Há exatos 25 anos atrás, Alain Prost (Ferrari) vencia pela sexta e última vez um GP do Brasil. O pódio foi completado pelas McLaren de Gerhard Berger em segundo e de Ayrton Senna em terceiro.
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...
quinta-feira, 26 de março de 2015
F1 1995 - Há 20 anos atrás, o primeiro GP do Brasil sem Ayrton Senna
Há 20 anos atrás acontecia o primeiro GP do Brasil após a morte de Ayrton Senna.
A vitória ficou com Michael Schumacher (Benetton), seguido por David Coulthard (Williams) e Gerhard Berger (Ferrari).
Os Brasileiros na pista eram Roberto Pupo Moreno e Pedro Paulo Diniz, que corriam pela Forti, e Rubens Barrichello que corria de Jordan e prestou uma bela homenagem ao "chefe" Ayrton Senna, abaixo:
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - #SennaSempre
A vitória ficou com Michael Schumacher (Benetton), seguido por David Coulthard (Williams) e Gerhard Berger (Ferrari).
Os Brasileiros na pista eram Roberto Pupo Moreno e Pedro Paulo Diniz, que corriam pela Forti, e Rubens Barrichello que corria de Jordan e prestou uma bela homenagem ao "chefe" Ayrton Senna, abaixo:
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - #SennaSempre
F1 2015 - Declarações de Nico Rosberg
Certa vez, uma pesquisa realizada para saber qual a mulher
mais bonita do mundo da Fórmula 1, um piloto levou um voto, Nico Rosberg .
Não que isso tenha algo a ver com as declarações do alemão de hoje cedo. O filho de Keke Rosberg, campeão de 1992, revelou que usa absorvente durante as corridas, mas na testa.
Confira abaixo:
Não que isso tenha algo a ver com as declarações do alemão de hoje cedo. O filho de Keke Rosberg, campeão de 1992, revelou que usa absorvente durante as corridas, mas na testa.
Confira abaixo:
“Eu tenho um problema com o meu olho quando suo muito, então é para isso que serve a bandana. Na verdade, não é bem uma bandana que eu tenho no capacete, é um outro truque, mas eu posso contar”, disse Nico em entrevista à TV inglesa Sky Sports F1.
“Eu coloco um… Como se diz? Aquela coisa que as mulheres colocam dentro da calcinha”, continuou, sem saber o termo correto em inglês, ‘sanitary towel’. “Eu coloco isso na minha testa para absorver o suor", concluiu o piloto.
Ok então...
F1 2015 - GP da Malásia - Liberados!
Os pilotos Fernando Alonso e Valtteri Bottas não correram no GP da Austrália por orientação médica. Alonso devido ao acidente na pré temporada e Bottas devido a uma intensa dor nas costas (fontes dizem que ele comeu tatu, porque é bom mas...).
E hoje, na Malásia ambos passaram por exames e foram liberados para enfim, estrearem na temporada 2015.
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...
E hoje, na Malásia ambos passaram por exames e foram liberados para enfim, estrearem na temporada 2015.
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| Fernando Alonso e Valtteri Bottas |
sexta-feira, 20 de março de 2015
F1 - No meu tempo que era bom...
Sempre que fuço na internet dou uma passada por um dos meus
blogs favoritos sobre Fórmula 1 e afins, ou melhor dizendo, o meu blog favorito,
o do Flávio Gomes.
Eu ia escrever sobre a crise que a Fórmula 1 enfrenta, a maior de sua história e tal, onde a múmia Bernie Ecclestone não faz nada para mudar os rumos que a categoria está tomando.
Eu não entendo, Bernie está no circo a décadas e décadas, passou por praticamente todas as fases enfrentadas, boas e ruins, viu mortes, consagrações e etc.
E agora que a Fórmula 1 mais precisa de sua experiência para acertar seu caminho, o Bernie ou é muito tapado que não percebe ou seu orgulho e arrogância não os permite admitir o erro em algum momento e nem dar um ou dois passos para trás, enfim, deixemos o Flávio Gomes explicar melhor, abaixo:
Embora Bernie Ecclestone não admita, e pode ser apenas que não enxergue, dado o avançado da idade e da arrogância, a F-1 vive sua pior crise. Não, não precisam buscar no passado outras piores. Esqueçam. Crises anteriores eram bem específicas e muito midiáticas, tinham a ver com brigas políticas, como nos anos 80, quando alguns times resolveram peitar a FISA (o braço esportivo da FIA), ou segurança — depois das mortes de Senna e Ratzenberger, em 1994.
Eram, por assim dizer, crises “boas”. Todo mundo falava da F-1, os boicotes dividiam torcedores e fãs, as mortes chocavam e despertavam sentimentos e discussões. E havia ídolos, e eles eram bons.
A crise atual é de outra natureza. É a crise da indiferença.
Com índices de audiência caindo no mundo inteiro, minúscula participação da indústria automobilística, autódromos vazios, países desinteressados por GPs, poucos carros, pilotos inexpressivos técnica e pessoalmente, tecnologia incompreensível, corridas enfadonhas, a F-1 é, hoje, assunto para ninguém. Este é o seu grande problema: ninguém mais liga para ela.
