quarta-feira, 14 de agosto de 2013

MP4/8 - O favorito de Sebastian Vettel

Pra quem acha que o carro de Fórmula 1 favorito de Sebastian Vettel é um dos carros de seus 3 (quase 4) títulos, está enganado, o carro número 1 de Vettel é o McLaren de 1993, o MP4/8, usado por Ayrton Senna.


“Meu carro favorito de forma absoluta. Foi minha primeira réplica. A McLaren não tinha o melhor carro naquele ano, mas Senna ainda conseguiu ganhar cinco GPs”, disse Vettel.


Rômulo Rodriguez Albarez - SP/SP - Aguardando dias melhores!

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

25 anos sem Don Ramón Valdés #SeuMadruga

"A vingança nunca é plena, mata a alma e envenena"
                                                                 Seu Madruga

Há 25 anos o mundo perdia Don Ramón Valdés. E aqui no Entrelinhas F1, minha silenciosa homenagem.

Don Ramón Valdés como o eterno Seu Madruga

Seu Madruga dando aula

Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - Há 25 anos, morria um grande mestre!

Nigel Mansell - 60 anos



Ontem, 08 de agosto de 2013 um dos meu pilotos favoritos fez 60 anos. Estou falando de Sir Nigel Ernest James Mansell, mais conhecido como Nigel Mansell, o "leão voador".
O inglês correu na Fórmula 1 de 1980 até 1992, correu na Fórmula Indy em 1993 onde foi campeão, voltou no meio da temporada de 1994 para substituir Ayrton Senna após sua morte e em 1995 participou de algumas corridas na McLaren.




Dono de um currículo invejável, Nigel Mansell correu em 192 grandes prêmios, onde obteve 31 vitórias, 32 pole positions, 30 melhores voltas, 59 pódios, 480 pontos, 3 vices campeonatos (1986, 1987 e 1991) e 1 título (1992).
Formou ao lado de Nelson Piquet, Alain Prost e Ayrton Senna o quarteto fantástico dos anos 80/90. É lembrado pelo azar de seus vice campeonatos, seus erros sob pressão, mas também é lembrado como um dos maiores nomes que a Fórmula 1 já viu, Sir 
Nigel Ernest James Mansell. Feliz Aniversário Leão!


Quem assistiu aos anos 80 e 90 com certeza se lembra com saudade do quarteto, o  "talvez" melhor de todos os tempos Ayrton Senna, o professor Alain Prost, o astuto Nelson Piquet e o "Leão" Nigel Mansell.
Nigel sempre estava ali, como um leão rodeando o título mundial de Fórmula 1, em 1985 a primeira vitória, em 1986 vice atrás de Alain Prost, em 1987 vice outra vez em um campeonato incrível vencido pelo seu companheiro de equipe Nelson Piquet. 1988 foi um ano para se esquecer, terminou apenas 2 corridas no ano, ambas em segundo, terminando o ano em nono. Foi para a Ferrari em 1989 onde voltou a andar bem e terminou o campeonato em quarto lugar, em 1990 também pela equipe de Maranello, terminou em quinto.
Em 1991 volta para a Williams onde termina o ano com o vice campeonato, ganhando assim fama de azarado.
Chegou o ano de 1992 e Nigel Mansell já com 39 anos finamente se sagra campeão mundial de F1.
Aos que acompanharam a carreira do inglês e ta,bém pra quem ama esse esporte, tem plena certeza que nem as perdas de títulos tiram Nigel Mansell da lista dos maiores pilotos de todos os tempos da Fórmula 1 e também da lista dos mais queridos.

























Vida longa para Nigel Mansell...


Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - Eita coração difícil de alcançar!

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Porque gostamos do Kimi Raikkonen?

A Fórmula 1 de hoje em dia está cada vez mais política, teatral e "marqueteira", e já são raros os pilotos verdadeiros, que falam e fazem o que "der na telha", podemos citar Nelson Piquet, mas dois clássicos play boys são Kimi Raikkonen e seu ídolo, James Hunt, abaixo um dialogo de Kimi Raikkonen com a equipe Lotus durante uma corrida, isso mostra bem o estilo Kimi Raikkonen de ser:

Engenheiro: “Ok, Kimi, atrás de você está o Alonso. Alonso está cinco segundos atrás de você. Vou te avisando sobre a diferença de tempo. Vou avisando sobre o ritmo”.
Kimi: “Não enche, eu sei o que estou fazendo”.
Engenheiro: “Ok, Kimi, precisamos conservar os quatro pneus, por favor. Conserve os qua…”
Kimi: “tá tá tá, eu tô fazendo isso desde o começo, você não precisa me lembrar o tempo todo”.
E depois David Coulthard foi entrevistar Kimi no topo do pódio:
Coulthard: “Fale um pouco sobre como se sente, Kimi”
Kimi: “Nada demais”

Em uma F1 cada vez menos "humana", torço para que apareçam muitos outros "Nelson Piquet, "James Hunt" e principalmente "Kimi Raikkonen's".

