segunda-feira, 3 de novembro de 2014

F1 2014 - GP dos Estados Unidos

Moramos no país do futebol, aceitemos esse fato. Quem não tem TV a cabo não viu o GP dos EUA, assim como eu.
Ainda não consegui parar pra ler como foi a corrida, mas o que sei está aí embaixo.
Nico Rosberg ensaiou uma reação na disputa pelo campeonato, largou na pole com Lewis Hamilton em segundo, Bottas e Massa da Williams em terceiro e quarto respectivamente.
Pelo que ouvi falar, Rosberg foi engolido, destroçado e aniquilado por Hamilton na corrida, o inglês caminha tranquilo para o título.
Felipe Massa mais uma vez largou atras de seu companheiro, porém como de costume largou bem e passou Bottas já na largada assumindo assim, a terceira posição.

Lewis Hamilton e Nigel Mansell em 2014
O brasileiro terminou em quarto, já que um pit stop lento da Williams deu a Daniel Ricciardo o último lugar no pódio, ou seja, o terceiro lugar.
Lewis Hamilton conseguiu um feito importante e histórico, com o triunfo de ontem ele passou em vitórias o também britânico, Nigel Mansell. Agora Lewis é o súdito da rainha com mais vitórias na história da Fórmula 1.


A próxima corrida é aqui em nossas terras, já essa semana.


Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...

domingo, 2 de novembro de 2014

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

F1 2014 - O GP dos EUA e suas "cabeças"...

Corridas "especiais" como Mônaco e Cingapura geralmente vem recheada com capacetes especias, e nos EUA nesse fim de semana parece que a Fórmula 1 achou mais um local propício para isso.
Abaixo os capacetes que alguns pilotos usarão, Sebastian Vettel vem de Capitão América, Adrian Sutil vem de "Top Gun", enquanto Romain Grosjean vem homenageando o ator, e seu amigo Matt LeBlanc.




Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...

F1 1977 - É por essas e outras que amamos James Hunt...

Aí o cara sai da corrida, desce desolado do carro, está se direcionando para o meio da pista sem rumo onde pode ser atropelado, é "salvo" pelo fiscal e ainda dá um sono no rosto do pobre coitado, que cai de bunda no chão, não contente e mais que prontamente vai e pede desculpas para o fiscal de pista ao ver a merda que fez.

Esse é James Hunt.


Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

F1 2014 - Sobre Jules Bianchi - Comunicado da Família

Quase quatro semanas após o acidente que deixou Jules Bianchi em coma com uma grave lesão no cérebro, a família do francês, após algumas especulações de que o piloto seria transferido para o mesmo hospital onde Michael Schumacher foi tratado na Suíça para dar prosseguimento em seu tratamento, tratou de afastar os boatos com mais um comunicado sobre o estado de saúde de Jules.


Abaixo:


"Vão se completar quatro semanas no próximo domingo desde o acidente de Jules, e ele permanece no Hospital Geral de Mie em Yokkaichi. Sua condição continua sendo classificada como crítica, mas estável pelos profissionais médicos. Apesar de não termos novas informações a dar, reconhecemos que há um grande número de pessoas que estão apoiando Jules no mundo todo e o ajudando em sua luta. Nós devemos isso aos muitos fãs que seguem mandando mensagens, e fornecemos alguma informação, seja ela qual for.

 Jules de fato continua em sua luta. Embora haja algumas informações em relação ao seu tratamento, Jules vai continuar lutando aqui em Yokkaichi. Nós estamos dando um passo de cada vez.

 Mais uma vez, gostaríamos de agradecer pela paciência e compreensão que tem sido mostrada à nossa família neste momento tão difícil. Também seguimos confortados pela consciência de que Jules está recebendo o melhor tratamento possível no Centro Médico de Mie, com os médicos em constante contato com os neurocirurgiões da Universidade La Sapienza, de Roma, e o professor Gérard Saillant, presidente da Comissão Médica da FIA.

Nós vamos fornecer mais informações quando for apropriado. Por enquanto, muito obrigado a todos que continuam mantendo Jules em seus pensamentos e orações."