O dinheiro continua sendo volumoso, porque ainda há gente disposta a gastar na F-1. Mas é cada vez menos, e por razões pouco nobres — basta ver a quantidade de países sem a menor tradição no automobilismo que ingressaram no calendário nos últimos anos. Abu Dhabi, Cingapura, Bahrein, Rússia, Índia, Coreia do Sul, Turquia e China desbancaram San Marino (OK, Itália, mas vocês entenderam), França, Portugal, Argentina, até a Alemanha corre o risco de perder seu GP porque não tem ninguém a fim de pagar a conta e assumir os prejuízos.
Eu ia escrever sobre a crise que a Fórmula 1 enfrenta, a maior de sua história e tal, onde a múmia Bernie Ecclestone não faz nada para mudar os rumos que a categoria está tomando.
Eu não entendo, Bernie está no circo a décadas e décadas, passou por praticamente todas as fases enfrentadas, boas e ruins, viu mortes, consagrações e etc.
E agora que a Fórmula 1 mais precisa de sua experiência para acertar seu caminho, o Bernie ou é muito tapado que não percebe ou seu orgulho e arrogância não os permite admitir o erro em algum momento e nem dar um ou dois passos para trás, enfim, deixemos o Flávio Gomes explicar melhor, abaixo:
Embora Bernie Ecclestone não admita, e pode ser apenas que não enxergue, dado o avançado da idade e da arrogância, a F-1 vive sua pior crise. Não, não precisam buscar no passado outras piores. Esqueçam. Crises anteriores eram bem específicas e muito midiáticas, tinham a ver com brigas políticas, como nos anos 80, quando alguns times resolveram peitar a FISA (o braço esportivo da FIA), ou segurança — depois das mortes de Senna e Ratzenberger, em 1994.
Eram, por assim dizer, crises “boas”. Todo mundo falava da F-1, os boicotes dividiam torcedores e fãs, as mortes chocavam e despertavam sentimentos e discussões. E havia ídolos, e eles eram bons.
A crise atual é de outra natureza. É a crise da indiferença.
Com índices de audiência caindo no mundo inteiro, minúscula participação da indústria automobilística, autódromos vazios, países desinteressados por GPs, poucos carros, pilotos inexpressivos técnica e pessoalmente, tecnologia incompreensível, corridas enfadonhas, a F-1 é, hoje, assunto para ninguém. Este é o seu grande problema: ninguém mais liga para ela.
O dinheiro continua sendo volumoso, porque ainda há gente disposta a gastar na F-1. Mas é cada vez menos, e por razões pouco nobres — basta ver a quantidade de países sem a menor tradição no automobilismo que ingressaram no calendário nos últimos anos. Abu Dhabi, Cingapura, Bahrein, Rússia, Índia, Coreia do Sul, Turquia e China desbancaram San Marino (OK, Itália, mas vocês entenderam), França, Portugal, Argentina, até a Alemanha corre o risco de perder seu GP porque não tem ninguém a fim de pagar a conta e assumir os prejuízos.
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| Ayrton Senna, Alain Prost e Michele Alboreto |
Estes novos GPs têm muito mais a ver com negócios do que com esporte. Basta ver
que alguns deles, como Turquia, Índia e Coreia do Sul, já foram para o vinagre
e estes países ficaram com o mico na mão — autódromos suntuosos e caríssimos
que não servem para mais nada. E ninguém, nestes países, lamentou a perda de
seu GP. Simplesmente se foram como chegaram, sem que alguém se importasse
realmente. Falo do público, naturalmente. Quem botou dinheiro nessas pistas e
corridas deve estar com vontade de matar um.
O grid de domingo em Melbourne foi das coisas mais deprimentes da história da categoria, mais até do que a corrida de meia-dúzia de carros em Indianápolis em 2005 — ali, outra crise midiática e ruidosa, a história dos pneus Michelin que podiam estourar a qualquer momento, foi notícia no mundo inteiro. Eram 15 alinhados na Austrália. Já se sabia quem ganharia. Já se sabia que a McLaren não faria nada. Dois abandonaram na primeira volta. Foram 90 minutos de nada acontecendo na pista. O mais rigoroso nada. Um espetáculo horrível. E aí?
Aí que, claro, ninguém quer ver um troço desses. A não ser, claro, os fãs de
sempre, os antigos, remanescentes de outras eras, que se irritam profundamente
com o que estão vendo justamente porque são… antigos. Porque já viram coisa
muito melhor. Porque se apaixonaram por esse negócio no passado. E os mais
jovens? Como convencer um garoto de 15 anos, um jovem de 25, um rapaz de 35 a
ver um treco tão chato? Eles ouvem dos mais velhos que a F-1 era sensacional.
Quando se detêm por alguns minutos diante da TV, assistem a algo que de
sensacional não tem nada. Desistem antes de ensaiar qualquer aproximação. Têm
coisa melhor para fazer durante uma hora e meia aos domingos. Internet, games
assustadoramente realistas, Tinder, Facebook, Twitter, GoPro, Instagram,
Snapchat. Não adianta. Eles não se conectam com algo que não lhes diz nada. Nem
mesmo alguma relação com seus carros de rua, quando os têm, encontram.
Automóvel, já escrevi sobre isso, não chega a ser um campeão de audiência para
a juventude. É caro, gasta gasolina, paga imposto e seguro, não tem onde parar,
não pode guiar depois de beber, é um estorvo.
