sexta-feira, 14 de março de 2014

F1 2014 - Falsos heróis, falsos vilões, falsa imprensa


Da quinta pra (13 para 14/03) tivemos os primeiros treinos livres, no final a volta mais rápida ficou com Lewis Hamilton e o brasileiro Felipe Massa ficou com a 12ª posição.
No ano passado cansamos de ver o campeão Sebastian Vettel lá atrás  nos treinos de sexta-feira e não era nada desesperador, apenas o programa usado pela equipe visando outros acertos no carro.
Foi oq aconteceu ontem com Felipe Massa, como o próprio disse:


"Foi um bom dia. Dava para ter feito mais. Mas a gente tinha alguns caminhos para trabalhar hoje. É difícil ter uma noção clara ainda. A gente não teve uma sessão pensando em fazer tempo, pensamos em fazer outras coisas no carro. Não acho que isso seja a realidade do fim de semana. Acho que a gente pode ser mais competitivo, sem dúvida. O Q3 é o objetivo, lógico. Tem que ser. Vamos trabalhar para isso.
" Felipe Massa

Mas a imprensa, ou parte dela parece que ainda não aprendeu a não ser sensacionalista, a não criar certas expectativas no público menos entendido apenas pra ganhar audiência, o fato do Massa ter tido um bom carro nos testes da pré-temporada o fizeram subir pela imprensa a um status de favorito absoluto ao título que com a força das cores de nossa bandeira chegará ai Olimpo sem nenhum problema.

Aí o cara cumpre o cronograma estabelecido pela equipe pra ele, que não era visando os tempos da tabela, termina em 12º e parte da imprensa fala que o rapaz decepciona.
É por isso que se criam no Brasil falsos heróis e falsos vilões, não só no esporte.


É claro que existe a fatia boa da imprensa, onde o único objetivo é informar e passar a realidade dos fatos, para esses eu tiro o meu chapéu.

Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - #prayforSchumacher

quinta-feira, 13 de março de 2014

F1 2014 - Hey Ho Let's Go!!!

Até que enfim... Vai Começar a temporada 2014 da Fórmula 1.


Rômulo Rodriguez Albarez - SP/SP - #prayforMichael

F1 2014 - Quem é quem por baixo do capacete em 2014?


Confesso que prefiro os capacetes do passado, eram mais lisos, menos poluídos, hoje em dia são uma salada de cores, efeitos e patrocínios. Fica difícil de guardar e ligar ao piloto muitas vezes, abaixo as cores que disputarão a temporada 2014 da Fórmula 1, tente decorar:




Rômulo Rodriguez Albarez - SP/SP - #prayforMichael

F1 2014 - E com a palavra, Red Bull...

A Red Bull apresentou um vídeo bem legal apontando as principais mudanças no regulamento e nos carros para 2014, o vídeo é cheio de efeitos especiais e afins, confira:



Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - #prayforMichael

terça-feira, 11 de março de 2014

F1 2014 - E com a palavra, Felipe Massa...

De bem com a vida, livre, feliz. Esse é Felipe Massa em 2014, o piloto da Williams concedeu uma entrevista a RG e ao blog Voando Baixo no Bahrein.
Massa fala sobre a nova casa, o clima na Williams, crise da Red Bull, primeiras opções etc, confira abaixo:

- Estou muito bem, sem dúvidas. Mudanças são importantes. Estou me sentindo bem, fui bem recebido na equipe. Sinto a importância que tenho para uma equipe como essa, como eles me enxergam. Acho que isso te dá ainda mais prazer, mais motivação. Estou muito bem, feliz, livre, me sentindo muito aliviado, sabe? Parece que tirei um peso de dentro de mim... pesado (risos). Acho que isso acaba te deixando mais livre, melhor para trabalhar, mais motivado. E isso pode fazer efeito, sem dúvida - disse Massa.

VOANDO BAIXO - Depois de seis dias intensos de testes, o que te deixa mais feliz após a pré-temporada?

FELIPE MASSA - Acho que o que me deixa mais feliz é que a gente conseguiu andar. A Williams talvez seja a equipe que mais andou. A gente conseguiu fazer muitas voltas importantes, entender melhor o carro, o acerto do carro. Conseguimos fazer até bons tempos. É sempre bom ver seu nome ali em cima, mas ainda é cedo para dizer qualquer coisa. Fizemos um trabalho decente durante todos esses dias. Consegui me adaptar bem na equipe, passar para eles tudo o que eu enxergava e que não era o jeito certo de trabalhar, não era o jeito certo de fazer, que era melhor fazer de outra maneira. E a partir do momento que eu dizia, eles mudacam na mesma hora. Consegui criar uma relação muito boa dentro da Williams, eles me receberam muito bem. Foi um ótimo começo, um ótimo primeiro impacto. Fizemos um ótimo trabalho juntos nos treinos e acredito que podemos estar mais bem preparados que muitas equipes para a primeira corrida.