Família Bianchi

#ForzaJules

Rômulo Rodriguez Albarez – São Paulo/SP - ...

F1 2014 - Uma surpresa de arrepiar para Fernando Alonso em NY

É de arrepiar...


Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

F1 1974 - Os 40 anos do bicampeonato de Emerson Fittipaldi #HisNameIsEmmo

Esse mês completou-se 40 anos do segundo título de Emerson Fittipaldi e o primeiro da McLaren, mais precisamente no dia seis de outubro de 1974, no circuito de Watkins Glen, EUA.
E pra não passar despercebido, a McLaren fez um vídeo bem legal homenageando o nosso Emmo e relembrando os bons tempos. Confira:
 


Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

F1 2014 - Por que todos gostam do Daniel Ricciardo?

Não precisa de comentários.

Go Ricciardo go!!!

Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...

F1 - E com a palavra, o filho de Nelson, Pedro Piquet...

Em setembro, Pedro Piquet conquistou, após sua nona vitória no ano, a título brasileiro de Fórmula 3, com duas etapas de antecedência. Aos 16 anos, o filho do tricampeão Nelson Piquet vem aos poucos se tornando mais uma promessa brasieleira para a Fórmula 1, quem sabe.

Pedro afirma não sentir a pressão de ter o sobrenome Piquet e nem de ter que corresponder as expectativas da torcida brasileira, e diz que irá fazer o melhor para a sua carreira.

“Eu não sinto nenhuma pressão para vencer. O público pode até criar uma expectativa a mais, mas eu não sinto nenhuma pressão extra por conta de ser filho de um ex-piloto de F-1. Muita gente me diz que tenho que representar o Brasil, mas eu vou fazer o melhor possível. Vou me esforçar para construir uma boa carreira, uma carreira vitoriosa, e ver o que acontece. Talvez eu consiga chegar lá, talvez não. Mas vou fazer o melhor trabalho possível para isso.” Afirma o brasiliense.

Pedro, que é o caçula de Nelson, conta o apoio que seu pai e de seus irmãos, Nelsinho, Geraldo e Laszlo, dão a ele.

“O meu pai me passa dicas sim, ele já viveu isso e sabe como é. Dá para ver a diferença dele para outros pais de pilotos. Ele tenta de vez em quando não interferir, deixar que eu me vire por conta própria, mas às vezes ele também interfere. E ajuda, conversa sobre o futuro, o acerto do carro. Tudo o que eu pergunto para ele, ele me responde. O Nelsinho, que corre com carros mais parecidos com os meus, me passa conselhos de como é na Europa, como são as corridas, e também me ajuda a conseguir patrocínios.” Explica Pedro.

Ele fala também sobre os passos da carreira, como são os planos e diz também que o objetivo é, claro, a Fórmula 1.

“Acho que não dá para pensar em um cronograma, porque você não sabe como vai se sair nas outras categorias. A gente tenta pensar sempre no ano seguinte. Eu tento andar o máximo que posso, testo carros diferentes para ganhar experiência. O foco principal, creio que de qualquer piloto que corre de monopostos, é evoluir de categoria até chegar à Fórmula 1. Mas, se surgir a oportunidade de correr em outros carros, como os de Le Mans ou DTM, eu estaria muito feliz de poder guiá-los também."
No ano que vem o Max Verstappen, também filho de ex-piloto, de apenas 17 anos irá estrear na Fórmula 1, o que não altera os planos de Pedro, que fala com segurança sobre o colega de profissão e também cita suas referências nas pistas.

“Você deve chegar à F-1 perto de seu auge. Acho que o Max é um bom piloto, mas talvez tenha acontecido um pouquinho cedo demais. Talvez ele poderia ter feito um ano em categorias mais fortes, como a GP2. Nos carros de hoje, você não anda mais no limite o tempo todo, então os estreantes estão tendo uma vida mais fácil, comparando com antigamente. Acho o Vettel um cara muito legal, porque é um piloto na dele, que foi quatro vezes campeão do mundo. Fiquei muito impressionado de o Daniel Ricciardo ter conseguido andar na frente dele este ano, acho que ninguém esperava. Em termos de velocidade, aponto o Hamilton como mais rápido. Mas, como piloto mais completo, acho que é o Alonso. Ele é muito bom durante as corridas, só falta um carro competitivo para poder ser campeão de novo.” Finalizou Pedro Piquet.