O grid de domingo em Melbourne foi das coisas mais deprimentes da história da categoria, mais até do que a corrida de meia-dúzia de carros em Indianápolis em 2005 — ali, outra crise midiática e ruidosa, a história dos pneus Michelin que podiam estourar a qualquer momento, foi notícia no mundo inteiro. Eram 15 alinhados na Austrália. Já se sabia quem ganharia. Já se sabia que a McLaren não faria nada. Dois abandonaram na primeira volta. Foram 90 minutos de nada acontecendo na pista. O mais rigoroso nada. Um espetáculo horrível. E aí?
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| Ayrton Senna |
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| O quarteto fantástico - Senna, Prost, Mansell e Piquet |
E os personagens? Quem são esses caras aí? Pérez, Grosjean, Stevens, Magnussen, Kvyat, Ericsson, Verstappen, Sainz
Jr., Nasr, Merhi, Van der Garde? De onde vieram, para onde vão, o que
comem, o que pensam, onde vivem, como se reproduzem? Que diabos é uma Manor
Marussia?
É evidente que a F-1 se descolou da juventude. É evidente que precisa angariar novos fãs. É evidente que não pode viver de quem tem mais de 40 anos, principalmente porque quem tem mais de 40 anos faz comparações com o que viu no passado, e é covardia colocar lado a lado essa turminha de desconhecidos aí em cima com Mansell, Piquet, Patrese, Senna, Prost, Berger, Alesi, Fittipaldi, Stewart, Hunt, Lauda, Peterson, Berger, Schumacher, Cevert, Scheckter, Villeneuve, Jarier, De Angelis, Andretti, Regazzoni, Jabouille, Arnoux, Depailler, Laffite, Reutemann, Pironi, Ickx, Jones, Boutsen… Da mesma forma como é sacanagem falar em Toro Rosso, Manor e Force India quando já se teve Brabham, Tyrrell, Ligier, Arrows, Shadow, Alfa Romeo, Renault, até a Minardi. E, assim, que tem mais de 40 anos já está perdendo, ou já perdeu, a paciência e está em outra, não gosta nem de ver o que existe hoje, para não ficar com raiva e excesso de nostalgia.
E é aí que quer chegar. Nostalgia e saudosismo não são necessariamente ruins. Ao contrário, é algo que todo mundo tem, do jovem de 15 anos, que lembra com carinho e ternura dos desenhos que via na TV e dos brinquedos que tinha aos 5, ao senhor de 70 que olha para trás e se lembra de tanta coisa boa por que passou – muita gente, aliás, tem saudade e nostalgia inclusive de tempos que não viveu. A memória afetiva não deve ser desprezada, em resumo. Coisas, lugares, marcas, cenários, sabores, imagens, sons, tudo isso faz parte das nossas lembranças, e não há mal nenhum em revivê-las — quantas vezes, e vindo de gente de todas as idades, já ouvimos a frase “no meu tempo que era bom”?
É evidente que a F-1 se descolou da juventude. É evidente que precisa angariar novos fãs. É evidente que não pode viver de quem tem mais de 40 anos, principalmente porque quem tem mais de 40 anos faz comparações com o que viu no passado, e é covardia colocar lado a lado essa turminha de desconhecidos aí em cima com Mansell, Piquet, Patrese, Senna, Prost, Berger, Alesi, Fittipaldi, Stewart, Hunt, Lauda, Peterson, Berger, Schumacher, Cevert, Scheckter, Villeneuve, Jarier, De Angelis, Andretti, Regazzoni, Jabouille, Arnoux, Depailler, Laffite, Reutemann, Pironi, Ickx, Jones, Boutsen… Da mesma forma como é sacanagem falar em Toro Rosso, Manor e Force India quando já se teve Brabham, Tyrrell, Ligier, Arrows, Shadow, Alfa Romeo, Renault, até a Minardi. E, assim, que tem mais de 40 anos já está perdendo, ou já perdeu, a paciência e está em outra, não gosta nem de ver o que existe hoje, para não ficar com raiva e excesso de nostalgia.
E é aí que quer chegar. Nostalgia e saudosismo não são necessariamente ruins. Ao contrário, é algo que todo mundo tem, do jovem de 15 anos, que lembra com carinho e ternura dos desenhos que via na TV e dos brinquedos que tinha aos 5, ao senhor de 70 que olha para trás e se lembra de tanta coisa boa por que passou – muita gente, aliás, tem saudade e nostalgia inclusive de tempos que não viveu. A memória afetiva não deve ser desprezada, em resumo. Coisas, lugares, marcas, cenários, sabores, imagens, sons, tudo isso faz parte das nossas lembranças, e não há mal nenhum em revivê-las — quantas vezes, e vindo de gente de todas as idades, já ouvimos a frase “no meu tempo que era bom”?
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| Nelson Piquet - 1991 |
Se a F-1 foi boa, muito boa, no passado, talvez esteja no passado a chave para
que ela renasça. A assertiva pode parecer simplória, mas tem muita lógica: os
jovens de 15, 20, 30 anos gostavam da F-1 antes, e eram jovens como são jovens
os que têm 15, 20, 30 anos hoje; se gostavam, é porque a qualidade do
espetáculo como um todo era atraente; os jovens de hoje são tão jovens quanto
eram jovens os de ontem, e se não gostam de algo que a juventude sempre gostou,
é porque esse algo deixou de ser atraente. Não é culpa dos jovens, se é que me
entendem.
Parece confuso, não? OK, é um pouco. Relendo o que escrevi, é quase incompreensível.
