massa vinha ganhando destaque por onde passava e segundo Bueno, estava chegando na Fórmula 1 como um certo futuro campeão mundial.
Quase acertou. Em seu primeiro ano na F1 não agradou e no final foi demitido, quando não restavam mais vagas para o próximo ano. Para sua sorte foi para a Ferrari, onde seria em 2003, piloto de testes.
Em 2004, o Senhor Peter Sauber precisou engolir alguns sapos e recolocar Massa na equipe por “ordem” da Ferrari.



Felipe Massa em 2004
Massa correu duas temporadas na equipe Suíça e, em 2005 após a saída de Rubens Barrichello da Ferrari, Felipe assumiu o posto ao lado de Michael Schumacher para estrear na equipe de Maranello em 2006.
Foi nesse ano que Felipe Massa conquistou suas primeiras vitórias, incluindo o GP do Brasil daquele ano.
Em 2006 Schumacher se aposenta, a Ferrari contrata Kimi Raikkonen em 2007, Felipe por sua vez tinha a equipe a seu favor, porém, após um ano de muitos problemas com seu carro, vê seu companheiro de equipe ser campeão mundial, para isso, Felipe, já sem chance de títulos entrega a vitória no Brasil a Raikkonen que conquista o improvável título em cima de Fernando Alonso e Lewis Hamilton, ambos da McLaren.
O ano de 2008 começou muito ruim para Massa, muitos problemas e os líderes se afastando, foi aí que a reação começou, em seu melhor ano na F1, Felipe Massa brigou pelo título contra tudo e contra todos, todos mesmo, os inúmeros problemas ocorridos na Ferrari ao longo do ano fizeram certamente Felipe Massa perder o título por um ponto contra Lewis Hamilton.
No final mais emocionante da história da Fórmula 1, Felipe Massa soube perder e saiu de Interlagos, para o povo brasileiro como um herói e campeão nacional. Mas para a Fórmula 1, o campeão foi Hamilton.
Veio 2009 e a Ferrari se apresentou para a primeira corrida com um carro que andava muito atrás dos demais, Massa e Raikkonen não se encontravam.
Quando parecia que as coisas iriam melhorar, Felipe Massa sofre o acidente mais sério de sua vida, uma mole da Brawn de Rubens Barrichello se solta e atinge a cabeça do brasileiro em cheio, o piloto sofre sérias lesões na cabeça, chegou a ficar em coma induzido e felizmente se recuperou, o acidente ocorreu no fim de semana do GP da Hungria, um fim de semana que tenho certeza, pelo ritmo de Massa, que o brasileiro ganharia aquela corrida. Massa só voltaria a correr em 2010.

Minutos após o acidente
O então desmotivado Kimi Raikkonen é demitido da Ferrari e para seu lugar, o piro que poderia acontecer a Felipe Massa, que estava voltando após longo tempo se recuperando, a Ferrari contrata Fernando Alonso.
Mais uma vez a equipe de Maranello não começa o ano com um bom carro e Fernando Alonso, como de costume, em meios das adversidades, trás a primeira vitória da equipe no ano.
Quando parecia que Massa estava totalmente recuperado, em seu melhor fim de semana do ano, o brasileiro liderava a corrida seguido de perto por Alonso, e veio a famosa frase da Ferrari, “Fernando está mais rápido que você”, Massa cedeu a liderança a Alonso, que venceu a corrida, exato 1 ano depois do grave acidente.
O brasileiro nunca mais foi o mesmo, passou todo o resto de 2010 desmotivado.
Em 2011 Felipe Massa passou o ano andando muito atrás de Alonso, o que gerou muitas dúvidas sobre seu futuro na Ferrai.
Em 2012 Felipe Massa briga para achar o meio segundo que o separa de Alonso, atualmente Alonso é o líder do campeonato com 164 pontos, contra apenas 25 do brasileiro, que tem a 14ª posição e mais uma vez o futuro incerto na Ferrari e na Fórmula 1, na Ferrari.
Além da briga para se acertar no carro, Massa vive com uma sombra, o jovem e promossior Sergio Pérez, que para muitos, é o substituto certo para o brasileiro.
Agora é esperar as próximas corridas da temporada 2012 e ver o que o futuro guarda para Felipe Massa.


