terça-feira, 10 de abril de 2012

F1 - Gilles Villeneuve X Ayrton Senna

"Gilles Villeneuve foi espetacular em vários momentos. Ayrton Senna foi espetacular em todos os momentos que entrou em um carro de corrida".
Top Gear tribute

Ayrton Senna e Gilles Villeneuve
A frase acima define bem a maestria dos dois pilotos, assim como a vantagem de Ayrton Senna na questão.

Rômulo Rodriguez Albarez - SP/São Paulo - Senna, claro!

#Titanic 100 anos (2)


A partida do Titanic, na cidade inglesa Southamptona no dia 10 de abril de 1912

Um minuto de silêncio e a lembrança de 100 anos atrás. Mais de 600 crianças com fotográfias da vítimas do Titanic, nesta terça (10) a cidade inglesa de Southamptona lembrou a partida do navio, há cem anos, de seu porto.
Dentre os 1523 mortos, aproximadamente 500 eram da pequena cidade inglesa.
 
Fotos das homenagens
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - 100 anos

#Titanic 100 anos



O DEUS GRANDE, TERRÍVEL E PODEROSO
QUE NÃO FAZ ACEPÇÃO DE PESSOAS,
QUE NEM ACEITA SUBORNO,
DEUS NÃO ACEITA INSULTO!

NUVENS CLARAS, CÉU RISONHO, SOL BRILHANTE NAQUELE DIA.
DEIXAVA A FACE DO PACÍFICO QUAL FOSSE UMA MELODIA.
AO LONGO DO HORIZONTE VÊ-SE A PAISAGEM.
QUE VEM SE APROXIMANDO, QUAL ESPLÊNDIDA MIRAGEM.

ENQUANTO O MAR DECLAMA UM POEMA QUE SIMPLIFICA.
PODEMOS CONTEMPLAR O MAJESTOSO TITANIC.
NAVIO DE PREPOTÊNCIA E DE TRÊS ANDARES,
MAIS DE DOIS MIL TRIPULANTES VIAJANDO SOBRE OS MARES.

PARECIA ABSOLUTO DITAR O PRÓPRIO DESTINO.
AOS ALARIDOS DAS MÚSICAS, VEEM-SE OS PARES DANÇARINOS,
QUE ENTREGUES AOS PRAZERES DE BEBIDAS E LICORES,
QUERIAM FAZER DE VIDA MIL TELAS MULTICORES.

BRADOS DE ALEGRIA, GARGALHADAS ILUSÓRIAS
QUEM JAMAIS PENSARIA NO TRÁGICO FIM DA HISTÓRIA.
O MAR ESTAVA CALMO E SERENO
A GELIDEZ DAS ÁGUAS ERA UM DOCE OCEANO.
DE UM QUADRO PITORESCO, UM QUADRO DE AMOR.
A GRATA NATUREZA SORRINDO PARA O CRIADOR.
O MANTO AZULADO, CORTADO PELA LUA.
SAÚDA O TRANSATLÂNTICO QUE SOBRE AS ÁGUAS FLUTUA.

E EM MEIO AOS ESTAMPIDOS DOS FOGOS LUMINARES,
SURGE UM DIÁLOGO,
ENQUANTO QUE O NAVIO PROSSEGUE SOBRE OS MARES.
UMA MULHER COM TRAJES A RIGOR
EXCLAMA INDECISA AO HOMEM CONSTRUTOR.
ESTE NAVIO TÃO LINDO, NÃO HÁ PERIGO DE SUBMERGIR?!

COM OLHAR DE CENSURA, ELE RESPONDE A SORRIR:
FUI EU QUEM O CONSTRUIU E TENHO CERTEZA PROFUNDA
QUE ESTE NAVIO, NEM DEUS O AFUNDA.

O HOMEM SE EXALTOU, ULTRAPASSOU SEU LIMITE,
E JOGOU PARA O CÉU, UM INSULTO EM DINAMITE.
E DEUS, QUE O CORAÇÃO DO HOMEM ESTAVA ENTENDENDO,
COM SUA CANETA IMPERIOSA, SOBRE AS ÁGUAS FOI ESCREVENDO:

JAMAIS DAREI A OUTRO A MINHA GLÓRIA
O HOMEM TEM QUE SABER
QUE EU SOU O GRANDE NESTA HISTÓRIA.
QUEM É O HOMEM PARA QUE A ELE EU ME ENVERGUE,
À FRENTE DESTE NAVIO EU POREI UM “ICEBERG”.

E O LUXUOSO NAVIO, O TRANSATLÂNTICO DE AÇO,
COMEÇARA, ENTÃO, O SEU TERRÍVEL FRACASSO.
NUMA GRANDE PEDRA DE GELO ELE BATEU.
E O CASCO QUE ERA TÃO POSSANTE, LOGO SE FENDEU.

AS ÁGUAS FORAM ENTRANDO,
O NAVIO, AOS POUCOS AFUNDANDO,
PERDEU A TOTAL DIREÇÃO,
O PÂNICO E O ALVOROÇO, TOMARAM CONTA DA TRIPULAÇÃO.
E ENTRE CENTENAS DE QUARTOS, NÃO SE OUVIA MAIS UMA CANÇÃO DE NINAR
MAS UMA POBRE MÃE, CUJA DOR ENVOLVIA-LHE O DIAFRAGMA
COM O ROSTO BANHADO EM LÁGRIMAS, AOS PEQUENINOS FILHOS,
UMA ESTÓRIA SE PÔS A CONTAR, ERA UMA VEZ...