O que quero dizer é que se a F-1 agradava quem tinha 20 anos antes, não há motivo para que não agrade quem tem 20 anos hoje, a não ser que o produto que está sendo entregue seja uma porcaria, muito diferente daquele do passado.
E a F-1 de hoje não tem nada a ver com a F-1 do passado. É uma porcaria. Um amontoado de bobagens do ponto de vista técnico, protagonizado por personagens anódinos que produzem um espetáculo ruim. Simples assim: o espetáculo é ruim. Perdeu todos seus atrativos: o barulho, a variedade de marcas e modelos, os cenários clássicos e históricos, as cores, os personagens, a competição. E no mundo de hoje, com tantas alternativas de diversão e entretenimento, um espetáculo ruim só gera uma coisa nos mais jovens: indiferença. Os jovens não acham a F-1 chata, desinteressante, entediante, aborrecida. Eles simplesmente não acham nada. Nem sabem que existe. Não faz parte de seu mundo. É uma abstração, como um disco de vinil ou um videocassete.
Não é muito difícil fazer uma F-1 parecida com a do passado, de forma a reativar na mente e nos corações de quarentões e cinquentões a paixão que ela despertou neles quando eram mais novos. Se se apaixonarem de novo, dirão aos mais jovens que estão apaixonados de novo. E esses jovens podem, por que não? Se apaixonar também por algo de que apenas ouviram falar, e nunca viram de verdade.
Parece confuso, não? OK, é um pouco. Relendo o que escrevi, é quase incompreensível.
O que quero dizer é que se a F-1 agradava quem tinha 20 anos antes, não há motivo para que não agrade quem tem 20 anos hoje, a não ser que o produto que está sendo entregue seja uma porcaria, muito diferente daquele do passado.
E a F-1 de hoje não tem nada a ver com a F-1 do passado. É uma porcaria. Um amontoado de bobagens do ponto de vista técnico, protagonizado por personagens anódinos que produzem um espetáculo ruim. Simples assim: o espetáculo é ruim. Perdeu todos seus atrativos: o barulho, a variedade de marcas e modelos, os cenários clássicos e históricos, as cores, os personagens, a competição. E no mundo de hoje, com tantas alternativas de diversão e entretenimento, um espetáculo ruim só gera uma coisa nos mais jovens: indiferença. Os jovens não acham a F-1 chata, desinteressante, entediante, aborrecida. Eles simplesmente não acham nada. Nem sabem que existe. Não faz parte de seu mundo. É uma abstração, como um disco de vinil ou um videocassete.
Não é muito difícil fazer uma F-1 parecida com a do passado, de forma a reativar na mente e nos corações de quarentões e cinquentões a paixão que ela despertou neles quando eram mais novos. Se se apaixonarem de novo, dirão aos mais jovens que estão apaixonados de novo. E esses jovens podem, por que não? Se apaixonar também por algo de que apenas ouviram falar, e nunca viram de verdade.
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| Ayrton Senna, Jean Marie-Balestre (de óculos escuros) e Michele Alboreto |
Para isso, é preciso simplificar as coisas. Deixar de lado esses motores
incompreensíveis, por exemplo. V8 aspirados de 2,4 litros e barulhentos, que
tal? Toda fábrica de automóveis é capaz de fazer motores V8 aspirados de 2,4
litros e barulhentos. Qualquer uma. Não custa caro. Muito menos do que se
investiu nessas unidades de força que daqui a menos de dois anos serão apenas
lixo tecnológico. O som dos motores, ainda que muita gente ache que isso é uma
irrelevância, não é. Escutar um motor rugindo, machucar o ouvido, tremer na
arquibancada à passagem de uma Ferrari, é experiência que só quem teve sabe o
que é, e não pode ser descartada. É como proibir uma torcida de gritar “gol”
num estádio. Não faz sentido. Câmbio padrão, com liberdade para escolher
relações de marcha. Medidas fixas de comprimento, altura e largura e peso
mínimo, e a partir disso cada um faz o que bem entender. Mais de uma marca de
pneus. Uso limitado de túnel de vento. Asas dianteiras e traseiras sem
apêndices. Fim da asa móvel. Limite de mecânicos em pit stops. Treinos de
classificação na sexta e no sábado com soma de tempos. Warm up. Sim, warm up,
tinha coisa mais legal do que o treino de domingo de manhã para quem chegava
cedo aos autódromos? Possibilidade de fazer testes particulares em pistas que
não estão no calendário, mas com limite do número de dias por ano. Venda de
chassis do ano anterior para equipes menores. Teto de gastos.
Aproximação dos pilotos com o público, sessões de autógrafos, motorhomes menos herméticos e paquidérmicos que custam um absurdo, a inutilidade mais cara do planeta, fim do esquema rígido de entrevistas coletivas, mais liberdade para essa gente falar o que quiser quando quiser, ingressos mais baratos, mais corridas em países tradicionais como França, Portugal, Argentina, Holanda, Suécia, Itália, Inglaterra.
Aproximação dos pilotos com o público, sessões de autógrafos, motorhomes menos herméticos e paquidérmicos que custam um absurdo, a inutilidade mais cara do planeta, fim do esquema rígido de entrevistas coletivas, mais liberdade para essa gente falar o que quiser quando quiser, ingressos mais baratos, mais corridas em países tradicionais como França, Portugal, Argentina, Holanda, Suécia, Itália, Inglaterra.
