Corridas "especiais" como Mônaco e Cingapura geralmente vem recheada com capacetes especias, e nos EUA nesse fim de semana parece que a Fórmula 1 achou mais um local propício para isso.
Abaixo os capacetes que alguns pilotos usarão, Sebastian Vettel vem de Capitão América, Adrian Sutil vem de "Top Gun", enquanto Romain Grosjean vem homenageando o ator, e seu amigo Matt LeBlanc.
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
F1 1977 - É por essas e outras que amamos James Hunt...
Aí o cara sai da corrida, desce desolado do carro, está se direcionando para o meio da pista sem rumo onde pode ser atropelado, é "salvo" pelo fiscal e ainda dá um sono no rosto do pobre coitado, que cai de bunda no chão, não contente e mais que prontamente vai e pede desculpas para o fiscal de pista ao ver a merda que fez.
Esse é James Hunt.
Esse é James Hunt.
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
F1 2014 - Sobre Jules Bianchi - Comunicado da Família
Quase quatro semanas após o acidente que deixou Jules
Bianchi em coma com uma grave lesão no cérebro, a família do francês, após
algumas especulações de que o piloto seria transferido para o mesmo hospital
onde Michael Schumacher foi tratado na Suíça para dar prosseguimento em seu
tratamento, tratou de afastar os boatos com mais um comunicado sobre o estado
de saúde de Jules.
Abaixo:
"Vão se completar
quatro semanas no próximo domingo desde o acidente de Jules, e ele permanece no
Hospital Geral de Mie em Yokkaichi. Sua condição continua sendo classificada
como crítica, mas estável pelos profissionais médicos. Apesar de não termos
novas informações a dar, reconhecemos que há um grande número de pessoas que
estão apoiando Jules no mundo todo e o ajudando em sua luta. Nós devemos isso
aos muitos fãs que seguem mandando mensagens, e fornecemos alguma informação,
seja ela qual for.
Jules de fato continua em sua luta. Embora haja algumas informações em relação ao seu tratamento, Jules vai continuar lutando aqui em Yokkaichi. Nós estamos dando um passo de cada vez.
Mais uma vez, gostaríamos de agradecer pela paciência e compreensão que tem sido mostrada à nossa família neste momento tão difícil. Também seguimos confortados pela consciência de que Jules está recebendo o melhor tratamento possível no Centro Médico de Mie, com os médicos em constante contato com os neurocirurgiões da Universidade La Sapienza, de Roma, e o professor Gérard Saillant, presidente da Comissão Médica da FIA.
Nós vamos fornecer mais informações quando for apropriado. Por enquanto, muito obrigado a todos que continuam mantendo Jules em seus pensamentos e orações."
Família Bianchi
#ForzaJules
Rômulo Rodriguez Albarez – São Paulo/SP - ...
Jules de fato continua em sua luta. Embora haja algumas informações em relação ao seu tratamento, Jules vai continuar lutando aqui em Yokkaichi. Nós estamos dando um passo de cada vez.
Mais uma vez, gostaríamos de agradecer pela paciência e compreensão que tem sido mostrada à nossa família neste momento tão difícil. Também seguimos confortados pela consciência de que Jules está recebendo o melhor tratamento possível no Centro Médico de Mie, com os médicos em constante contato com os neurocirurgiões da Universidade La Sapienza, de Roma, e o professor Gérard Saillant, presidente da Comissão Médica da FIA.
Nós vamos fornecer mais informações quando for apropriado. Por enquanto, muito obrigado a todos que continuam mantendo Jules em seus pensamentos e orações."
Família Bianchi
#ForzaJules
Rômulo Rodriguez Albarez – São Paulo/SP - ...
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
F1 1974 - Os 40 anos do bicampeonato de Emerson Fittipaldi #HisNameIsEmmo
Esse mês completou-se 40 anos do segundo título de Emerson Fittipaldi e o primeiro da McLaren, mais precisamente no dia seis de outubro de 1974, no circuito de Watkins Glen, EUA.