a frente: Massa ao fundo:Sergio Pérez (cotado para o lugar do brasileiro)
 
 
Rômulo Rodriguez Albarez - SP/SP - 2.7 quase 2.8

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

F1 2012 - GP da Hungria

Lewis Hamilton (centro) e Kimi Raikkonen (esq) voltam a disputa do título




Destaque para a bela corrida de Bruno Senna e a péssima de Felipe Massa

Rômulo Rodriguez Albarez - San Pablo/SP - "simbóra" dormir

quinta-feira, 14 de junho de 2012

F1 1987 - Há um tempo atrás!

O jovem Rubens Barrichello em 1987 ao lado de Ayrton Senna
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - bela imagem...

terça-feira, 29 de maio de 2012

F1 2012 - GP de Mônaco


Mark Webber curti sua segunda vitória no principado

Após seis corridas, seis vencedores diferentes (J. Button, F. Alonso, N. Rosberg, S. Vettel, P. Maldonado e Mark Webber), em 1983, cinco vencedores nos cinco primeiros grandes prêmios (N. Piquet, J. Watson, A. Prost, P. Tambay e K. Rosberg). Contr números não há argumentos, e a vitória de Webber em Mônaco apenas comprovou o que todos já achavam, e sim, estamos diante da mais equilibrada temporada da história da F1.
Além dos cinco vencedores citados de 1983, a temporada ainda teve mais três vencedores, foram eles Michele Alboreto (o grande), René Arnoux e Riccardo Patrese.
Em 2012, o número é maior, a equipe mais constante no campeonato ainda não venceu, a Lotus entra na briga pela vitória com dois representantes, são eles Kimi Raikkonen e Romain Grosjean, sim, o francês vem mostrando consistência e capacidade para vencer um Grande Prêmio, apesar de ser o piloto que mais se envolveu e acidentes no início das corridas esse ano. Lewis Hamilton da McLaren, que deve estar muito incomodado com sua atual situação, a de não ter vencido ainda em 2012 e não pode ser descartado.
O carro da Ferrari visto de fora, parece ser o que mais evoluiu e já é sim, candidato ao título, e consigo a Ferrari traz para a lista de possíveis vencedores o brasileiro Felipe Massa, que já mostra grande melhora , Massa foi muito bem durante todo o fim de semana em Mônaco, chegou em sexto apenas seis segundos atrás do vencedor da Red Bull.
Descarto porém não descarto outros quatro pilotos, dois deles já viram seus companheiros vencer corridas, são eles Bruno Senna da Williams e Michael Schumacher da Mercedes. Os outros dois pilotos são Sergio Pérez e Kamui Kobayashi da Sauber, a equipe suíça bateu na trave na Malásia com o mexicano e o japonês conquistou uma excelente quinta colocação na corrida da Espanha.
Abaixo, o resultado do Grande Prêmio de Mônaco:



Mônaco e suas homenagens



O Grande Prêmio de Mônaco costuma sempre ser diferente quando se trata de capacetes, e a edição desse ano pode ser chamada de “a edição das homenagens”.
No casco de Fernando Alonso, o espanhol fez uma homenagem à Mônaco e seus cassinos.
Já no de Sergio Pérez, uma homenagem que eu particularmente também faria em meu capacete que já é uma homenagem em si, o mexicano homenageia neste fim de semana nada mais nada menos que Roberto Bolaños, mais conhecido para nós brasileiros como Chaves.
 Jean-Éric Vergne que tem quatro pontos no campeonato, traz consigo em seu capacete uma homenagem ao seu compatriota, o francês Jean Alesi, que correu na F1 nos anos 90 em equipes como Ferrari e Benetton, e neste fim de semana disputa as 500 milhas de Indianápolis largando da última posição.
A homenagem que mais me chamou atenção foi a do finlandês Kimi Raikkonen, ele pilotará com o capacete idêntico ao capacete do campeão de 1976, James Hunt, descobrimos o ídolo maior do “Iceman”.
Daqui duas semanas vem aí o GP do Canadá e quem sabe um sétimo vencedor diferente. Vamos ver se Felipe Massa realmente achou o caminho certo.