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| Gerhard Berger |
Não é complicado. Basta querer. Mas é um modelo que nada tem a ver com o atual,
exige ruptura e, sobretudo, apoio daqueles que, hoje, estão por cima da carne
seca e terão de abrir mão da hegemonia que impuseram aos demais — hoje é a
Mercedes, mas se eu escrevesse este texto três anos atrás, seria a Red Bull;
dez anos atrás, a Ferrari.
Parece muito claro que no formato que a F-1 é disputada hoje, o destino é a morte lenta e melancólica, minguando a cada dia, sendo abandonada pelos velhos fãs e incapaz de seduzir novos. Hoje, tirando aqueles que se encantaram no passado e ainda têm esperança de que os bons tempos — terrível, o clichê, mas é o que temos pra hoje — voltem, ninguém mais liga para ela.
É a indiferença o grande veneno que está matando a F-1. O antídoto está lá atrás. É só olhar no espelho.
Parece muito claro que no formato que a F-1 é disputada hoje, o destino é a morte lenta e melancólica, minguando a cada dia, sendo abandonada pelos velhos fãs e incapaz de seduzir novos. Hoje, tirando aqueles que se encantaram no passado e ainda têm esperança de que os bons tempos — terrível, o clichê, mas é o que temos pra hoje — voltem, ninguém mais liga para ela.
É a indiferença o grande veneno que está matando a F-1. O antídoto está lá atrás. É só olhar no espelho.
Flávio Gomes - 18/03/2015
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| Niki Lauda com sua esposa e Prost ao fundo |
E agora volto a palavra...
O primeiro ano em que me lembro de acompanhar a Fórmula 1 foi 1991, antes disso apenas flashs. Lembro com perfeição da vitória no GP Brasil de Ayrton Senna, da vitória do Nelson Piquet no Canadá com um dos carros mais bonitos da histáoria, na minha opinião, com Nigel Mansell quebrando na última volta e Piquet mais uma vez imortaliza o momento dizendo após a prova que quase teve um orgasmo quando viu o carro de Mansell que estava quase 50 segundos a frente encostado na grama. E para finalizar 1991, lembro-me como se tivesse sido domindo passado o Nigel Mansell (sempre ele), perder o controle de sua Williams no Japão e entregar o título daquele ano para Ayrton Senna.
O primeiro ano em que me lembro de acompanhar a Fórmula 1 foi 1991, antes disso apenas flashs. Lembro com perfeição da vitória no GP Brasil de Ayrton Senna, da vitória do Nelson Piquet no Canadá com um dos carros mais bonitos da histáoria, na minha opinião, com Nigel Mansell quebrando na última volta e Piquet mais uma vez imortaliza o momento dizendo após a prova que quase teve um orgasmo quando viu o carro de Mansell que estava quase 50 segundos a frente encostado na grama. E para finalizar 1991, lembro-me como se tivesse sido domindo passado o Nigel Mansell (sempre ele), perder o controle de sua Williams no Japão e entregar o título daquele ano para Ayrton Senna.
Depois de 1991 veio o título de Mansell em 1992, ano fácil para o inglês. Em 1993 o quase mítico Alain Prost conquistando seu quarto título mundial e aí por diante.
Imagine eu, com sete anos de idade apaixonado na frente da TV em 1991 sem piscar os olhos gravando tudo isso na minha mente, aos nove vi meu maior ídolo morrer ao vivo diante dos meus olhos no muro de San Marino e etc.
Foi lá pelos meus sete anos de idade que simpatizei com um piloto que já não frequentava mais as primeiras posições, um italiano chamado Michele Alboreto, isso tudo graças a maravilha que era a Fórmula 1, ele morreu em 2001 e até hoje é o meu piloto favorito. Não imagino hoje uma criança simpatizando por um Romain Grosjean da vida, ou qualquer outro, os moldes que a categoria tomou não dão espaço mais para a paixão que ela proporcionava.
Um dos meus sonhos é assistir Fórmula 1 com meu filho que ainda nem está a caminho do mundo, é ele me acordar no domingo as 8:45 da manhã pra eu não perder a volta de apresentação.
Mas do jeito que as coisas andam pelos lados da Fórmula 1, vou continuar para o resto da vida assistindo sozinho, por que um garoto de sete anos nunca será apaixonado por esse esporte como eu era em 1991.
Ou muda ou morre.
Imagine eu, com sete anos de idade apaixonado na frente da TV em 1991 sem piscar os olhos gravando tudo isso na minha mente, aos nove vi meu maior ídolo morrer ao vivo diante dos meus olhos no muro de San Marino e etc.
Foi lá pelos meus sete anos de idade que simpatizei com um piloto que já não frequentava mais as primeiras posições, um italiano chamado Michele Alboreto, isso tudo graças a maravilha que era a Fórmula 1, ele morreu em 2001 e até hoje é o meu piloto favorito. Não imagino hoje uma criança simpatizando por um Romain Grosjean da vida, ou qualquer outro, os moldes que a categoria tomou não dão espaço mais para a paixão que ela proporcionava.
Um dos meus sonhos é assistir Fórmula 1 com meu filho que ainda nem está a caminho do mundo, é ele me acordar no domingo as 8:45 da manhã pra eu não perder a volta de apresentação.
Mas do jeito que as coisas andam pelos lados da Fórmula 1, vou continuar para o resto da vida assistindo sozinho, por que um garoto de sete anos nunca será apaixonado por esse esporte como eu era em 1991.