E é por isso que gostamos do Kimi Raikkonen!
Rômulo Rodriguez Albarez - Sampa/SP - coragem para o próximo passo sem ela!!!

O que fazer da vida após a Fórmula 1?

O site da globo fez uma matéria sobre o que alguns ex-pilotos fazem da vida após a aposentaria das pistas, inspirado na matéria resolvi colocar aqui no blog parte dos pilotos e mais alguns:

Mark Webber e Rubens Barrichello
Mark Webber é um dos meus pilotos favoritos (mais pra frente escreverei uma matéria sobre o australiano), e já tem o que fazer ano que vem, competirá no Mundial de Endurance, portanto não entra na lista, assim como Rubens Barrichello, que continua competindo na Stock Car Brasil, vamos a lista:

VENDEDOR DE CARROS
Juan Manuel Fangio
Juan Manuel Fangio e Nigel Mansell

O pentacampeão Juan Manuel Fangio virou vendedor de carros Mercedes-Benz nos anos 70, o argentino chegou a ser presidente da Mercedes em seu país natal.
No ano de 2013 o inglês campeão de 1992 abriu sua própria concessionária de carros, onde no piso de cima mantêm um museu com troféus e carros da sua passagem pela F1.


VENDEDOR DE AVIÕES
Esq.: Niki Lauda Dir.: Thierry Boutsen
Thierry Boutsen e Niki Lauda


O belga Thierry Boutsen, que venceu três corridas na F1 se aposentou em 1993, passou a vender aviões, anos mais tarde ao lado da esposa Thierry abriu sua própria empresa, a Boutsen Aviation. No ramos dos aviões também encontramos o tricampeão Niki Lauda, o austríaco tinha sua empresa, a Lauda Air, que depois passou a se chamar Austrian myHoliday.

MÚSICO

George Harrison com Damon Hill
Damon Hill

O último companheiro de equipe de Ayrton Senna tem seu lado musical, o britânico campeão de 1996 começou a pender para o lado da música nos tempos de escola. Após sua aposentadoria, Damon chegou a tocar com músicos famosos, George Harrison, ex-Beatle e seu amigo pessoal. Hill chegou a tocar com sua própria banda, “The Conrods”, onde tocou de 1999 a 2003.

DONO DE EMPRESA DE NAVEGAÇÃO POR SATÉLITE
Nelson Piquet
Nelson Piquet


Nosso Nelson Piquet é dono de uma empresa de navegação por satélite, fundada em 1994, tem como “carro-chefe” o rastreamento de frotas de caminhões

POLÍTICO
Carlos Reutemann
Carlos Reutemann

Outro argentino em nossa lista é Carlos Reutemann, aquele mesmo que perdeu o campeonato de 1981 por apenas um ponto para Nelson Piquet, no primeiro Brasil X Argentina da F1, em Las Vegas. Se aposentou da F1 na segunda corrida de 1982. Famoso na Argentina, o ex-piloto virou político e foi até gvernador da cidade de Santa Fé, a terceira cidade mais populosa do país Hermano, na qual cumpriu dois mandatos entre 1991 a 1999. Até os dias de hoje especulasse que Reutemann irá tentar a presidência, é esperar pra ver.

COLUNISTA E COMENTARISTA DE FÓRMULA 1

Martin Brundle e David Coulthard
David Coulthard e Martin Brundell


Os britânicos após a aposentadoria se tornaram respeitados comentaristas de Fórmula 1.
DJ
Raul Boesel
Raul Boesel


O piloto brasileiro correu na F1 nos anos de 1982 e 1983 sem grande sucesso, hoje em dia é fácil encontra-lo nas baladas da cidade, sua profissão atual é DJ.