E pra não passar despercebido, a McLaren fez um vídeo bem legal homenageando o nosso Emmo e relembrando os bons tempos. Confira:
E pra não passar despercebido, a McLaren fez um vídeo bem legal homenageando o nosso Emmo e relembrando os bons tempos. Confira:
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
F1 2014 - Por que todos gostam do Daniel Ricciardo?
Não precisa de comentários.
Go Ricciardo go!!!
Go Ricciardo go!!!
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...
F1 - E com a palavra, o filho de Nelson, Pedro Piquet...
Em setembro, Pedro Piquet conquistou, após sua nona vitória
no ano, a título brasileiro de Fórmula 3, com duas etapas de antecedência. Aos 16
anos, o filho do tricampeão Nelson Piquet vem aos poucos se tornando mais uma
promessa brasieleira para a Fórmula 1, quem sabe.
Pedro afirma não sentir a pressão de ter o sobrenome Piquet e nem de ter que corresponder as expectativas da torcida brasileira, e diz que irá fazer o melhor para a sua carreira.
“Eu não sinto nenhuma pressão para vencer. O público pode até criar uma expectativa a mais, mas eu não sinto nenhuma pressão extra por conta de ser filho de um ex-piloto de F-1. Muita gente me diz que tenho que representar o Brasil, mas eu vou fazer o melhor possível. Vou me esforçar para construir uma boa carreira, uma carreira vitoriosa, e ver o que acontece. Talvez eu consiga chegar lá, talvez não. Mas vou fazer o melhor trabalho possível para isso.” Afirma o brasiliense.
Pedro, que é o caçula de Nelson, conta o apoio que seu pai e de seus irmãos, Nelsinho, Geraldo e Laszlo, dão a ele.
“O meu pai me passa dicas sim, ele já viveu isso e sabe como é. Dá para ver a diferença dele para outros pais de pilotos. Ele tenta de vez em quando não interferir, deixar que eu me vire por conta própria, mas às vezes ele também interfere. E ajuda, conversa sobre o futuro, o acerto do carro. Tudo o que eu pergunto para ele, ele me responde. O Nelsinho, que corre com carros mais parecidos com os meus, me passa conselhos de como é na Europa, como são as corridas, e também me ajuda a conseguir patrocínios.” Explica Pedro.
Ele fala também sobre os passos da carreira, como são os planos e diz também que o objetivo é, claro, a Fórmula 1.“Acho que não dá para pensar em um cronograma, porque você não sabe como vai se sair nas outras categorias. A gente tenta pensar sempre no ano seguinte. Eu tento andar o máximo que posso, testo carros diferentes para ganhar experiência. O foco principal, creio que de qualquer piloto que corre de monopostos, é evoluir de categoria até chegar à Fórmula 1. Mas, se surgir a oportunidade de correr em outros carros, como os de Le Mans ou DTM, eu estaria muito feliz de poder guiá-los também."
No ano que vem o Max Verstappen, também filho de ex-piloto, de apenas 17 anos irá estrear na Fórmula 1, o que não altera os planos de Pedro, que fala com segurança sobre o colega de profissão e também cita suas referências nas pistas.
“Você deve chegar à F-1 perto de seu auge. Acho que o Max é um bom piloto, mas talvez tenha acontecido um pouquinho cedo demais. Talvez ele poderia ter feito um ano em categorias mais fortes, como a GP2. Nos carros de hoje, você não anda mais no limite o tempo todo, então os estreantes estão tendo uma vida mais fácil, comparando com antigamente. Acho o Vettel um cara muito legal, porque é um piloto na dele, que foi quatro vezes campeão do mundo. Fiquei muito impressionado de o Daniel Ricciardo ter conseguido andar na frente dele este ano, acho que ninguém esperava. Em termos de velocidade, aponto o Hamilton como mais rápido. Mas, como piloto mais completo, acho que é o Alonso. Ele é muito bom durante as corridas, só falta um carro competitivo para poder ser campeão de novo.” Finalizou Pedro Piquet.