Ou muda ou morre.
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| Briefing dos pilotos nos anos 70 |
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...
quinta-feira, 19 de março de 2015
F1 2015 - E com a palavra, Felipe Nasr...
Piloto com a melhor estreia da história há Fórmula 1 entre brasileiros,
Felipe Nasr falou um pouquinho das sensações vividas na corrida australiana,
falou sobre o decorrer de 2015 e do trabalho que a equipe pode fazer para
chegar mais longe.
"É um adicional para todos do time. Acho que é
motivação para todo mundo, todos os mecânicos. Só mostra que a equipe progrediu
bem em relação ao ano passado. E ainda acho que há margem para mais. Se
pudermos investir mais no carro, creio que há mais potencial por vir",
disse.
Nasr disse que não esperava o resultado, e se disse aliviado com a estreia:
"Não esperava, para ser honesto. Mas no final foi um
alívio para todos, para mim e para o time. Estou feliz que tudo deu certo na
corrida, porque sabemos como as coisas podem ser, especialmente na primeira
corrida. Pode ser bem caótico", seguiu.
"É incrível, tenho de dizer. Acho que ninguém estava esperando isso. Foi um exercício para mim, inclusive mental, manter tudo sob controle e focar quando estava no carro. Mostra que a equipe está pronta, eles nunca desistiram. Mostra a determinação do pessoal. Eles sabiam o potencial e puderam alcançá-lo", elogiou.
"Estou agradecido que foi uma corrida limpa, sem problemas no carro, o pit-stop foi bem, a estratégia também. É difícil ter dias assim, sendo realista. Como eu disse: estávamos prontos para isso e aproveitamos a oportunidade", encerrou.
Rômulo Rodriguez Albarez – São Paulo/SP - ...
"É incrível, tenho de dizer. Acho que ninguém estava esperando isso. Foi um exercício para mim, inclusive mental, manter tudo sob controle e focar quando estava no carro. Mostra que a equipe está pronta, eles nunca desistiram. Mostra a determinação do pessoal. Eles sabiam o potencial e puderam alcançá-lo", elogiou.
"Estou agradecido que foi uma corrida limpa, sem problemas no carro, o pit-stop foi bem, a estratégia também. É difícil ter dias assim, sendo realista. Como eu disse: estávamos prontos para isso e aproveitamos a oportunidade", encerrou.
Rômulo Rodriguez Albarez – São Paulo/SP - ...
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F1 2015 - Manor - Por Jules e para Jules
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| Jules Bianchi e John Booth em 2014 |
Isso porque os pontos conquistados geram prêmios em dinheiro, e foi esse dinheiro que deu a possibilidade da equipe continuar, foram cerca de € 30 milhões (R$ 105 mi).
“Eu penso em Jules quase todos os dias...” Afirmou John Booth em entrevista à revista francesa 'Auto-Hedbo'
“Eu penso nele e sobre o quanto gostaria que estivesse aqui conosco. Nós não conseguimos colocar os nossos carros na pista em Melbourne, mas nós vencemos nossa primeira batalha. E eu desejo muito que Jules também consiga vencer a sua própria luta.”, completou.
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| John Booth com a dupla da Manor para 2015, Roberto Merhi e Will Stevens |
Rômulo Rodriguez Albarez – São Paulo/SP - ...
F1 2015 - GP da Austrália
Ufa! Começou, já era hora... E começou meio murcha mas era o
que tinha pra domingo. Dos 20 carros inscritos para o mundial d 2015, apenas 15
largaram, vamos lá:
A Manor se quer conseguiu ligar os seus carros durante todo o fim de semana, Valtteri Bottas foi impedido pelos médicos da FIA de correr por estar com fortes dores nas costas, a McLaren de Kevin Magnussen, que estava substituindo Fernando Alonso parou antes mesmo de dar a volta de instalação, assim como a Red Bull de Daniil Kyuat, que também parou no meio da pista.
Enfim os 15 carros alinhados e foi dada a largada, após a primeira curva Pastor Maldonado fez o que sabe fazer de melhor, destruir carros, espatifou-se com sua Lotus no muro de proteção e o safety car entra na pista.
Enquanto isso o estreante Felipe Nasr da Sauuber pulava de 11º para 6º, foi consistente a corrida toda, na relargada passou a Toro Rosso de Carlos Sainz Jr para ficar na quinta posição e não sair mais, mesmo com os ataques de Daniel Ricciardo e Kimi Raikkonen, o brasileiro fez uma corrida perfeita, sem erros, correu como um veterano.
A Manor se quer conseguiu ligar os seus carros durante todo o fim de semana, Valtteri Bottas foi impedido pelos médicos da FIA de correr por estar com fortes dores nas costas, a McLaren de Kevin Magnussen, que estava substituindo Fernando Alonso parou antes mesmo de dar a volta de instalação, assim como a Red Bull de Daniil Kyuat, que também parou no meio da pista.
Enfim os 15 carros alinhados e foi dada a largada, após a primeira curva Pastor Maldonado fez o que sabe fazer de melhor, destruir carros, espatifou-se com sua Lotus no muro de proteção e o safety car entra na pista.