HERÓI OLÍMPICO

Alessandro Zanardi


Após deixar a F1 o italiano foi correr na Indy, onde sofreu um gravíssimo acidente que resultou na perda de suas duas pernas, talvez um dos maiores exemplos de superação, Zanardi hoje em dia é atleta paraolímpico, onde na última competição voltou com a mala cheia de medalhas de ouro.


Exemplo de superação

Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - Esquecer é o remédio

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Há 20 anos morria James Hunt - Mais playboy que piloto



No último dia 15 de junho, a morte de James Hunt completou 20 anos. Um dos últimos ‘bon vivants’ do universo da F1, o britânico, natural de Surrey, na Inglaterra, foi também um dos grandes pilotos de sua geração.
Nascido em 29 de agosto de 1947 – teria, hoje, 65 anos –, Hunt sobreviveu na F1 por sete temporadas, correu por Hesketh, McLaren e Wolf e conquistou dez vitórias, 14 poles e 23 pódios em 92 largadas, além do título mundial de 1976. É justamente esta temporada, marcada pela rivalidade entre ele e Niki Lauda, que será retratada no filme ‘Rush’, com aguardada estreia prevista para setembro
Uma das histórias que melhor retrata o estilo de vida boêmio do britânico ocorreu às vésperas da corrida mais importante de sua carreira, justamente em 1976, antes do GP do Japão, prova que decidiria o campeonato.
Então piloto da McLaren, Hunt passou duas semanas em Tóquio com nada menos que 34 comissárias de bordo da British Airways, em orgias regadas a álcool, drogas e rock’n'roll. Mesmo assim, largou em segundo e conquistou a terceira posição na prova, resultado que foi suficiente para a conquista de seu único título. O relato é de Tom Rubython, autor da biografia ‘Shunt’, sem lançamento em português.
Após a aposentadoria das pistas, em 1979, o britânico passou a dividir seus excessos com a função de comentarista de F1 na emissora BBC, de Londres. Ocupou o cargo até 1993.
No dia 15 de junho daquele ano, quatro dias após o GP da Inglaterra, Hunt foi encontrado morto em sua casa em Wimbledon, na região metropolitana da capital do Reino Unido. Tinha 45 anos. Horas antes de sua morte, havia proposto casamento à então namorada Helen Dyson.

Um triste e poético fim para um piloto conhecido como “O Último Romântico”.
Rômulo Rodriguez Albarez - Sampa/SP - é...

terça-feira, 4 de junho de 2013

F1 - Somos "tão jovens"


Como tudo o que é bom, a Fórmula 1 já dura muito tempo, gerações e gerações de pilotos já passaram pela categoria, alguns, mesmo após pendurar o capacete continuam a trabalhar na categoria, outros andam sumidos, porém vivos e com saúde. Vejamos como estão alguns desses senhores que já não estão mais nas pistas:


Nelson Piquet e Niki Lauda
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - Espero que a semana acabe...

quarta-feira, 29 de maio de 2013

F1/Indy 2013 - GP de Mônaco e 500 milhas de Indianápolis / O estúpido e falso patriotismo brasileiro


E se foi um dos meus fins de semana favoritos, GP de Mônaco e 500 milhas de Indianápolis.
Vamos para a Indy. Venceu Tony Kanaan, enfim em Indianápolis, enfim nas 500 milhas, enfim.
Tony mereceu, afirmo que no grid da Indy atualmente, é um dos que mais merece, não por ser brasileiro, mas pela luta ano a ano, pela persistência, pela luta, fé, humildade, por sua história, por estar em uma equipe mediana trabalhando duro, o guerreiro venceu.
As dificuldades que enfrentadas por Tony nos últimos anos são prova do merecimento do baiano.
Colocará seu rosto em um dos troféus mais cobiçados do automobilismo mundial, quem sabe o mais, em um lugar de honra, próximo ao seu amigo Dan Wheldon, vencedor da edição de 2011, morto em outubro do mesmo ano.
Como ele mesmo disse: “Já está na hora de colocar minha cara feia naquele troféu”.