O EntrelinhasF1 acompanha de perto a carreira de Pedro Piquet.
fonte: globo
Rômulo Rodriguez Albarez – São Paulo/SP - ...
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
F1 2014 - Rubens Barrichello não é mais comentarista da Rede Globo
Na opinião deste que sempre vos escreve, uma das coisas mais legais nas transmissões das corridas da Fórmula 1 na RG eram as entrevistas de Rubens Barrichello antes das corridas.
Quem me conhece sabe que odeio perder que seja cinco minutos de sono, mas quando o Rubinho começou a fazer as entrevistas e a transmissão ganhou 15 minutos a mais, eu acordava pra ver o lado mais humano dessa categoria que só afasta de si esse lado.
Mas essa semana foi anunciada (não sei se de maneira oficial) que Rubens Barrichello estava se desligando de suas funções.
No diz que me diz, falasse que Barrichello vinha causando algum desconforto com a equipe e até mesmo se desentendendo com colega de trabalho.
Enfim, uma perda e tanto, Rubens Barrichello com seu conhecimento trazia certa qualidade aos comentários pela experiência que tem, mas sabe-se que nunca foi jornalista. Uma pena.
Quem me conhece sabe que odeio perder que seja cinco minutos de sono, mas quando o Rubinho começou a fazer as entrevistas e a transmissão ganhou 15 minutos a mais, eu acordava pra ver o lado mais humano dessa categoria que só afasta de si esse lado.
Mas essa semana foi anunciada (não sei se de maneira oficial) que Rubens Barrichello estava se desligando de suas funções.
No diz que me diz, falasse que Barrichello vinha causando algum desconforto com a equipe e até mesmo se desentendendo com colega de trabalho.
Enfim, uma perda e tanto, Rubens Barrichello com seu conhecimento trazia certa qualidade aos comentários pela experiência que tem, mas sabe-se que nunca foi jornalista. Uma pena.
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
F1 1952 - E com a palavra, Juan Manuel Fangio...
Duas frases sempre me dão ânimo no kart após uma corrida ruim. A primeira é do meu amigo e mentor das pistas Walter Zulin:
"Quilometragem, quilometragem..."
A outro é de um certo pentacampeão de Fórmula 1, ao meu ver seu único defeito foi ter nascido argentino (rsrs), mas isso não importa, a frase é:
"Corridas são corridas..."
"Quilometragem, quilometragem..."
A outro é de um certo pentacampeão de Fórmula 1, ao meu ver seu único defeito foi ter nascido argentino (rsrs), mas isso não importa, a frase é:
"Corridas são corridas..."
Juntando as duas frases entendo que, em corridas boas ou ruins você deve sempre tirar algo de bom, guardar as experiências vividas naquele momento, assim na próxima corrida você fará melhor, use tudo, seja bom ou ruim para tirar lições válidas para te fazer melhor, tanto dentro, quanto fora das pistas.
Abaixo, Juan Manuel Fangio fala sobre sua corrida favorita, o GP de Monza de 1953, na Itália.
Ele fala sobre também sobre o GP de Monza de 1952, quando sofreu o pior acidente de sua carreira, e ali mesmo na Itália, um ano depois conquistaria uma vitória épica, contra adversários fortes e o público vibrante, com a palavra, Juan Manuel Fangio:
Monza fornece-me um de minhas piores, bem como uma das
minhas melhores lembranças das corridas de Fórmula 1. No caso do pior, porque
foi em Monza em junho de 1952 que eu ao bater, sofri lesões que me mantiveram
inativo por seis meses. No caso do melhor, porque no ano seguinte – após a
temporada mais frustrante da minha carreira – voltei a Monza para disputar o GP
da Itália.