Enquanto isso o estreante Felipe Nasr da Sauuber pulava de 11º para 6º, foi consistente a corrida toda, na relargada passou a Toro Rosso de Carlos Sainz Jr para ficar na quinta posição e não sair mais, mesmo com os ataques de Daniel Ricciardo e Kimi Raikkonen, o brasileiro fez uma corrida perfeita, sem erros, correu como um veterano.
Nasr obteve a melhor estreia de um brasileiro na história da Fórmula 1.
Lá na frente como em 2014, as Mercedes sobraram com Lewis Hamilton em primeiro e Nico Rosberg em segundo. Felipe Massa fez uma ótima corrida, mas após sua parada nos boxes ficou preso atrás de Daniel Ricciardo e acabou perdendo a terceira posição para o estreante da Ferrari, Sebastian Vettel, que fechou o pódio.
Massa parece estar novamente em boa fase e se Nasr confirmar nas próximas corridas o ritmo que teve na Austrália, o Brasil parece que terá um ano melhor do que teve nos últimos anos.
Eu ia comentar sobre a péssima estratégia da tv lá e a má narração do rapaz lá mas deixa pra lá.
A próxima corrida acontece dia 29, na Malásia.
Resultado Final
Rômulo Rodriguez Albarez – São Paulo/SP - ...
sexta-feira, 13 de março de 2015
F1 2015 - Giedo Van Der Garde X Sauber - E o "defunto" era menor...
E ontem depois do primeiro treino livre do ano, Giedo Van Der Garde deu as caras no autódromo para correr.
Levou um chá de cadeira da Sauber e ao entrar nos boxes da equipe, todos os mecânicos deram as costas para o holandês e depois saíram da garagem, o deixando só com o carro.
É, a vida não está e não fácil.
Para completar, o holandês teve que vestir o pequeno macacão do sueco Marcus Ericsson, e a cena foi patética, Giedo com o macaão menor que o necessário e ainda por cima com a bandeira da Suécia, nome e número de Ericsson.
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - chove chuva...
Levou um chá de cadeira da Sauber e ao entrar nos boxes da equipe, todos os mecânicos deram as costas para o holandês e depois saíram da garagem, o deixando só com o carro.
É, a vida não está e não fácil.
Para completar, o holandês teve que vestir o pequeno macacão do sueco Marcus Ericsson, e a cena foi patética, Giedo com o macaão menor que o necessário e ainda por cima com a bandeira da Suécia, nome e número de Ericsson.
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| Chega a ser ridículo |
quinta-feira, 12 de março de 2015
F1 2015 - Caso Van Der Garde X Sauber - Qual a chance?
Alguns pilotos se solidarizaram com o holandês Giedo Van Der
Garde, dentre ele Jenson Button, entre outros. Confira abaixo:
“O que me surpreende mais são os comentários da Sauber
dizendo que é uma questão de segurança com ele dirigindo o carro. É uma
vergonha que eles tenham ido nesta direção. Porque a segurança é sempre uma
preocupação do automobilismo. Pessoalmente, ele dirigir o carro não é uma
questão de segurança e acho injusto usar isso contra Giedo.” Disse Jenson
Button ao canal ''Sky Sports''.
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| Giedo Van Der Garde ao lado de Sergio Perez, um de seus defensores |
“Essa não deve ser a forma das pessoas tratarem os pilotos.
Eles precisam respeitar os pilotos. Um piloto pode ser bem poderoso. Estamos
trabalhando aqui. Precisamos deste trabalho e desta carreira. Não é justo
quando as pessoas não estão tratando você da forma que deveriam.” Disse Sergio
Perez.
“Eu acho que é justo o que ele está fazendo. Está apenas
lutando por aquilo que merece e que lhe prometeram.” Disse Nico Hulkenberg.
Já Felipe Massa, ex-piloto da própria Sauber se disse triste
pela situação inaceitável em que a equipe suíça se colocou:
“É muito triste ver este tipo de coisa acontecendo a apenas alguns dias da primeira corrida. Eu não fico feliz, principalmente pelo que a equipe está fazendo, assinar com três pilotos para o campeonato. Um deles tinha um contrato e, em seguida, eles assinam com outros dois. Eu me sinto muito triste. É estranho. Não é bom para o esporte.” Declarou o piloto da Williams, Felipe Massa.
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| Felipe Massa nos tempos de Sauber |
No quesito direito trabalhista, Giedo está sim correto e com certeza os outros
pilotos estão se colocando no lugar dele, mas ainda fico acho que a forma como
ele vem tratando do assunto, querendo uma vaga a qualquer custo, está errada.
Imagino como será a empreitada do holandês na corrida da Austrália se ele correr mesmo, a sua inteira disposição apenas o carro, do lado de fora do carro ele mesmo o liga, entra, aperta o próprio sinto, aí se lembrará que tem que tirar o carrinho debaixo do carro, solta o cinto, tira o macaco, volta para o carro e se prede ao cinto novamente. Na hora do pit stop para o carro, sai para trocar os pneus e ajustar as asas. É amigo, a vida não será fácil e não é pra menos.
Aí me pergunto, qual a chance de isso dar certo?
Imagino como será a empreitada do holandês na corrida da Austrália se ele correr mesmo, a sua inteira disposição apenas o carro, do lado de fora do carro ele mesmo o liga, entra, aperta o próprio sinto, aí se lembrará que tem que tirar o carrinho debaixo do carro, solta o cinto, tira o macaco, volta para o carro e se prede ao cinto novamente. Na hora do pit stop para o carro, sai para trocar os pneus e ajustar as asas. É amigo, a vida não será fácil e não é pra menos.