O EntrelinhasF1 acompanha de perto a carreira de Pedro Piquet.
fonte: globo

Rômulo Rodriguez Albarez – São Paulo/SP - ...

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

F1 2014 - Rubens Barrichello não é mais comentarista da Rede Globo

Na opinião deste que sempre vos escreve, uma das coisas mais legais nas transmissões das corridas da Fórmula 1 na RG eram as entrevistas de Rubens Barrichello antes das corridas.
Quem me conhece sabe que odeio perder que seja cinco minutos de sono, mas quando o Rubinho começou a fazer as entrevistas e a transmissão ganhou 15 minutos a mais, eu acordava pra ver o lado mais humano dessa categoria que só afasta de si esse lado.
Mas essa semana foi anunciada (não sei se de maneira oficial) que Rubens Barrichello estava se desligando de suas funções.
No diz que me diz, falasse que Barrichello vinha causando algum desconforto com a equipe e até mesmo se desentendendo com colega de trabalho.
Enfim, uma perda e tanto, Rubens Barrichello com seu conhecimento trazia certa qualidade aos comentários pela experiência que tem, mas sabe-se que nunca foi jornalista. Uma pena.

Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

F1 1952 - E com a palavra, Juan Manuel Fangio...

Duas frases sempre me dão ânimo no kart após uma corrida ruim. A primeira é do meu amigo e mentor das pistas Walter Zulin:

"Quilometragem, quilometragem..."

A outro é de um certo pentacampeão de Fórmula 1, ao meu ver seu único defeito foi ter nascido argentino (rsrs), mas isso não importa, a frase é:

"Corridas são corridas..."

Juntando as duas frases entendo que, em corridas boas ou ruins você deve sempre tirar algo de bom, guardar as experiências vividas naquele momento, assim na próxima corrida você fará melhor, use tudo, seja bom ou ruim para tirar lições válidas para te fazer melhor, tanto dentro, quanto fora das pistas.

Abaixo, Juan Manuel Fangio fala sobre sua corrida favorita, o GP de Monza de 1953, na Itália.
Ele fala sobre também sobre o GP de Monza de 1952, quando sofreu o pior acidente de sua carreira, e ali mesmo na Itália, um ano depois conquistaria uma vitória épica, contra adversários fortes e o público vibrante, com a palavra, Juan Manuel Fangio:

Monza fornece-me um de minhas piores, bem como uma das minhas melhores lembranças das corridas de Fórmula 1. No caso do pior, porque foi em Monza em junho de 1952 que eu ao bater, sofri lesões que me mantiveram inativo por seis meses. No caso do melhor, porque no ano seguinte – após a temporada mais frustrante da minha carreira – voltei a Monza para disputar o GP da Itália.
Após o acidente, voltei às competições em janeiro de 1953, cheio de otimismo, cheio de vontade de ganhar. O velho espírito competitivo que sempre me fez vibrar precisa estar presente em mim, pensei, depois de seis longos meses longe dos circuitos. Mas, no afã do meu entusiasmo, eu não ganhei uma única corrida. Cheguei em segundo algumas vezes mas era na vitória que eu mirava. Minha falta de sucesso em vencer coincidiu com uma época ruim de resultados para a Maserati, então chegado setembro o que nós todos mais precisávamos era de uma vitória.
O GP da Itália de 1953 em Monza teve um significado para mim muito maior que tiveram outras corridas. Eu precisava me reabilitar após o desastre de Monza de 1952. Pois claramente ainda sofria as consequências. Também precisava me reabilitar-me nos olhos dos meus patrões. Mas acima de tudo era importante para mim para recuperar a confiança dos meus mecânicos que sempre trabalharam com tanta devoção e dedicação. Estes eram os homens que trabalhavam com muito afinco para o sucesso no dia da corrida. Eles passaram noites sem dormir preparando os carros para os treinos e para as corridas… e ainda assim trabalharam com tremenda velocidade nas pistas sempre que havia alguma emergência ocorrida durante as corridas.
De uma forma ou de outra, eu me encontrava muito ansioso para esta corrida. E minha confiança não melhorou durante a sessão de treinos, quando me pediram para testar Maserati do [Onofre] Marimón, porque ele disse que a encontrou instável. Eu percebi que o carro estava pouco seguro nas curvas e a lição foi custosa. Eu estava negociando uma curva a 130 km/h quando um dos pneus traseiros estourou devido à distensão excessiva da banda lateral do pneu. O carro foi jogado para fora da pista. Passei próximo a alguns arbustos, e embora eu tenha escapado com apenas alguns arranhões dolorosos, eu fiquei muito abalado.
Muitas pessoas disseram mais tarde que a Maserati – mesmo com as novas rodas de raio na parte de trás – não tinha a velocidade das Ferraris nas curvas, apesar de que tinha a vantagem sobre eles para velocidade na reta.
A única coisa boa que parecia vir do dia de treino foi o fato de que eu ganhei um lugar na primeira fila do grid de largada com o segundo tempo. [Alberto] Ascari tinha o melhor tempo do treino, mas minha velocidade era apenas meio segundo mais lento. Entretanto, a confiança que isto poderia ter-me dado foi dissipada, pela saída de pista na Maserati do Marimón.