Tony Kanaan, Bia Figueiredo e Hélio Castroneves
E é aí que queria chegar, a vitória é dele, o merecimento é dele, e não de uma estúpida nação que só vive de vitória, de oba oba, não é sua “patriota do pau oco”.
Ouvi muitos dizendo que é uma vitória da nação, discordo.
Essa é a mesma nação que não incentiva, não apoia, não dá valor e aliás só dá uma coisa, as costas. O automobilismo brasileiro está jogado as traças e quem está no poder do mesmo não faz nada pra mudar, muito pelo contrário, usam o automobilismo como seu cofre particular. Onde já se viu as duas principais categorias do país serem a Stock Car e a Fórmula Truck, não se tem futuro além delas, o Brasil precisa de campeonatos respeitáveis de monopostos, investimentos nos autódromos. Interlagos é o exemplo, está a beira de perder a F1 se não se modernizar, e ninguém faz nada pra mudar.

Resumindo, o Brasil em poucos anos não terá mais ninguém na Fórmula 1 e nem na Fórmula Indy, se ilude no presente, achando que Felipe Massa, Hélio Castroneves, Tony Kanaan e Bia Figueiredo durarão para sempre, alias, alguém conhece a Bia? Aposto que quando ela vencer, se vencer, será eleita rainha do Brasil nas pistas, será aclamada, ganhará medalhas de honra, será idolatrada, ganhará duas ou três estátuas pelo Brasil, e isso tudo nas duas semanas após sua vitória, por que depois disso volta para o corredor dos esquecidos do automobilismo, esse sim são lembrados, pois, qualquer um abaixo do nível de Ayrton Senna não serve.
Nosso maior exemplo é Rubens Barrichello, brilhante carreira na Fórmula 1, onze vitórias, dois vices campeonatos e anos correndo em alto nível, não é a toa que é o ser humano que mais correu de Fórmula 1 desde o Éden. E mesmo com esse magnífico currículo, totalmente respeitado lá fora, é motivo de piada e chacota pelos arredores do país, simplesmente pelo simples fato de não ser melhor que o Ayrton.

De Senna pra cá, o Brasil criou melhores pilotos que países como a França de Alain Prost, a Itália do longínquo Giuseppe Farina e nem assim esses países deixaram de apoiar seus pilotos.
O brasileiro é estúpido quando se trata de qualquer esporte, até mesmo com o futebol. Segundo a RGT e as propagandas da TV, somos o povo mais patriota do mundo quando o assunto é copa do mundo, e os outros quatro anos? E o Guga, onde está? O vôlei? O basquete? E o Rubinho, que a cada vitória nosso “querido” narrador e toda a “nação gritava “agora vai”, onde está? E o Felipe Massa, quase, mais quase mesmo campeão em 2008?

O melhor a fazer é investir no esporte, não só no automobilismo, mas em esportes além do futebol, esportes baratos e de fácil inclusão, assim teremos menos bandidos e mais Tony Kanaan's andando por aí.
O Brasil precisa aprender e aceitar que Ayrton Senna morreu, e que já faz tempo, e que dificilmente alguém irá se aproximar do que ele representou nesse país sem memória.

05/05/1994 - O funeral de Ayrton Senna

Enquanto isso no Grande Prêmio de Mônaco...

- Vence Nico Rosberg, com uma tática lenta porém inteligente, o alemão filho do finlandês Keke Rosberg vence no principado e repete o feito de seu pai 30 anos depois;

1983 - Keke Rosberg vence em Mônaco / 2013 - Nico Rosberg vence em Mônaco / à direita: Keke passeando com o jovem Nico
- E para quem pensou que Nico fosse tomar um baile do Hamilton (inclusve eu), está ai o resultado, até agora Nico e quem vem dando as cartas;
- Felipe Massa teve um fim de semana para esquecer, dois acidentes idênticos no final da "reta" dos boxes marcaram a passagem do brasuka em Mônaco;
- Sergio Perez vinham fazendo uma prova arriscada, passando Jenson Button e Fernando Alonso, até se afobar e acabar com a corrida de Kimi Raikkonen, o homem de gelo derreteu e disse que o mexicano merecia um soco na cara, mas, cão que late não morde e ficou tudo por isso mesmo. Continue assim Perez, que até o fim do ano você terá mais inimigos que o Michael Schumacher fez em toda a sua carreira;
- Adrian Sutil fez uma prova arriscada porém sem erros e conquistou um ótimo quinto lugar;
- Fernando Alonso, apagado chegou em sétimo;
- Sebastian Vettel esta rumo ao tetra com o segundo lugar em Mônaco, seus rivais na briga pelo título, Raikkonen e Alonso chegaram em décimo e sétimo respectivamente;
- As equipes acusam a Mercedes de ter feito um teste secreto durante a semana, vamos esperar e ver o desenrolar da situação que promete esquentar o tapetão;
Mônaco 2013 - Felipe Massa em pose típica do fim de semana, no muro.
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - Friaca meoooo!!!

quinta-feira, 16 de maio de 2013

F1 2013 - GP da Espanha - Deixem o rapaz erguer a bandeira!



