quinta-feira, 19 de maio de 2016

F1 - Há 29 anos começava o reinado de Ayrton Senna em Mônaco

Ayrton Senna o vencedor, Michele Alboreto o terceiro e no canto de branco, Nelson Piquet completando a dobradinha
No próximo dia 29 de maio, a Fórmula 1 dará a largada para a sexta etapa do mundial de 2016, o mais longo da história com 21 corridas, e será no mais tradicional dos circuitos, o Grande Prêmio de Mônaco.
E Mônaco costuma criar lendas, boas e más histórias, heróis, reis e lendas. Nos dias que antecedem a corrida, iremos contar algumas dessas histórias, vamos entrar no clima para acompanhar mais um capítulo desse ano que vem mesclando mesmice e surpresa.
E hoje, 19 de maio completam-se 29 anos da primeira vitória da maior das lendas que as ruas principado já criou, Ayrton Senna.

A conquista foi a primeira vitória de um brasileiro nas ruas de Mônaco, e de cara tivemos direito a uma dobradinha, Nelson Piquet correndo de Williams no ano de seu tricampeonato chegou em segundo, e fechando o pódio, o saudoso italiano Michele Alboreto de Ferrari.
Ayrton Senna é considerado o “Rei de Mônaco”, pois é o piloto que mais vezes conquistou a vitória nas ruas do principado, seis vezes, anos mais tarde seu trono foi ameaçado apenas por Michael Schumacher, porém o alemão não passou da quinta vitória, em 2001.
Michael Schumacher comemorando sua quinta e última vitória no principado, em 2001
Dentre os pilotos em atividade, Nico Rosberg é o maior vencedor, o alemão venceu três edições da corrida, curiosamente as três últimas, em 2016 ele pode se tornar o segundo piloto na história a vencer o GP de Mônaco por quatro anos seguidos, ele se igualaria nada mais nada menos a Ayrton Senna. Abaixo a lista dos maiores vencedores da mais tradicional corrida da Fórmula 1:
Você pode ver esse artigo também no site Minuto Produtivo.

Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - Vem frio...

domingo, 15 de maio de 2016

F1 2016 - GP da Espanha - A primeira vitória de Max Verstappen

Uma ação em um determinado momento altera todo o futuro, isso nos ensinou o Doutor Emmet Brown. E foi mais ou menos isso que aconteceu quando a Red Bull por fim resolveu sacar o russo Daniil Kvyat e colocar o jovem holandês Max Verstappen em seu lugar.
Kvyat tinha até então o único pódio da equipe no mundial, conquistado há duas corridas com um terceiro lugar no excelente GP da China.
Na corrida passada, o GP da Rússia, Daniil logo na largada bateu por duas vezes em Sebastian Vettel da Ferrari, em minha opinião o primeiro toque foi culpa total do russo, já o segundo foi um tanto acidente de corrida, uma vez que Vettel freou em um local de pura aceleração, para assim evitar bater no Force India do mexicano Sérgio Perez que teve problemas a sua frente, e Kvyat não conseguiu evitar o toque que tiraria Vettel da corrida.
Aliado a isso, as boas performances de Max na Toro Rosso vinham despertando muito interesse das equipes rivais, como por exemplo Mercedes, então a Red Bull, em uma decisão de Helmut Marko decidiu mais que prontamente proteger sua "cria", subindo-o para a equipe A e rebaixando para a equipe B seu piloto que em tese vinha mal, Daniil Kvyat.
Essa decisão fez com que pilotos como Jenson Button condenassem a decisão da equipe austríaca. Devo dizer que mesmo após os resultados de hoje, esse que vos escreve ainda acha errônea tal decisão.

Max Verstappen e Daniil Kvyat
Enfim, quem pode manda e quem não pode obedece, e lá se vai Max pra Red Bull, em seu primeiro treino oficial coloca o carro em quarto lugar no grid, a frente das duas Ferrari, e atrás apenas das imbatíveis Mercedes e de seu companheiro de equipe, o experiente Daniel Ricciardo, tudo ok, tudo bem.
Lewis Hamilton enfim consegue a pole em cima de seu companheiro, e líder do campeonato, Nico Rosberg.
Logo na largada Nico passa Hamilton, que vem feroz pra cima do alemão afim de retomar a primeira posição, e em uma manobra afoita perde o controle do carro e bate em Nico, a assim ambas as Mercedes estão fora da corrida.