A corrida em si era extraordinariamente exigente. Seu percurso previsto era de 504 quilômetros. Cada volta era de 6,3 km. Após a largada, na metade da primeira volta, notei que a Maserati do Marimón assumiu a liderança. Ele passou quase imediatamente por Ascari na Ferrari, que reassume a ponta antes do final da volta. Naquela primeira volta, Ascari, Marimón, [Giuseppe] Farina e eu estávamos todos agrupados, separados por uma diferença de quase 3 segundos. Aproveitando o vácuo produzido, nos mantemos próximos volta a volta. A liderança mudou frequentemente, mas é Ascari quem mais permanece na liderança.
 Acho que os espectadores estavam tendo sua quota de emoções. A corrida foi muito disputada, nossas habilidades, nossos nervos bem como os carros foram muito exigidos nesse dia, o que é correspondente a um circuito tão rápido como é o de Monza.
Monza, a propósito, lembra a forma de uma pistola automática. Nós estávamos alcançando velocidades de até 320 km/h, muitas vezes roda-de-roda de tão perto, foi surpreendente que nenhum incidente tenha acontecido.
Em 5 voltas, eu estava mantendo o terceiro, atrás de Ascari e Marimón; em 20 voltas eu continuava em terceiro, atrás de Ascari e Farina; na volta 40 fui ao segundo lugar, atrás de Ascari com Marimón atrás de mim; a 50 voltas mantive o segundo, com Ascari na liderança e Farina em terceiro; na volta 60 Ascari volta à liderança novamente com Farina em segundo e eu em terceiro lugar, na volta 70 Ascari mantinha a liderança, eu havia ultrapassado Farina e estava em segundo lugar, à de frente Farina. Durante todas estas trocas de posições, eu suponho que estávamos separados não mais do que por cerca de meio segundo.
Mas como aconteceu a decisão sobre quem iria vencer esta corrida desgastante, foi levada pela senhora sorte, ela decidiu aparecer na última volta. Farina era o segundo, um pouco atrás de Ascari, comigo em terceiro lugar. Farina tenta realizar uma frenagem por fora na [curva] Parabólica, quando ele se aproximou dessa curva apenas alguns segundos antes do final da corrida.
Ele queria com uma velocidade máxima tomar a liderança de Ascari em uma última tentativa de ganhar. Farina alargou muito o raio da curva e eu me aproveitei disso para ultrapassá-lo e ficar em segundo lugar. Ascari, que estava entre mim e a vitória que precisava tanto, fez essa curva muito bruscamente e sua Ferrari rodou na pista fazendo uma meia volta. Ele foi atingido por Marimón. Farina, quem eu tinha apenas ultrapassado, estava respirando no meu pescoço, eu tinha de manter ele atrás na pequena distância que me separava da linha de chegada. Aquela fração de segundo que me separou da vitória aconteceu após percorremos os 504 kms do GP. A rigor, tanto Ascari como Farina me entregaram essa vitória em um prato. Ascari ficou na curva com o carro avariado pela batida e Farina terminou na minha cola. Fiquei sem palavras, num misto de surpresa e alegria.
Senhor Lugo, o diretor da Maserati e senhor Orsi, o dono da fábrica da Maserati, para não falar dos mecânicos no pit, eram todos euforia de emoção.
Muitas vezes desde aquela batalha tensa e implacável com Ascari, Farina e Marimón, eu realizei o que um piloto de corridas de motor deve ter em todas as suas habilidades – boa vontade, nervos de aço, paciência – e também contar com uma porção de sorte. Essa é minha receita para se ganhar corridas.