O tempo passa, o tempo voa e eu não consigo parar pra escrever um texto decente. (rs)
Vamos lá, começou a fase europeia da F1, o campeonato vai se desenhando em favor de três indivíduos. São eles, Kimi Raikkonen, Sebastian Vettel e Fernando Alonso.
O último vive um melhor momento, venceu em casa no domingo, uma vitória que lembrou Senna do início ao fim e com certeza enche de moral Don Fernando Alonso.


A Ferrari se mostra forte e com o melhor equipamento, seguido por Lotus e Red Bull.
A equipe de Maranello continua a não conseguir boas classificações, o que obriga seus pilotos a arriscarem tudo nas largadas e na estratégia, uma vez que a Ferrari é a equipe que melhor se comporta em situação de corrida. Seguida de perto pela Lotus, não se sabe como, mas a equipe negra e dourada achou o caminho para conservar os pneus.
E são eles que tem sido a estrela do campeonato, não se fala de mais nada, de todos os lados as críticas chegam, desde pilotos, equipes e por fim de Bernie Ecclestone, até que a Pirelli deu o braço a torcer e prometeu para daqui 2 corridas as mudanças solicitadas.
Acho errado, pois se a Lotus achou o caminho para o bom rendimento dos pneus, por que as outras não podem? O campeonato começou assim e deveria terminar assim. Mas, minha opinião não vale, então aceitemos.
Além de Alonso, outro destaque da corrida foi Felipe Massa, o brasileiro largou em nono e foi magnífico, ultrapassou na hora certa, andou forte o tempo todo e não desgrudou dos líderes em nenhum momento, terceiro lugar mais que merecido.

Sebastian Vettel sofreu com o desgaste de seus pneus, enquanto Webber eu não sei nem se foi para a Espanha, o australiano não foi sequer citado, mas chegou em quinto.
Ia me esquecendo da Mercedes, largaram na primeira fila, Nico Rosberg em 1º seguido de Hamilton, Nico terminou em sexto e Hamilton em 12º, sem nenhum dos dois ter enfrentado situações adversas na corrida. Estranho.
Pra finalizar, foi linda a comemoração do Alonso, pegou a bandeira de seu país e ergueu com orgulho, a Espanha que vive momentos que crise merece alguém pra levantar a moral, assim como fazia Senna com nossa bandeira. E quase puniram o espanhol. Levante a bandeira mesmo Fernando, você foi grande, bravo!
A Fórmula 1 muitas vezes beira o ridículo, cada vez mais os pilotos tem que se portar como robôs, tem que saber como falar ao vencer, aguentar as sessões e sessões de marketing, e não podem mostrar seu orgulho por seu país. Já basta aquele pódio ridículo com bandeiras eletrônicas, como já reclamou o Webber, clique aqui. Não entendo tanta idiotice com regaras sem sentidos, eles tiram a cada corrida tudo  o que tornou a F1 um esporte com tantas histórias apaixonantes.
Vamos humanizar a Fórmula 1 já!



Rapidinhas

A Honda volta em 2015 e reedita uma história de sucesso, vai impulsionar os carros da McLaren, talvez Williams e Caterham também. E teremos o duelo Honda/Renault novamente.



Mark Webber disse a amigos que encerra a carreira no fim da temporada, porém do jeito que está, será que fica até o fim?

Rômulo Rodriguez Albarez - SP/SP - Hey You!!!

sábado, 11 de maio de 2013

Aqui



Nada do que foi será, de novo do jeito que já foi um dia.
Aqui eu chorei, ri, tive decepções, surpresas boas e ruins.
Aqui eu aprendi, muitas vezes errando que o melhor pra nossa vida,
é ser totalmente dependente de Deus.
Aqui eu aprendi que a vida deve ser regada segundo o vontade do Pai.
Aqui eu fiquei só, porém com a melhor companhia de todas, o meu Deus.
Aprendi, cresci, amadureci, e só tenho a agradecer a Deus pelo tempo que Ele passou aqui comigo.
Aqui eu me despeço triste, porém satisfeito.
Não, não vou me matar (rs), apenas vou voltar pra casa dos meus pais,
as vezes o melhor a se fazer é dar um passo para trás pra poder dar quatro para frente.