Aí me pergunto, qual a chance de isso dar certo?
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...
F1 2015 - Vida longa e próspera para Marcus Ericsson e Felipe Nasr
Amigos, há quanto tempo que não vos escrevo, tenho estado muito ocupado com emprego novo e outras coisas da vida, graças a Deus tudo anda bem.
Falando em vida, nesse tempo longe ela terminou para algumas pessoas que gostaria de citar, Leonard Nimoy, que fez parte da minha infância com o sempre exemplar Spock e sua “próspera e longa vida”, e falando em longa, a “longa estrada da vida” terminou para um dos pais do sertanejo brasileiro, José Rico vai deixar saudade e meio que sem saber acabou levando a rainha do sertanejo, Inezita Barroso. Que descansem em paz.![]() |
| Inezita Barroso, José Rico E Leonard Nimoy |
Enfim chegamos na semana da primeira corrida do ano.
Os testes da Fórmula 1 terminaram e eu nem pude postar nada, o que se sabe e o
que se diz é que a Mercedes vai destruir a concorrência novamente. Seguida pela
Williams, Ferrari e Red Bull, a Sauber andou bem mas já já falamos dela.
A McLaren foi quase um desastre e terminou de maneira desastrosa, além de ter sido a equipe que menos andou, ainda teve um acidente estranho que deixou Fernando Alonso por três dias no hospital e fora da primeira etapa do mundial.
Mas o acidente do espanhol foi “esquecido” nessa semana, pois a notícia mais
acompanhada foi a de que o terceiro piloto da Sauber de 2014, Giedo Van Der
Garde resolveu entrar na justiça australiana (palco da primeira etapa) para reivindicar
a vaga de titular em 2015 que, segundo ele tem contrato, promessa, whatsapp,
mensagem no facebook e selfie com a papelada de que prova que ele tem o
direito.
E não é que ele ganhou nos tribunais o direito, já tem noticia dizendo que tem mecânico da equipe querendo dar uma boa surra nele.
A Sauber tem como titulares os pilotos Felipe Nars e Marcus Ericsson para esse ano, e ambos estão inscritos para a primeira corrida. Para o holandês, o problema é da equipe e a mesma terá que se virar para tirar um dos dois e colocar o rabicó dele em um dos carros.
Na minha opinião isso é ridículo, pode até ser que a Sauber tenha com ele esse contrato e que não o cumpriu, mas choramingar pra correr é se humilhar demais, se vai processar, que seja apenas pela quebra do contrato, e não pra correr, que futuro ele acha que terá na categoria, ou em qualquer outra, quem vai querer firmar acordo com ele?
Conquistar uma vaga em uma equipe de Fórmula 1 exige talento e infelizmente hoje em dia uma boa quantia de grana.
Qual o clima que ele espera encontrar na equipe se realmente for correr? E digo mais, qual o clima que ele espera encontrar com todos os outros pilotos e equipes?
Aos atuais pilotos e queridos na equipe, terão que aguardar pra ver o desfecho, imagino o que deve estar passando na cabeça dos dois, que estão proibidos de dar entrevistas. Espero muito que continuem os dois na equipe.
Concordo que se tinha um processo a Sauber errou, mas não concordo em ir nos tribunais para requerer a vaga. Ou ele está querendo 15 minutos de fama, já que pelo talento nas pista (que ele não tem muito) nunca vai conseguir, ou é muito sem noção.
A McLaren foi quase um desastre e terminou de maneira desastrosa, além de ter sido a equipe que menos andou, ainda teve um acidente estranho que deixou Fernando Alonso por três dias no hospital e fora da primeira etapa do mundial.
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| Fernando Alonso |
E não é que ele ganhou nos tribunais o direito, já tem noticia dizendo que tem mecânico da equipe querendo dar uma boa surra nele.
A Sauber tem como titulares os pilotos Felipe Nars e Marcus Ericsson para esse ano, e ambos estão inscritos para a primeira corrida. Para o holandês, o problema é da equipe e a mesma terá que se virar para tirar um dos dois e colocar o rabicó dele em um dos carros.
Na minha opinião isso é ridículo, pode até ser que a Sauber tenha com ele esse contrato e que não o cumpriu, mas choramingar pra correr é se humilhar demais, se vai processar, que seja apenas pela quebra do contrato, e não pra correr, que futuro ele acha que terá na categoria, ou em qualquer outra, quem vai querer firmar acordo com ele?
Conquistar uma vaga em uma equipe de Fórmula 1 exige talento e infelizmente hoje em dia uma boa quantia de grana.
Qual o clima que ele espera encontrar na equipe se realmente for correr? E digo mais, qual o clima que ele espera encontrar com todos os outros pilotos e equipes?
Aos atuais pilotos e queridos na equipe, terão que aguardar pra ver o desfecho, imagino o que deve estar passando na cabeça dos dois, que estão proibidos de dar entrevistas. Espero muito que continuem os dois na equipe.
Concordo que se tinha um processo a Sauber errou, mas não concordo em ir nos tribunais para requerer a vaga. Ou ele está querendo 15 minutos de fama, já que pelo talento nas pista (que ele não tem muito) nunca vai conseguir, ou é muito sem noção.
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| Marcus Ericsson e Felipe Nasr |
E vamos lá que fim de semana tem corrida, ufa!
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - #SaudadesF1
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