Após o acidente, voltei às competições em janeiro de 1953,
cheio de otimismo, cheio de vontade de ganhar. O velho espírito competitivo que
sempre me fez vibrar precisa estar presente em mim, pensei, depois de seis
longos meses longe dos circuitos. Mas, no afã do meu entusiasmo, eu não ganhei
uma única corrida. Cheguei em segundo algumas vezes mas era na vitória que eu
mirava. Minha falta de sucesso em vencer coincidiu com uma época ruim de
resultados para a Maserati, então chegado setembro o que nós todos mais
precisávamos era de uma vitória.
O GP da Itália de 1953 em Monza teve um significado para mim
muito maior que tiveram outras corridas. Eu precisava me reabilitar após o
desastre de Monza de 1952. Pois claramente ainda sofria as consequências.
Também precisava me reabilitar-me nos olhos dos meus patrões. Mas acima de tudo
era importante para mim para recuperar a confiança dos meus mecânicos que
sempre trabalharam com tanta devoção e dedicação. Estes eram os homens que
trabalhavam com muito afinco para o sucesso no dia da corrida. Eles passaram
noites sem dormir preparando os carros para os treinos e para as corridas… e
ainda assim trabalharam com tremenda velocidade nas pistas sempre que havia
alguma emergência ocorrida durante as corridas.
De uma forma ou de outra, eu me encontrava muito ansioso para esta corrida. E minha confiança não melhorou durante a sessão de treinos, quando me pediram para testar Maserati do [Onofre] Marimón, porque ele disse que a encontrou instável. Eu percebi que o carro estava pouco seguro nas curvas e a lição foi custosa. Eu estava negociando uma curva a 130 km/h quando um dos pneus traseiros estourou devido à distensão excessiva da banda lateral do pneu. O carro foi jogado para fora da pista. Passei próximo a alguns arbustos, e embora eu tenha escapado com apenas alguns arranhões dolorosos, eu fiquei muito abalado.
Muitas pessoas disseram mais tarde que a Maserati – mesmo com as novas rodas de raio na parte de trás – não tinha a velocidade das Ferraris nas curvas, apesar de que tinha a vantagem sobre eles para velocidade na reta.
A única coisa boa que parecia vir do dia de treino foi o fato de que eu ganhei um lugar na primeira fila do grid de largada com o segundo tempo. [Alberto] Ascari tinha o melhor tempo do treino, mas minha velocidade era apenas meio segundo mais lento. Entretanto, a confiança que isto poderia ter-me dado foi dissipada, pela saída de pista na Maserati do Marimón.
A corrida em si era extraordinariamente exigente. Seu
percurso previsto era de 504 quilômetros. Cada volta era de 6,3 km. Após a
largada, na metade da primeira volta, notei que a Maserati do Marimón assumiu a
liderança. Ele passou quase imediatamente por Ascari na Ferrari, que reassume a
ponta antes do final da volta. Naquela primeira volta, Ascari, Marimón,
[Giuseppe] Farina e eu estávamos todos agrupados, separados por uma diferença
de quase 3 segundos. Aproveitando o vácuo produzido, nos mantemos próximos
volta a volta. A liderança mudou frequentemente, mas é Ascari quem mais
permanece na liderança.
Acho que os
espectadores estavam tendo sua quota de emoções. A corrida foi muito disputada,
nossas habilidades, nossos nervos bem como os carros foram muito exigidos nesse
dia, o que é correspondente a um circuito tão rápido como é o de Monza.
Monza, a propósito, lembra a forma de uma pistola
automática. Nós estávamos alcançando velocidades de até 320 km/h, muitas vezes
roda-de-roda de tão perto, foi surpreendente que nenhum incidente tenha
acontecido.
Em 5 voltas, eu estava mantendo o terceiro, atrás de Ascari
e Marimón; em 20 voltas eu continuava em terceiro, atrás de Ascari e Farina; na
volta 40 fui ao segundo lugar, atrás de Ascari com Marimón atrás de mim; a 50
voltas mantive o segundo, com Ascari na liderança e Farina em terceiro; na
volta 60 Ascari volta à liderança novamente com Farina em segundo e eu em
terceiro lugar, na volta 70 Ascari mantinha a liderança, eu havia ultrapassado
Farina e estava em segundo lugar, à de frente Farina. Durante todas estas
trocas de posições, eu suponho que estávamos separados não mais do que por
cerca de meio segundo.