A batida entre as Mercedes
Terreno limpo para as Red Bull e as Ferrari brigarem pela vitória, com rendimento muito parecido dos quatro carros, o que definiu a corrida foi a estratégia, com três paradas, Vettel e Ricciardo brigaram pelo terceiro posto, que seria a natural briga pela vitória, uma vez que se imaginava que Verstappen e Raikkonen também fariam a terceira parada.
Porém, a briga de Vettel e Ricciardo os acaba impedindo de chegarem em Max e Kimi, deixando os dois mais tranquilos para brigarem entre si sem a necessidade de uma nova parada.
Max Verstappen aguentou a pressão de Kimi Raikkonen 
como "gente grande", não cometeu erros e se aproveitou de uma pista difícil de se ultrapassar para assim se tornar o piloto mas jovem a conquistar uma corrida de Fórmula 1, 18 anos e 7 meses.
Vitória merecida que, claro, vale lembrar aconteceu diante de uma sequência de fatores já citados acima.

Para relembrar, são eles, a troca de equipe, o acidente das Mercedes e por fim a briga de Daniel Ricciardo com Sebastian Vettel, que fez com que uma terceira parada fosse desnecessária, uma vez que ao brigarem pelo 3º lugar um acabou segurando o outro.
Falando na briga Vettel X Ricciardo, o alemão reclamou muito pelo rádio por uma manobra do australiano, que em entrevista falou sobre o assunto:

"Ele parece que disse que eu estava sendo muito agressivo. Típico. Ao contrário de 99% dos pilotos do grid, eu vou para cima, não me contento em ficar atrás. Para mim, isso sim é corrida, você não pode se contentar com pouco, sempre deve tentar mais. Faria a mesma coisa que fiz em uma briga por vitória, por exemplo", afirmou Daniel.
Sebastian Vettel se defende de Daniel Ricciardo
E o australiano tem razão, é costumeiro ouvir Vettel reclamar pelo rádio de qualquer piloto que chega de forma mais agressiva contra ele, é hora de correr mais e chorar menos, afinal, isso é corrida.
Agora com relação a vitória de Max, mais do que nunca é preciso segurar o impeto do garoto, pois algo tão grande assim e tão de repente, pode acabar estragando uma carreira inteira.

É sempre legal ver a primeira vitória de um piloto na Fórmula 1, me emocionei demais com a primeira de Rubens Barrichello, de Felipe Massa, de Sebastian Vettel, entre outros, e tirando a primeira dos brasileiros que falei, nenhuma se compara com a emoção que senti com a primeira e única vitória de Pastor Maldonado pela Williams, nessa mesma pista em 2012, e sinceramente, não sei porque.
Max Verstappen
Voltando um pouco, na largada, já dissemos o que aconteceu, mas ao longo da corrida diversas opiniões foram surgindo sobre quem foi o culpado, uns a favor de Nico, e outros de Lewis.
Na opinião desse que vos escreve o culpado foi o inglês, que perdeu a posição na largada e foi meio que na base do desespero pra cima do alemão, calculou mal a manobra, colocou as quatro rodas na grama, perdeu o controle do carro e atropelou seu companheiro de equipe.
Porém não vejo que seja um acidente pra algum tipo de punição, apesar da culpa de Lewis, vejo muito como acidente de corrida. Há quem discorde.
Por exemplo, Niki Lauda disse:

"É muito simples para mim. Foi um erro de cálculo na cabeça de Lewis. Eu o culpo mais do que Nico. De qualquer forma, para a Mercedes é inaceitável. Lewis foi muito agressivo para ultrapassá-lo e porque Nico teria que dar espaço para ele? Ele estava na ponta. Foi completamente desnecessário. E o desastre foi ambas as Mercedes estarem fora após duas curvas. Sempre há pressão e, desde Spa, há dois anos, graças a Deus nada tinha acontecido. E por que aconteceu aqui? Eles precisam se explicar" comentou Lauda.

