segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Morre Maria Teresa de Filippis - A primeira mulher a pilotar um carro de Fórmula 1


Morreu no sábado (09/01) aos 89 anos a italiana Maria Teresa De Filippis, ela foi a primeira mulher a pilotar um carro de Fórmula 1.
Maria disputou 5 corridas em 1958, aos quais largou em apenas três, conseguindo um 10º lugar na Bélgica como sua melhor colocação final, duas voltas atrás do vencedor daquele GP, Tony Brooks.
Além de Maria, a outra mulher que conseguiu o feito de disputar uma corrida de Fórmula 1 foi a também italiana, Lella Lombard, que conquistou no GP da Espanha meio ponto, obtido por uma sexta colocação, leva faleceu com 50 anos de idade, em 1992.

Descanse em paz Maria.

Maria Teresa de Filippis - 1926 - 2016

Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - #RIPDavidBowie

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

F1 - Há 1 ano, morria Jean-Pierre Beltoise

Francês, Jean-Pierre Beltoise morreu no dia 05 de janeiro de 2015, ele correu na Fórmula 1 entre os anos de 1967 e 1974, conquistando uma única e inesquecível vitória nas ruas do principado de Mônaco, sob intensa chuva em 1972. Ele correu pelas equipe Matra e BRM.
Continue descansando em paz.


Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...

F1 - E com a palavra, David Letterman


David Letterman é um famoso apresentador de talk show nos EUA, se aposentou em maio de 2015, e para esse que vos escreve, ele foi o melhor em sua área, adoro seus programas e de vez em quando puxo um ou outro na internet para assistir, além disso também é humorista e produtor de TV norte-americano.
David é natural de Indianápolis, tem uma equipe de Fórmula Indy, a Rahal Letterman Lanigan Racing e é amante nato do automobilismo.
David Letterman
Em uma entrevista no ano de 2012, David confessou seu piloto favorito de todos os tempos, Ayrton Senna.
Abaixo temos a tradução do que Letterman falou sobre Senna, foi traduzido pelo Pedro Henrique Marum, que tem um blog sobre automobilismo na parceria com o site Grande Prêmio. O trecho traduzido está entre 7:07 e 10:01 do vídeo, abaixo:

“É uma escolha sentimental e não sei se se sustenta. Um cara que eu acho que tinha ao menos uma chance, eu sei que ele testou na Indy apenas pela diversão, não era uma piloto da Indy, mas poderia ter sido um ótimo, é Ayrton Senna. Eu gostava do que ele fazia. Gostava do fato de ser um piloto talentoso e um fedelho atrevido e da ideia de que, se ele achasse que tinha sido tratado injustamente, ia descontar na pista.

Parece uma versão mais inocente do automobilismo do que temos agora. Eu gostava do que ele representava para as pessoas do mundo e do Brasil.

Minha esposa e eu o conhecemos quando eles estavam fazendo uma corrida da F1 em Phoenix. Conhecemos Ron Dennis e ele, nos levaram para dentro do motorhome. Ayrton, uma criança, muito doce, não parava de ajeitar o capacete. Eu fiquei tocado por isso.

Quando ele morreu, foi quase muito poético. Que o melhor, o mais amado, morresse fazendo o que ele fazia de melhor. Foi perfeito demais, aquele final. Parecia quase destinado.


É isso. Talvez não pelos motivos corretos, mas essas são as razões. Sempre admirei Jim Clark, Jackie Stewart. Caras como Bobby Rahal, ele sempre me lembrou Alain Prost, caras inteligentes que faziam o que era certo. Lembro um ano quando Bobby e Michael Andretti estavam na luta pelo campeonato, e Bobby não terminou a corrida, o que significou que Michael ia ganhar o campeonato. E a primeira coisa que Bobby fez quando chegou aos boxes foi ir à garagem ao lado da dele, que era do Michael, e cumprimentar os mecânicos. Pensei “esse é um cara”. Não posso tirá-lo da equação por isso.

Mas em termos do romantismo do automobilismo, do apelo emocional, do misticismo que embalou seu legado, tenho que dizer que é Senna.”



David Letterman
Pilotos citados por Letterman - Ayrton Senna, Bobby Rahal, Alain Prost, Jim Clark e Jackie Stewart
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

F1 2016 - O que pensar e desejar a Michael Schumacher?

Ano novo, a mesma vida e vamos que vamos. Aceitem um atrasado feliz ano novo, acho que ainda dá tempo de desejar tudo de bom, sabedoria e alegria a todos.
O início de ano na Fórmula 1 geralmente começa dando os parabéns por mais um ano de vida a Michael Schumacher, o alemão completou ontem 47 anos de vida. Mas esse que vos escreve tem um pensamento que pode ser um tanto cruel e polêmico, já que não se sabe como está Schumacher.
Seria mesmo motivo de comemoração mais um ano de “vida” de Michael Schumacher? É bom continuarmos a desejar que o alemão continue a lutar?
Não se sabe se ele está sofrendo, se ele sabe onde está, se ele se lembra de quem é, ou foi.
Lembro que poucos dias antes da morte de Jules Bianchi, seu pai, Phillipe Bianchi declarou que tal situação que seu filho estava seria pior até mesmo que a morte.
Michael Schumacher e sua esposa, Corinna
Me pergunto, será que Schumacher não está na mesma situação que Bianchi estava? Não estaria em uma situação pior que se tivesse morrido?
Claro que o meu desejo sempre é para que o alemão viva, se recupere e enfim, esse tipo de pensamento é com certeza culpa única e exclusiva da família e ao modo que eles acharam melhor de tratar a situação com o resto do mundo. Michael Schumacher era e é uma pessoa pública, com milhares de fãs no mundo todo, não é justo esse silêncio, é agonizante, um pouco da verdade com certeza não atrapalharia em nada e afastaria um pouco os curiosos e os que inventam falsas notícias.
Me pergunto qual seria a opinião do próprio a respeito disso, sera que ele não gostaria de mais divulgação sobre sua situação? Acho que se dependesse dele sim, teríamos mais e frequantes notícias.
Claro que não podemos julgar a família, mas esse tipo de situação só faz isso, causar os piores pensamentos possíveis.