Rômulo Rodriguez Albarez - Sampa/Sampa - Último dia na minha humilde residência

domingo, 14 de abril de 2013

F1 2013 – Falsas desculpas de Sebastian Vettel




Um rápido pensamento...

Após a trairagem descarada de Vettel na Malásia, o alemão pediu desculpas públicas e blá blá blá.
E não passou de blá blá blá mesmo, depois de alguns dias, Vettel voltou a meter a boca no trombone dizendo que faria tudo de novo, e que não se arrependerá do que fez.
Sua história com Mark Webber não é de hoje, com certeza os caras não se gostam, ao que tudo indica, Vettel estava com a espremida que levou de Webber no GP do Brasil do ano passado entalada na garganta e estava só esperando a hora de se vingar, e se vingou.
Nada justifica o que Sebastian fez, como também nada justifica a bobagem de Webber em terras canarinhas em 2012, não tem certo e nem errado nessa história.
E para Webber, é pensar em algo pra fazer ano que vem, pois na Red Bull o australiano não tem mais clima e o alemão “manda” lá, e não me espantaria se ele perdesse o emprego ante do fim da temporada.



Estou aqui esperando o GP da China, Hamilton larga na pole e Felipe Massa é quinto. Se manda sono!

Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP

segunda-feira, 25 de março de 2013

F1 2013 - GP da Malásia - errata



Esqueçam tudo o que eu escrevi sobre o esporte, os fãs, a Fórmula 1, enfim, sobre ética no texto sobre o GP da Malásia.
Em um primeiro momento, quem assistia ao GP, assim como eu achava que estava diante de algo épico, onde uma equipe consegue deixar seus dois pilotos livres para lutar bravamente pela vitória um contra o outro, roda a roda.
O “buraco era mais embaixo”, após a última parada de Mark Webber a Red Bull mandou os dois pilotos baixarem o ritmo do motor para poupar equipamento e também para manterem suas posições.
Assim o fez Webber, então líder da prova baixou o ritmo e achou que estava diante de mais uma vitória, o australiano só não contava que seria personagem de um lance bonito, porém sujo.
Sebastian Vettel desobedeceu a equipe, não baixou o ritmo do motor e foi pra cima de um quase indefeso companheiro, o alemão pegou Webber e a equipe de surpresa.
Foi desleal, sujo, não teve caráter, beirou o ridículo, mlehor dizendo, foi ridículo e colocou a vitória acima de tudo, até mesmo da ética. Ignorou tudo o que um acordo firmado representa, desacatou ordem da equipe, ok, não aceitou a ordem, o mínimo que devia fazer seria falar para a equipe que não concordava e que iria pra cima, assim a equipe certamente avisaria Webber e ai sim, teríamos uma briga de igual para igual.
A atitude de Vettel foi a mais longe possível do que representa o esporte, o trabalho em equipe. Conseguiu manchar a brilhante carreira do mais jovem tricampeão de Fórmula 1, anos de brilhantismo, que com essa atitude são colocadas em cheque, será que foram anos tão limpos quanto se imaginava, afinal, não é de hoje que Mark Webber reclama.
Vettel entra em um “seleto” grupo de grandes pilotos que também são lembrados por maus momentos, Didier Pironi (San Marino 1982), Ayrton Senna (San Marino 1989), Michael Schumacher (Áustria 2002), Fernando Alonso (Cingapura 2008) etc.
Sebastian Vettel pediu desculpas a Mark Webber logo após a corrida, mas acredito realmente de o alemão não esteja nem aí pra isso, assim como Schumacher, Senna, Alonso também não estariam, afinal, para alguns a vitória ultrapassava a ética, e quando isso acontece, é preciso parar e repensar.
Agora só cabe a Sebastian Vettel provar que realmente está arrependido e crescer com isso, ai sim a vitória na Malásia terá valido a pena, apesar de eu que vos escrevo não acredito nisso, afinal, isso não se faz “sem querer”, sem pensar, assim como Vettel disse que o fez.
Pra finalizar, a única coisa que acertei no texto anterior em relação a disputa pela vitória dos pilotos da Red Bull, é que era algo digno de Senna e Prost.
Webber mostra o dedo do meio para Vettel


Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - corrigido!