Qual a relevância de você ter feito duas voltas mais rápidas em seus seis dias em que você esteve na pista?

Não é tão importante assim. Lógico que é importante ter um carro rápido, acabar na frente em um dia em que outras equipes também andaram com pouca gasolina, com pneu mole, supermole. Acho que isso tem um efeito bom, sem dúvidas. Eu não imaginava ter feito aquele tempo, foi em um dia em que a pista estava muito ruim, ventando muito forte. Fizemos um tempo muito bom junto com a Mercedes, que tinha andado na semana anterior em um dia em que a pista estava melhor. Aquele tempo parecia impressionante. E nesta semana eles tentaram e a gente conseguiu ser melhor. Isso mostra que o carro é competitivo, que está em um ótimo nível. É difícil dizer se temos o carro mais rápido, mas talvez seja o mais confiável. Foi o que vimos até agora. E isso pode ter um efeito ainda maior nas primeiras corridas.

Os carros desta nova Fórmula 1 são mais difíceis de guiar que os do ano passado?

É mais difícil sim, porque tem menos aderência. O motor é turbo com o ERS, tem um torque muito maior do que os V8. Então você sente o motor antes do que no ano passado. O novo carro tem menos carga aerodinâmica. Com uma potência que chega antes e menos aderência, a possibilidade de destracionar, de girar as rodas em falso, é muito maior. Por isso, você tem um pouco mais de dificuldade para controlar o carro. Mas é divertido de qualquer jeito.

Desde o ano passado, existe uma preocupação com a forma de guiar por causa dos pneus. Este ano, as preocupações aumentam: além de poupar os pneus, tem de poupar gasolina e cuidar da parte elétrica do motor. É muita coisa para se preocupar durante uma corrida?

Acho que o pensamento maior é em cima do pneu e da gasolina. Tem pista onde você terá de economizar combustível, como por exemplo o Bahrein, a Austrália... E o pneu continua sendo importante, como já era. Acho que do lado do ERS, eletrônico, de bateria em geral, não muda muito o jeito de guiar. O carro tem de estar bem feito, fazer o trabalho direito. Se tudo estiver certo, o piloto não tem que se preocupar com isso, tem que se concentrar com a pilotagem e em fazer um acerto decente para ser mais rápido e constante.

Você poderia imaginar que a RBR estaria vivendo uma situação como a do início deste ano?

Quando tem uma mudança grande de regulamento, coisas como essa podem acontecer. A gente vê o que está acontecendo não só com a RBR, mas com todas as equipes que usam o motor Renault. Elas estão sofrendo, apanhando em um momento onde tem poucos dias de testes. Isso pode, sem dúvidas, fazer um efeito nas primeiras corridas. Mas acredito que vão chegar lá, lógico. E a gente nunca pode tirar a RBR das equipes principais, né? Carro de corrida eles sabem fazer, de downforce e pressão aerodinâmica eles entendem. Sabem fazer um carro rápido, competitivo, mas precisam de um motor que ajude.

Você acha que o Sebastian Vettel será posto à prova neste ano da forma como as pessoas queriam desde o primeiro título dele na Fórmula 1?

A gente não pode nunca esquecer o trabalho perfeito que ele faz nos últimos anos, o piloto que é. Ele não deve nada a ninguém. Tem muitas pessoas que gostam de criticar e falar que ele tinha o melhor carro. Ele tinha o melhor carro, sem dúvidas, mas o que fazia com o melhor carro mostrava que era o melhor piloto. Lógico que um momento de dificuldades também é importante, para você ver um piloto sair dessa condição, trabalhando com mais pressão. Quando tudo é fácil, as coisas acontecem de forma mais fácil. Quando você sofre mais, tudo acaba ficando mais difícil. Mas o Vettel não deve nada para ninguém.

Pelo menos até a Fórmula 1 chegar na Europa, na quinta etapa, você acha que a disputa pode ficar um pouco mais restrita às equipes com motores Mercedes?

Pode. Acredito que sim, como a gente está vendo nos testes. Os testes têm uma certa importância para entender quem está melhor preparado no momento. E no momento, as equipes que usam Mercedes estão conseguindo andar mais e estão mais bem preparadas também.

Nestes testes, as equipes com motores Mercedes se alternaram na liderança dos tempos. Entre estas equipes, você vê alguma com vantagem ou o patamar é muito parecido?

Talvez a Mercedes seja a equipe principal. Ela talvez tenha um pouco a mais que as outras, até porque cria sua própria estrutura desde o começo do ano passado. Nas outras, chega tudo novo, e a gente tem de adaptar o resto do carro para fazer funcionar com o motor, com a parte elétrica, com as baterias. Isso é um mais difícil para as outras equipes, mas acredito que estamos fazendo um bom trabalho também.