 Continue lutando Michael e me desculpe por não saber se é certo lhe desejar mais um feliz aniversário ou que essa agonia que você passa acabe.

Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

F1 & Rock'n Roll (6)

Além de George Harrison, outro integrante da ex-banda inglesa The Beatles que costuma dar as caras de vez em quando em algum grande prêmio de Fórmula 1 é Paul McCartney, o favorito do quarteto de Liverpool deste que vos escreve.


Paul McCartney com Sebastian Vettel e sua namorada
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - Vida longa ao meu tio Paul

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Ayrton Senna, sobre Juan Manuel Fangio

Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...

F1 - Michael Schumacher

Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...

Michael Schumacher, dois anos depois...

Hoje, 29 de dezembro completam-se dois anos do gravíssimo acidente sofrido por Michael Schumacher em uma estação de esqui, nos Alpes Franceses.
Sabe-se apenas que Michael passou em coma por meses e depois de longa recuperação está sendo tratado em sua casa, não se movimenta, não fala, está vegetando.
Mas apenas poucas pessoas sabem realmente como está Michael, dada a tamanha blindagem que a família impôs ao mundo, pouquíssimas pessoas tem acesso ao heptacampeão, dentre eles Jean Todt, presidente da FIA e o brasileiro Felipe Massa, que Schumacher considerava um irmão mais novo.
É um triste e inimaginável "fim" para um esportista do cunho do alemão, é doloroso demais, e a falta de notícias é mais agonizante ainda, o que não deve mudar, uma vez que os envolvidos não se sentem na obrigação de dar informações, eu não os culpo e não os julgo, afinal é um ente querido que está em tal situação, como fã e amante desse esporte, eu gostaria de receber tais informações, mas.
Ao multi campeão da Fórmula 1, que completa 47 anos na próxima semana, resta continuar a batalhar na corrida mais importante, e de sua vida.

Rômulo Albarez - São Paulo/SP - ...

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Sobre passos e o final de ano da Fórmula 1

Lewis Hamilton vence e conquista o tricampeonato nos Estados Unidos
Faz tempo que não apareço por aqui, a vida anda corrida, a vida anda mudando. No momento dando vários passos para trás, mas o que me mantém firme e saber que esses passos para trás me tornarão mais forte quando a vida voltar a andar de vez. Pelo menos o peso, a tristeza, a insegurança deram lugar à paz e para a certeza de dias muito melhores e novos rumos.
Nesse tempo off, o que mais corroborou para essa “parada forçada” foi a falta de tempo, em meio a crise que o país vive, é bom ter muito trabalho a ponto de não ter tempo pra escrever.
Hoje apareceu um tempinho então vamos lá com algumas rapidinhas, em sua maioria já bem passadas.
A última vez que estive por aqui foi no dia 18 de outubro, uma semana após o GP da Russia, vencido por Lewis Hamilton e uma semana antes do GP dos EUA, que também foi vencido pelo inglês, e naquele dia, 25 de outubro, se sagraria tricampeão mundial de Fórmula 1.
Depois dali só deu Nico Rosberg, que venceu todas as corridas (México, Brasil e Abu Dhabi).
Para a alegria de um povo apaixonado pelo automobilismo, a Fórmula 1 volta ao México
E falando em México, que show que deu a sua torcida, a Fórmula 1 anda precisando de dias como aquele no autódromo Hermanos Rodríguez.
O GP do Brasil aconteceu sobe tempo instável, porém não choveu e infelizmente tivemos uma das corridas mais chatas em Interlagos.
Fechando a temporada em Abu Dhabi com sua chatice de uma pista moderna, onde não se tem pontos de ultrapassagem.
A temporada terminou e o sentimento que fica é que, ou a Fórmula 1 se reinventa ou não vai sair desse lamaçal.
Agora é esperar a eternidade que existe entre o final de uma temporada e o começo de uma nova.
Enfim, tentarei não sumir por muito tempo, se é que alguém lê o que este aqui vos escreve.
E o ano foi dele, Lewis Hamilton comemora o seu título mais fácil
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...

domingo, 18 de outubro de 2015

Outubro

Há 100 anos nascia Grande Otelo e há seis Jenson Button era campeão mundial de Fórmula 1, não que esses fatos tenham alguma ligação.
Outubro tem sido um mês muito difícil, o que impacta diretamente o blog, tem sido difícil arranjar tempo de qualidade, tempo de sorrir também não tem aparecido muito, o mais importante é tirar valiosas lições de tudo isso.
As vezes perdemos determinadas coisas pra ganharmos outras maiores, ou as vezes perdemos porque simplesmente temos que perder, e nada de bom tiramos disso, mas reafirmando o que eu disse, o mais importante é tirarmos boas lições de tudo, e sempre continuar a nadar.

Grande Otelo e Jenson Button
E me desculpe se você chegou aqui pra ler sobre Fórmula 1, as vezes esse que vos escreve precisa desabafar, mas continue voltando, pois o automobilismo certamente voltará em um próximo texto.

Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...