“Minha maior vitória e meu maior milagre não foi o de conquistar cinco títulos mundiais. O meu maior milagre foi ter permanecido vivo”
Juan Manuel Fangio - 1911 - 1995

Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

F1 2015 - Dança das cadeiras na Red Bull

Sebastian Vettel
Como todos sabem, apesar de nada oficial de sido falado, Sebastian Vettel correrá pela Ferrari em 2015, no lugar de Fernando Alonso.
O alemão que conquistou nos últimos quatro anos, nada menos que quatro títulos de Fórmula 1 pela Red Bull, e a equipe neste ano não demonstrou o mesmo desempenho que renderam ao alemão tal façanha.
Um dos chefões da Red Bull, é o ex-piloto de Fórmula 1 , Helmut Marko, que disse que Vettel sai da equipe na hora certa para ambos os lados, além de citar a história da Ferrari e afirmar que a equipe de Maranello é um sonho para todos os pilotos da categoria:

“ A Ferrari ainda é "o" nome na Fórmula 1. É um mito, então todos os pilotos querem correr lá durante as suas carreiras. Lógico, muitos desses sonhos são apenas ilusões. Sebastian já ganhou o título mundial quatro vezes. Agora ele quer se entregar ao mito. Eu também acredito que o momento de mudança era o ideal: a Ferrari está em crise e ele pode determinar as suas condições para correr lá”, disse o ex-piloto de 71 anos.
Daniil Kvyat e Daniel Ricciardo
E ele também falou dos planos da equipe para 2015, quando Sebastian Vettel pediu pra sair no final do ano, em busca de novos desafios, a equipe não saiu correndo atrás de um nome forte, pois eles tem em casa um nome que passa total confiança, Daniel Ricciardo, o australiano que está em sua temporada de estreia pela Red Bull, conquistou três vitórias e é o terceiro no mundial de pilotos, mesmo em um ano em que o carro deixou muito a desejar, e tudo isso contra nenhuma vitória de Vettel. Helmut diz ter total confiança em Ricciardo.

“Se nós não tivéssemos um líder, a situação teria sido um pouco diferente. Mas nós sabíamos que Daniel preencheria esses requisitos, então as coisas foram muito mais fáceis”, disse o dirigente.
E para o lugar de Vettel, a Red Bull resolveu mais uma vez, apostar em seu programa de jovens pilotos, e trouxe para a cobiçada vaga, o russo de 20 anos, Daniil Kvyat.
Max Verstappen
”Estamos na confortável situação de ter um mar de grandes talentos de onde podemos escolher quem quisermos. E acredite em mim, nós não teríamos o promovido de não acreditássemos no que ele pode oferecer”, explicou Marko, sobre trazer Daniil.

Se Vettel não fosse sair da Red Bull, a equipe B (Toro Rosso) teria a saída de Jean-Eric Vergne para a entrada de Max Verstappen, que correria ao lado de Daniil Kvyat, como Vettel saiu, tudo mudou. E perguntado se Kvyat seria o sucessor natural de Vettel, o dirigente rebateu:

“ ‘Se’ e ‘mas’... Agora é fato”, finalizou.


Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - Feliz aniversário, Camilo!