Como é estar fora da Ferrari pela primeira vez depois de tanto tempo?

Toda hora em que eu passo lá na frente eu vejo quem é que está lá para dar um tchau, um jóia. Umas três vezes, os mecânicos estavam preparados, eu fingi que ia parar e passei direto (risos). Lógico, sempre continuará fazendo parte do meu coração. Tudo que eu passei dentro da equipe, todas as pessoas, o quanto as pessoas gostam de mim lá dentro. Tenho um carinho enorme por todos eles. No primeiro treino que fiz, a hora em que eu passava na Ferrari, pensava: "É aqui que tenho de parar". Mas não é mais vermelho, né? Não dá pra confundir, nosso box é lá no final, já sei que o box é sempre no final (risos). Mas quando você tem um box grudado no outro, a chance de parar na equipe errada é gigante.

É impressão nossa ou você parece mais solto, feliz, do que nos últimos anos?

Estou muito bem, sem dúvidas. Mudanças são importantes para a gente, independentemente se me dou bem com a Ferrari, gosto muito da Ferrari. Entrei com a cabeça erguida e saí com a cabeça erguida. Isso é o mais importante. Estou muito bem agora, estou me sentindo bem, fui bem recebido dentro da equipe. Sinto a importância que eu tenho para uma equipe como essa também, como eles me enxergam. Acho que isso te dá ainda mais prazer, mais motivação. Tô muito bem, tô feliz, tô livre, me sentindo muito... aliviado, sabe? Parece que tirei um peso de dentro de mim... pesado (risos). Acho que isso acaba te deixando mais... livre, melhor para trabalhar, mais motivado. E isso pode fazer efeito, sem dúvida.

De zero a cem, qual a chance de você ganhar uma corrida neste ano?

Agora, neste momento, se você pegar algumas equipes, por exemplo, a Mercedes, a Williams, a Force India, a McLaren, talvez até a Ferrari... Essas equipes podem ter possibilidades iguais de vencer. Continuo acreditando que a equipe mais forte neste momento é a Mercedes, mas acho que existe uma chance sim. É tudo novo para todo mundo. Em um momento como esse é muito difícil ter certeza. Isso pode te colocar em condições de vencer, não só para a Williams, mas para essas equipes que eu já falei.

da esq. p/ dir.: Susie Wolf (4ª piloto), Felipe Nars (3º p), os titulares Valtteri Bottas e Felipe Massa
Em 2014, a Fórmula 1 vai ficar mais lenta com esses motores? Ou ficará até mais rápida?

Acho que vai ser mais lenta, em geral. Os carros têm menos carga aerodinâmica. Acredito que vai ser mais lento que no ano passado, mas a evolução vai ser grande. Eu virei um tempo não longe do que foi a pole position em 2013 no Bahrein. Mas nessa condição de temperatura a pista é mais rápida do que quando você pega 40 graus. Mas neste ano a corrida aqui será à noite, então deveremos virar ainda mais rápido do que de dia. Então, pode ser que, em um caso desses, em uma pista dessas, correndo à noite, a 
gente possa andar mais rápido que no ano passado.

A Williams foi a ótima surpresa do início do ano, a reestruturação da equipe era algo imaginável a médio prazo, mas a mudança de status da equipe de Sir Frank Williams foi algo muito bem-vindo para todos, torcedores, ex-pilotos e atuais também, por exemplo Jenson Button, campeão de 2009 e atual piloto da McLaren, o inglês se disse muito feliz por Frank.
Williams essa que já é apontada também como o carro mais bonito do grid, o retorno da Martini como patrocinador principal de uma equipe de Fórmula 1 trouxe um ar nostálgico que agradou a todos, a inglesa Williams que esse ano é uma equipe praticamente brasileira, de seus quatro pilotos dois são brasileiros (Felipe Massa e Felipe Nars), tirando a Martini, seus patrocinadores principais também são brasileiros (Petrobras e Banco do Brasil). São motivos de sobra pra torcermos pela Williams, e principalmente para Felipe Massa.

Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - #prayforMichael

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

F1 - Apenas um comentário

"O Nigel Mansell não, mas o Damon Hill."
Nigel e Rosanne Mansell a esquerda e Damon Hill a direita
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - #acordaMichael

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

F1 1994 - Coletiva de Rubens Barrichello sobre a morte de Ayrton Senna


No dia 02 de maio de 1994 o então piloto da Jordan, Rubens Barrichello concedeu uma entrevista coletiva para falar sobre a morte de Ayrton Senna e sobre a segurança da Fórmula 1:



"...isso não é justo, eu não sou a pessoa que tem que chegar lá e mudar tudo, eu tenho só 21 anos, eu estou chegando na Fórmula 1 agora..." Rubens Barrichello

Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - #acordaMichael

F1 2002 - O dia em que o esporte perdeu

"...a grande derrota da história da Ferrari..." Reginaldo Leme



Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - #prayforSchumi

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

F1 - Felipe Massa visita Michael Schumacher


Alguns dias atrás Felipe Massa revelou ter feito uma visita ao amigo Michael Schumacher, que se encontra em coma desde 29 de dezembro de 2013 em Grénoble, França, após sofrer um grave acidente de esqui como já postado antes no blog. Essa semana durante entrevista em meio a pré-temporada, o brasileiro revelou mais detalhes, sem revelar informações a pedido da família, mas disse que Schumacher apresentou reações.

Felipe disse que conversou muito com o "irmão" e ex-companheiro de Ferrari, e disse também estar com esperanças da recuperação plena do alemão.

"Eu o vi, falei com ele, contei sobre os testes de Jerez, sobre o meu novo carro, a Williams e tudo mais. Eu disse que ele precisava acordar. Eu sou uma pessoa positiva. Acho que precisamos sempre acreditar. Ele é um homem forte, uma grande pessoa e eu realmente espero que ele possa acordar e desfrutar de sua vida de novo", disse Massa.

"É sempre muito difícil falar algo a mais porque não tenho nenhuma experiência com relação ao que dizem os médicos. Eu o vi e fiquei feliz por ter ficado um longo tempo a seu lado, conversando, tentando passar a melhor energia possível e apenas ajudá-lo", completou o piloto brasileiro.

Felipe foi questionado sobre o estado de saúde de Michael, sobre suas reações, mas lembrou que não pode fazer qualquer tipo de atualização sobre sua condição, mas Massa revelou que o alemão mexeu a boca.


"Ele está dormindo e fiquei contente porque ele estava normal. Ele parece normal e também deu algumas reações com a boca e tudo mais. Não tenho experiência para dizer nada agora. Não sou médico, mas quando o vi, para mim, tudo pareceu bem positivo", finalizou Felipe Massa.

Torcendo!

enquanto isso...

A segunda semana da pré-temporada começou, ao final dos quatro dias um texto com todas as informações e impressões deixadas nos testes...

Rômulo Rodriguez Albarez - SP/SP - A estreia está próxima, Go #23!!! #prayforMichael

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

F1 1993 - E com a palavra, Alessandro Zanardi... "Dor"


"Não sei de onde a dor vem, pois ela está em todo o meu corpo... Não lembro muito bem do que aconteceu. Recordo-me e um grande 'big bang' e lembro vagamente dos médicos me tirando do carro, colocando o colar cervical... Eu ficava falando com eles: 'Não se preocupem, estou bem (risos)'. Momentos depois eu me dei conta que, por mais que eu tentasse, eu não conseguia me mover. Parecia que meu cérebro não estava conectado com meu corpo, e isso foi uma sensação muito, muito ruim. Essa foi a primeira vez na minha vida que eu tive esse tipo de sensação", Alessandro Zanardi



Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - #prayforMichael

domingo, 16 de fevereiro de 2014

F1 1993 - Ayrton Senna e Michael Schumacher em Spa

Poucas vezes na história da Fórmula 1 tivemos a chance de ver Ayrton Senna e Michael Schumacher "desfilando" em menos de um segundo de diferença, e ainda mais em Spa-Francorchamps.
O vídeo abaixo é de uma sequencia de voltas em que Michael Schumacher segue de perto Ayrton Senna, o alemão não o ataca, parece esperar por um erro do brasileiro que não acontece. No vídeo Senna é terceiro atras de Alain Prsot e Damon Hill e Michael Schumacher é o quarto. No final da corrida a vitória ficou com Damon Hill, seguido de Michael Schumacher em segundo, Alain Prost em terceiro e Ayrton Senna fora do pódio terminando em quarto. A narração é do lendário Murray Walker: 


Os dois protagonistas do vídeo tem seus destaques em 2014, no ano em que se completam 20 anos da morte de Ayrton Senna, Michael Schumacher ainda não abriu os olhos, o heptacampeão está em coma desde o dia 29 de dezembro de 2013 lutando pela vida devido a um acidente de esqui na França.
Entendemos a dor da família e seus métodos, mas privar o mundo de notícias sobre seu estado e um tanto egoísta, Schumacher é uma celebridade mundial, com fãs ao redor de todo o mundo. Esconder as coisas só traz o que a família diz tanto querer evitar, especulações e boatos falsos.
Desabafo feito, torcemos e oramos para a mais rápida e completa recuperação dessa lenda viva da Fórmula 1, Michael Schumacher.

Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - #prayforSchumi