Enquanto Toto Wolff analisou:

"Niki foi piloto. Ele tem instinto de piloto. E como piloto, para ele é preto no branco. É a opinião dele. Ajuda a ver um lado do cenário. Mas quando você vê todos os dados, conversa com os pilotos, é um pouco diferente. Nós conversamos com os dois e não é tão simples assim. Nenhum dos dois foi completamente culpado. Não é 100% para um e 0% para o outro, por isso não quero atribuir qualquer culpa. Os comissários vão tomar uma decisão. Em nossa opinião, nenhum dos dois é completamente culpado. Repetimos o que aconteceu em Spa, mas amadurecemos como equipe. Sabíamos que isso aconteceria alguma hora, e aqui estamos nós de novo. Os dois estão muito decepcionados porque eles sabem do nosso esforço. Vamos conversar com eles novamente, ver as imagens, olhar os dados e impedir, sob qualquer circunstância, que isso aconteça no futuro. A atmosfera não está boa, pois tínhamos potencial para uma dobradinha e perdemos muitos pontos no campeonato. Foi uma situação muito difícil para a equipe. Perdemos 43 pontos após um grande esforço nas últimas semanas. Mas você sabe. Nós liberamos nossos pilotos para competir. E às vezes essas coisas acontecem" lamentou Wolff.

E eles terão trabalho mesmo para colocar a casa da Mercedes em ordem.
Entre os brasileiros, Felipe Massa largou em 18º, depois de uma boa corrida de recuperação terminou em 8º, enquanto Felipe Nars sofrendo com sua Sauber, terminou na 15ª posição.
Nico Rosberg continua na ponta do campeonato com 100 pontos, seguido agora por Kimi Raikkonen com 61, Lewis Hamilton com 57, Sebastian Vettel e Daniel Ricciardo com 48 cada, Max Verstappen 38, Felipe Massa 36, Valtteri Bottas 29, Daniil Kvyat e Romain Grosjean com 22, esses são os 10 primeiros do campeonato.
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...

segunda-feira, 11 de abril de 2016

F1 1993 - Há 23 anos, o brilho de dois brasileiros...

O dia de hoje marcou a passagem de 23 anos do GP da Europa de 1993, em Donington Park, Inglaterra.
A corrida naquele dia começaria debaixo de chuva, o pole era Alain Prost de Williams seguido por seu companheiro de equipe, Damon Hill, com Michael Schumacher da Benetton em terceiro, Ayrton Senna de McLaren em quarto seguido por Karl Wendlinger.