Rômulo Rdriguez Albarez - São Paulo/SP - Não sumi não!

domingo, 20 de maio de 2012

A volta do que não foi!

O alemão Nico Rosberg filho do finlandês Keke, campeão de 1982 venceu pela primeira vez. Foi no dia 15 de abril, há pouco mais de um mês.

A volta dos que não foram
(Sebastian Vettel e o que vos escreve)

A volta de Vettel às vitórias
Desde a vitória do Rosberguinho sumi, não postei mais nada, perdi fatos históricos que pretendo comentá-los agora afim de tentar recuperar parte do tempo perdido, sumi devido a situações desta vida, mas voltei.
O GP do Bahrein, marcou mais uma volta, a de Sebastian Vettel, que venceu seguido pelos dois pilotos da Lotus, Kimi Raikkonen e Romain Grosjean respectivamente.
Com a vitório de Sebázin, o mundo da Fórmula 1 achou que estaria voltando a sua rotina vivida nos dois últimos anos, Vettel a frente e os outros se enroscando atrás. Estavamos todos enganados.

Viva La Revolucion

Maldonado levantado pelos campeões Alonso e Raikkonen. Em destaque, os 70  anos de Frank Williams



O GP da Espanha veio, Lewis Hamilton fez a pole, porém ficou sem gasolina e foi punido, largou em último lugar para a alegria de Frank Williams, bem no fim de semana que o chefão da equipe Williams comemorou 70 anos de vida, a pole foi de um de seus carros, o venezuelano Pastor Maldonado largou na posição de honra, dividindo a primeira fila com  dono da casa Fernando Alonso.
Na largada, para alegria do público presente, Alonso largou melhor que o venezuelano a assumiu a ponta, mas o que surpreendeu foi que a Williams de Maldonado andou no mesmo ritmo dos ponteiros, e em uma ótima estratégia de boxes, o venezuelano voltou para a ponta, de onde não saiu mais e se tornou o primeiro venezuelano a ganhar um GP de Fórmula 1.
Pastor Maldonado, muitas vezes chamado pelos que vos escreve de Mal'danado, correu como um grande correria, não cometeu erros, suportou tranquilamente a pressão de Alonso e no fim meteu três segundos no chorão. Maldondo veio para a Espanha, viu Fernando Alonso e venceu com maestria.

Fatos históricos



21 de abril - 11 anos sem Michelle Alboreto

morto em 2001 (testando para as 24 horas de Le Mans


30 de abril - Roland Ratzenberger

morto em 1994


1º de maio - Ayrton Senna

morto em 1994


7 de maio - 45 anos sem Lorenzo Bandini

morto em 1967



8 de maio - 30 anos sem Gilles Villeneuve

morto em 1982

No dia 8 de maio o mundo se lembrou de Gilles Villeneueve, morto há trinta anos no circuito de Zolder, na Bélgica.

A Ferrari não deixou passar a data despercebida, homenageou sua lenda de forma bonita, chamou seu filho, Jacques Villeneuve para pilotas um carro de Gilles, um carro onde um homem mostrou todo seu talento, interrompido de forma trágica, mas que imortalizou uma lenda, "la febre Villeneuve".

Daqui uma semana o GP de Mônaco e como de costume as 500 milhas de Indianápolis.

Felipe Massa conta as corridas para sua saída mais que certa da Ferrari, Bruno Senna tenta manter seu bom trabalho visando sua permanência na Fórmula 1. Na Indy, Rubens Barrichello largará na décima posição em sua primeira corrida na vida em u circuito oval, brilhante!

Rômulo Rodriguez Albarez - E meu time perdendo novamente!