Mas como aconteceu a decisão sobre quem iria vencer esta
corrida desgastante, foi levada pela senhora sorte, ela decidiu aparecer na
última volta. Farina era o segundo, um pouco atrás de Ascari, comigo em
terceiro lugar. Farina tenta realizar uma frenagem por fora na [curva]
Parabólica, quando ele se aproximou dessa curva apenas alguns segundos antes do
final da corrida.
Ele queria com uma velocidade máxima tomar a liderança de
Ascari em uma última tentativa de ganhar. Farina alargou muito o raio da curva
e eu me aproveitei disso para ultrapassá-lo e ficar em segundo lugar. Ascari,
que estava entre mim e a vitória que precisava tanto, fez essa curva muito
bruscamente e sua Ferrari rodou na pista fazendo uma meia volta. Ele foi
atingido por Marimón. Farina, quem eu tinha apenas ultrapassado, estava
respirando no meu pescoço, eu tinha de manter ele atrás na pequena distância
que me separava da linha de chegada. Aquela fração de segundo que me separou da
vitória aconteceu após percorremos os 504 kms do GP. A rigor, tanto Ascari como
Farina me entregaram essa vitória em um prato. Ascari ficou na curva com o
carro avariado pela batida e Farina terminou na minha cola. Fiquei sem
palavras, num misto de surpresa e alegria.
Senhor Lugo, o diretor da Maserati e senhor Orsi, o dono da
fábrica da Maserati, para não falar dos mecânicos no pit, eram todos euforia de
emoção.
Muitas vezes desde aquela batalha tensa e implacável com
Ascari, Farina e Marimón, eu realizei o que um piloto de corridas de motor deve
ter em todas as suas habilidades – boa vontade, nervos de aço, paciência – e
também contar com uma porção de sorte. Essa é minha receita para se ganhar
corridas.
“Minha maior vitória e meu maior milagre não foi o de conquistar
cinco títulos mundiais. O meu maior milagre foi ter permanecido vivo”
Juan Manuel Fangio - 1911 - 1995
Juan Manuel Fangio - 1911 - 1995
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
F1 2015 - Dança das cadeiras na Red Bull
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| Sebastian Vettel |
Como todos sabem, apesar de nada oficial de sido falado, Sebastian Vettel correrá pela Ferrari em 2015, no lugar de Fernando Alonso.
O alemão que conquistou nos últimos quatro anos, nada menos que quatro títulos de Fórmula 1 pela Red Bull, e a equipe neste ano não demonstrou o mesmo desempenho que renderam ao alemão tal façanha.Um dos chefões da Red Bull, é o ex-piloto de Fórmula 1 , Helmut Marko, que disse que Vettel sai da equipe na hora certa para ambos os lados, além de citar a história da Ferrari e afirmar que a equipe de Maranello é um sonho para todos os pilotos da categoria:
“ A Ferrari ainda é "o" nome na Fórmula 1. É um mito, então todos os pilotos querem correr lá durante as suas carreiras. Lógico, muitos desses sonhos são apenas ilusões. Sebastian já ganhou o título mundial quatro vezes. Agora ele quer se entregar ao mito. Eu também acredito que o momento de mudança era o ideal: a Ferrari está em crise e ele pode determinar as suas condições para correr lá”, disse o ex-piloto de 71 anos.
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| Daniil Kvyat e Daniel Ricciardo |
E ele também falou dos planos da equipe para 2015, quando
Sebastian Vettel pediu pra sair no final do ano, em busca de novos desafios, a
equipe não saiu correndo atrás de um nome forte, pois eles tem em casa um nome
que passa total confiança, Daniel Ricciardo, o australiano que está em sua
temporada de estreia pela Red Bull, conquistou três vitórias e é o terceiro no
mundial de pilotos, mesmo em um ano em que o carro deixou muito a desejar, e
tudo isso contra nenhuma vitória de Vettel. Helmut diz ter total confiança em
Ricciardo.