Lá atrás largando em 12º, iniciando sua terceira corrida apenas estava Rubens Barrichello da Jordan, e a ponto de informação o outro brasileiro na prova era Christian Fittipaldi de Minardi.
A corrida se inicia e é natural que as câmeras se voltem para os ponteiros, enquanto isso, Rubens, por sua vez, era um iniciante largando no meio do pelotão. O piloto da Jordan só foi notado quando já alcançava o quarto lugar. Mas bem rapidamente – os holofotes estavam na McLaren de número 8, que rumava para a ponta da prova.
Rubens Barrichello com sua Jordan
Quando foi visto na volta 1, Barrichello superava Michael Schumacher, da Benetton-Ford. Coincidentemente, o alemão foi um dos pilotos ultrapassados por Senna nos primeiros instantes da disputa de Donington (os outros foram Karl Wendlinger, da Sauber, e Damon Hill e Alain Prost, ambos da Williams-Renault).
Antes de ultrapassar Schumacher, porém, Rubens passou por uma verdadeira epopéia na volta 1 de Donington. Em 12º no grid, ganhou uma posição antes da largada – JJ Lehto, da Sauber, enfrentou problemas e partiu dos boxes. Na pista, o brasileiro começou a brilhar ao superar Johnny Herbert, da Lotus-Ford, e Riccardo Patrese, da Benetton, antes da primeira curva. Em nono, o próximo passo de Barrichello foi se livrar de Gerhard Berger, da Ferrari. No mesmo momento em que Senna ignorava Wendlinger e assumia o terceiro lugar, o piloto da Jordan aparecia em oitavo. Outro ferrarista seria a vítima seguinte de Rubens: Jean Alesi. O francês foi ultrapassado pelo brasileiro sem maiores problemas.
Enquanto Barrichello era sétimo, Senna passava por Hill e se via em segundo. Mas Ayrton não sofreu o susto que Rubens teve na metade da primeira volta. Logo à sua frente, Wendlinger e Michael Andretti, da McLaren, se engalfinharam e foram parar na brita. O piloto da Jordan saiu ileso do incidente. A quinta posição caiu em seu colo. Imediatamente na sequência, Schumacher cometeu um erro e permitiu a aproximação do brasileiro de 20 anos. O bote foi imediato: Barrichello estava em quarto. Senna, por sua vez, ainda era segundo – deixou para ultrapassar Prost na freada do hairpin.
Enquanto Senna de 5º pulava para primeiro,
Rubens Barrichello (no topo da imagem) já era o quarto.
No início da volta 2, Senna liderava, seguido por Prost, Hill e Barrichello. Numa apresentação impressionante na chuva, Rubens pressionava os pilotos da Williams. A partir daí, o resto foi história. Ayrton fez um vôo solo, dando um espetáculo à parte. O piloto da Jordan, após andar em segundo, garantia uma incrível terceira posição à frente de Prost. Mas a cinco voltas do final, a bomba de combustível do carro do brasileiro entrou em colapso, obrigando Barrichello a abandonar – e perder um pódio certo.
Rubens ficou no quase pela primeira vez na mais longa carreira já vista na história da Fórmula 1. Sua quebra beneficiou Herbert, que subiu para o quarto lugar (repetindo o feito da etapa anterior, em Interlagos), e Fabrizio Barbazza, da Minardi, que conquistou seu primeiro ponto na carreira com a sexta posição. Ainda assim, o desempenho de Barrichello foi célebre. Tanto que a sua primeira volta de Donington foi uma das mais marcantes da categoria. As imagens pouco contam, mas quem vivenciou, jamais esquece.
Que esse dia não seja lembrado apenas pelas façanhas de Ayrton Senna, mas também pelo brilhantismo de Rubens Barrichello, as veze é necessário oferecer flores em vida também.
Ayrton Senna, rumo para uma de suas vitórias mais belas, se não for a mais.
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Um pouco do porque gostamos de Fórmula 1


Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...

F1 - Há 48 anos morria o escocês voador, Jim Clark


Há exatos 48 anos, o mundo do automobilismo perdia seu filho mais notável da época, o escocês Jim Clark morria em uma prova de Fórmula 2 disputada na Alemanha.
Clark era o atual campeão mundial de Fórmula 1 e detentor do recorde de vitórias na categoria até então, 25, sendo a vigésima quinta conquistada na última corrida em que Clark havia disputado na Fórmula 1. O escocês também era o líder do campeonato de 1968.
Naquela época era comum que os pilotos de Fórmula 1 corressem em categorias menores, atrás do prêmio das vitórias, visto que os salários da Fórmula 1 não eram como os de hoje em dia, na casa dos milhões. Tanto que no dia da corrida haviam vários outros pilotos renomados da época, Graham Hill, Henri Pescarolo, Clay Regazzoni, Jean-Pierre Beltoise, Piers Courage, Derek Bell marcavam presença em Hockenheim naquele fim de semana.
O carro destruído de Clark
O acidente de Clark aconteceu na quinta volta, pilotos que viram o acidente disseram que muito provavelmente fora causado por um furo no pneu. O piloto bateu contra uma árvore na Floresta Negra, teve sérios ferimentos no pescoço e na cabeça, o bicampeão morreu antes mesmo de chegar ao hospital.