“Se nós não tivéssemos um líder, a situação teria sido um
pouco diferente. Mas nós sabíamos que Daniel preencheria esses requisitos,
então as coisas foram muito mais fáceis”, disse o dirigente.
E para o lugar de Vettel, a Red Bull resolveu mais uma vez,
apostar em seu programa de jovens pilotos, e trouxe para a cobiçada vaga, o
russo de 20 anos, Daniil Kvyat.
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| Max Verstappen |
”Estamos na confortável situação de ter um mar de grandes talentos de onde
podemos escolher quem quisermos. E acredite em mim, nós não teríamos o
promovido de não acreditássemos no que ele pode oferecer”, explicou Marko,
sobre trazer Daniil.
Se Vettel não fosse sair da Red Bull, a equipe B (Toro
Rosso) teria a saída de Jean-Eric Vergne para a entrada de Max Verstappen, que
correria ao lado de Daniil Kvyat, como Vettel saiu, tudo mudou. E perguntado se
Kvyat seria o sucessor natural de Vettel, o dirigente rebateu:
“ ‘Se’ e ‘mas’... Agora é fato”, finalizou.
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - Feliz aniversário, Camilo!
“ ‘Se’ e ‘mas’... Agora é fato”, finalizou.
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - Feliz aniversário, Camilo!
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
F1 - Niki Lauda sobre Piquet, Fittipaldi e Senna
Em 1985, o tricampeão Niki Lauda, falou o que achava de nossos três maiores pilotos brasileiros que passaram pela Fórmula 1, Nelson Piquet, Emerson Fittipaldi e Ayrton Senna.
Nelson Piquet
"Se me perguntarem quem eu considero o melhor piloto do mundo, não preciso passar do primeiro nome: Nelson Piquet. Tem tudo quanto se exige de um campeão mundial: estatura, equilíbrio, a habilidade de se concentrar em matérias essenciais, inteligência, força física e velocidade. Raramente comete um erro, é sempre rápido e não vejo razão para que não se torne tri-campeão mundial. Além disso, gosto de Nelson como pessoa. O que me atrai nele é o seu modo franco e seguro, e admiro seu estilo de vida. Também lhe tenho inveja, porque há tantas coisas que faz melhor do que eu."
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| Niki Lauda e Nelson Piquet |
Emerson Fittipaldi
"Já foi muito bom, mas deixou de amadurecer mais. Montar a sua própria equipe, depois de deixar a Mclaren, é uma boa idéia, mas a gente precisa saber conseguir o melhor projeto...no caso de Fittipaldi, jamais houve possibilidade de as coisas darem certo."
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| Niki Lauda com Ayrton Senna e Emerson Fittipaldi |
Ayrton Senna
"Senna é provavelmente o maior talento a surgir em anos recentes. Com isto, não me refiro apenas à velocidade de suas voltas, mas também à maneira como enfrenta todo o negócio. Simplesmente, entende o que está acontecendo. O que me impressionou mais é a rapidez com que amadureceu, sem cometer erros no seu caminho.”
"Senna é provavelmente o maior talento a surgir em anos recentes. Com isto, não me refiro apenas à velocidade de suas voltas, mas também à maneira como enfrenta todo o negócio. Simplesmente, entende o que está acontecendo. O que me impressionou mais é a rapidez com que amadureceu, sem cometer erros no seu caminho.”
Niki Lauda, 1985.
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...
F1 1986 - Há 31 anos, o bicampeonato de Nelson Piquet
Um dos blogs que eu sempre leio é o do Fábio Seixas, e ele
lembrou que hoje fazem 31 anos do bicampeonato de um dos meus pilotos favoritos,
o Nelson Piquet.
E para “comemorar”, o Seixas postou uma entrevista que o Piquet deu para a revista Placar em 1986, e eu vou postar aqui também, se não quiserem ler pelas minhas mãos, clique AQUI e leia no blog do Fábio Seixas.
Há exatos 31 anos, acontecia o Grande Prêmio da África do Sul, que foi vencido pelo italiano e companheiro de Piquet em 1983, Riccardo Patrese, seguido pelo também italiano, Andrea De Cesaris, que infelizmente nos deixou a alguns dias atrás, e fechando o pódio para se sagrar bicampeão, Nelson Piquet.
A entrevista é ótima, como sempre as respostas do nosso querido Nelson são ótimas e vendo os pilotos de hoje em dia falando, a saudade só aumenta dos tempos em que ele ainda corria. Confira:
Placar - Houve boicote contra você e a favor de Nigel Mansell?
Piquet - Sim, muita sacanagem. Patrick Head, projetista e chefe da equipe, foi
contra minha ida para a Williams. Ele queria provar que poderia ser campeão com
seu protótipo e um piloto que ainda não tivesse um título. Provar o que todo
mundo já sabia: que o carro é o melhor da F-1.E para “comemorar”, o Seixas postou uma entrevista que o Piquet deu para a revista Placar em 1986, e eu vou postar aqui também, se não quiserem ler pelas minhas mãos, clique AQUI e leia no blog do Fábio Seixas.
Há exatos 31 anos, acontecia o Grande Prêmio da África do Sul, que foi vencido pelo italiano e companheiro de Piquet em 1983, Riccardo Patrese, seguido pelo também italiano, Andrea De Cesaris, que infelizmente nos deixou a alguns dias atrás, e fechando o pódio para se sagrar bicampeão, Nelson Piquet.
A entrevista é ótima, como sempre as respostas do nosso querido Nelson são ótimas e vendo os pilotos de hoje em dia falando, a saudade só aumenta dos tempos em que ele ainda corria. Confira:
Placar - Houve boicote contra você e a favor de Nigel Mansell?
Placar - E agora, como está o relacionamento?
Piquet - Uma maravilha. Eu não falo com Mansell, traço minha própria tática de corrida e fico gozando os dois. São uns babacas. Não dou a mínima informação.
Placar - Também se comenta que você não tem um bom relacionamento com Ayrton Senna. Por quê?Piquet - Eu não conhecia Ayrton Senna antes de vir para a Europa. Eu tenho minha vida, meus hobbies. Só porque somos brasileiros deveríamos ser amigos? Não tenho nada contra nem a favor.
Placar - E Ayrton Senna piloto. Qual sua opinião?
Piquet - É magnífico. Um ótimo piloto. Um cara que arrisca tudo, até demais. Se você perguntar a qualquer outro piloto, vão te dizer a mesma coisa. Muitos, porém, temem que ele seja ousado demais e esteja sujeito a dar uma cacetada a qualquer momento. Na F-1 a gente está sempre aprendendo. Nunca se sabe o suficiente. O perigo maior para um piloto é pensar que já sabe tudo.
Placar – Porque você nunca teve muitos amigos na F-1?
Piquet – Porque aqui cada um cuida da sua vida. Só nos vemos nas corridas. Existe um relacionamento meramente profissional e competitivo. É cada um por si, estamos sempre tentando levar a melhor sobre os outros. Claro que tive amigos. Lauda foi um. Gostava de Niki, um cara tricampeão mundial que sabia tudo, não esnobava ninguém. Como é que vou ser amigo dos franceses? Prost é cheio de frescura. Keke, muito confuso. Imagine anunciar no meio da temporada que vai deixar de correr. Isso é coisa de cantor. Pura bobagem. Agora gosto, por exemplo, de Stefan Johansson, um cara simpático. Mas como é que eu vou conversar com o René Arnoux? Um panacão. QI 12, eu acho.
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| Nelson Piquet oom seu amigo de longa data, Niki Lauda |
Boa Nelsão!Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - ...
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