Jim Clark, que além de piloto era pastor de ovelhas, talvez tenha sido o melhor de todos os tempos sobre quatro rodas. Continue descansando em paz, Jimmy.
Ao lado do inseparável chefe e amigo, Colin Chapman
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...

segunda-feira, 21 de março de 2016

Ayrton Senna (56)

O que resume um ídolo, ou simplesmente alguém que se pode admirar?
Talento, força, determinação, história, objetivos, coragem, astúcia? Um final triste pra determinar o nível em que a pessoa se elevará e como ficará para a história? Uma lenda viva, morta?
Ayrton Senna é um resumo de um pouco de tudo isso, em maio de 1994 ele nos deixou, mas seu espírito de luta, sua determinação e sua vontade de ajudar o próximo vivem até hoje em seu instituto, que ajudou, ajuda e ajudará mil
hões de crianças.

Nas pistas um dos maiores, ou o maior, quem sabe? Seus feitos começaram logo em suas primeiras corridas, Niki Lauda deve se lembrar bem daquele garoto o deixando pra trás na molhada prova de Mônaco em 1984. Alain Prost não seria Alain Pros se não fosse um tal rapaz tímido que se juntou a ele em 1988 na McLaren, e já em seu primeiro ano o venceu. Quem é melhor, Senna ou Piquet? Nigel Mansell cansou de ficar pra trás contra Senna e só o bateu em 1992, quando tinha um carro invencível. Um tal alemão chamado Michael Schumacher jamais teve sua tão sonhada disputa de um título contra seu ídolo. Eric Comas circula vivo e bem até os dias de hoje graças a coragem de Ayrton Senna.


Enfim, ele inspirou, inspira e continuará nos inspirando, seja lá onde estiver.

Feliz aniversário chefe, feliz aniversário Ayrton Senna.
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...

domingo, 21 de fevereiro de 2016

F1 2016 - Haas VF-16

Enfim a tão esperada Haas apareceu, e no visual veio bem diferente do que se esperava, um amarelo talvez, mas ok, vamos de prata, o cor predominante do carro é prata, seguida de preto e vermelho.
O desempenho que será apresentado pela equipe na pista é muito aguardado, pois ela vem de um longo período de preparação para a estreia e tem além do motor Ferrari, todo um apoio do time de Maranello.
Os pilotos para sua primeira temporada serão Romain Grosjean #8 e Esteban Gutierrez #21.



 Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...

F1 2016 - Mercedes W07 Hybrid

Ela vem de duas temporadas praticamente perfeitas, trazendo pra casa dois títulos de construtores e dois de pilotos, sua missão é manter o domínio e manter os ânimos calmos entre sua dupla de pilotos, que vem para a quarta temporada juntos, o tricampeão Lewis Hamilton #44 se junta novamente com o alemão Nico Rosberg #6.


Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...

F1 2016 - McLaren MP4-31

Ela vem de seu pior ano da história, e vem com força total para reverter a situação e voltar ao seu ambiente rotineiro, a briga pelas vitórias.
Fernando Alonso #14 e Jenson Button #22 estão encarregados de levar a McLaren de volta ao topo, mas claro, depende do avanço do motor Honda, que teve uma volta à F1 um pouco mais conturbada que o esperado.




Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...

F1 2016 - Ferrari SF16-H

E ela finalmente apareceu e terminou com todas as especulações sobre seu novo visual, e a tal "faixa branca" foi confirmada no dia 19/02, a Ferrai lançou seu carro que espera-se poder bater enfim, de frente com a equipe Mercedes.
O SF16-H, não agradou a todos pelo novo visual, um tanto retro, mas não importa, pois no fundo o que importa mesmo é o carro andar bem.
A dupla de pilotos e a mesma pelo segundo ano, o tetracampeão Sebastian Vettel #5 correrá ao lado do último campeão pela Ferrari, o finlandês Kimi Raikkonen #7.






Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ,,,

F1 2016 - Williams FW38

A Williams mostrou seu novo carro para o mundo via internet na última sexta (19/02), o modelo que parece ser bem conservador e com poucas mudanças na parte aerodinâmica em relação ao ano passado, assim também como na pintura, ele tem a missão de manter a equipe como a terceira melhor do grid ou quem sabe, brigar mais pra frente.
Os pilotos não mudaram, o brasileiro Felipe Massa #19 se junta pelo terceiro ano ao finlandês Valtteri Bottas #77 para defender o tradicional time de Sir Frank Williams.


Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...