E FEZ DESSA LENDA UM SONÍFERO MUITO FORTE
AS CRIANÇAS ADORMECERAM PARA NÃO VEREM A TERRÍVEL MORTE.
FOI UM QUADRO HORRÍVEL E DOLOROSO
ISSO PORQUE O HOMEM DESAFIOU, AO DEUS TODO PODEROSO.

E EM MEIO AO CLAMOR DE MULHERES E CRIANÇAS,
QUE DECLARAVAM NÃO HAVER MAIS NENHUMA ESPERANÇA
PRANTO, GRITO E CHORO A TODO INSTANTE.
OUVE-SE O BRADO VINDO DO COMANDANTE:

NÃO PAREM A MÚSICA! CONTINUEM TOCANDO!
PARA ASSIM ACALMAR QUEM ESTAVA SE DESESPERANDO.
E OS MESMOS QUE TOCAVAM PARA A DANÇA,
FIZERAM UM SOLO MUSICAL, DE UMA DOCE E LÍRICA ESPERANÇA.
QUE ENQUANTO DO NAVIO, TRAÇADO PELO DESTINO,
OUVIA-SE O SOM VINDO DOS VIOLINOS:

MAIS PERTO QUERO ESTAR, MEU DEUS DE TI
INDA QUE SEJA DOR, QUE ME UNA A TI...

E O IMENSO OCEANO, ABRIGAVA EM SEU SEIO
O GIGANTE TRANSATLÂNTICO,
QUE PARTIDO FORA AO MEIO.
VINTE BARQUINHOS PARA SALVAR AS VIDAS
QUE AOS BEIJOS E ABRAÇOS, FAMÍLIAS ERAM DIVIDIDAS.
HOUVE SUICÍDIOS, OUTROS SE LANÇAVAM AO MAR
E OS VIOLINISTAS SE DESPEDIRAM, AO TERMINAREM DE TOCAR.

E NUM POEMA DE DOR, A NATUREZA CHORANDO,
ASSISTINDO AO FIM TRÁGICO DO TITANIC AFUNDANDO.
AS GLÓRIAS DE HOMEM,
AS RIQUEZAS DE UM NAVIO,
EVAPORARAM-SE NO OCEANO
QUAL FUMAÇA DE UM PAVIL.

E PRA QUE A HUMANIDADE COMPREENDA
QUE SÓ A DEUS DEVEMOS NOSSO CULTO
QUE A ELE TODA HONRA, GLÓRIA E PODER
DEUS NÃO ACEITA INSULTO!!!




Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - Quase 100 anos depois...

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Fórmula 1 - Honrando a memória do pai


Gilles Villeneuve com
Jacques ao fundo
O dia 8 de mais de 2012 marca o aniversário de 30 anos da morte de Gilles Villeneuve.
E a Ferrari não quer deixar a data passar em branco. De cara chamou o campeão de 1997 e filho de Gilles, Jacques Villeneuve para pilotar o carro com o qual o pai guiou e foi vice-campeão em 1979.
“Será uma ocasião para evocar a memória de um homem que teve e sempre terá espaço de honra na história da Ferrari. A memória dele ainda vive nas mentes de muitos em Maranello. Seu talento, velocidade, a bravura que beirava a irresponsabilidade, tudo faz com que seu nome seja popular entre nossos torcedores. Mesmo entre os mais novos, que só puderam vê-lo em reprises de suas corridas ou ler sobre ele em histórias escritas por jornalistas”, segunda a Ferrari, em seu site oficial.
Muito bem bolada e merecida a homenagem à Gilles, e as pessoas poderão ter um gostinho de ver um Villeneuve a bordo de uma Ferrari em uma data que jamais será esquecida.




Gilles com o filho Jaceques

Rômulo Rodriguez Albarez - SP/SP - Sono!

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Feliz Páscoa Cambada!!!

Alain Prost
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - Que dia....

F1 2012 - O que falta para Kamui Kobayashi?

Kamui "mito" Kobayashi


Kobashow, a lenda, o mito, etc, esses são alguns dos apelidos ligados ao piloto japonês Kamui Kobayashi.
Ele começou na Fórmula 1 no GP do Brasil de 2009 pela equipe Toyota, de cara chegou em 9º e surpreendeu a todos com as ultrapassagens que executou.
Em sua segunda corrida, marcou seus primeiros pontos na F1 chegando em 6º, no GP de Abu Dhabi daquele mesmo ano.
A Toyota se foi e o mito conseguiu vaga na Sauber, onde está até hoje.
O garoto anda muito, é rápido, não pensa duas vezes na hora de executar uma ultrapassagem e quase não comete erros.
Agora a pergunta: O que falta a Kamui Kobayashi para conquistar um lugar em uma equipe de ponta?
A história da F1 nos mostra os pilotos japoneses sempre como coadjuvantes, pagantes, camicases, ou simplesmente péssimos pilotos, salvo o não muito distante Takuma Sato, que até chegou a conquistar um pódio, apesar de ser considerado um daqueles pilotos do tipo “maluco japonês”.
O que falta ao Kamui? Patrocínios? Estar no lugar certo e na hora certa?
O japonês é um povo muito ligado aos seus antepassados, será que o Kobayashi sofre com esse mal? Com seus “antepassados” japoneses da F1?
Japonês sempre ou quase sempre é considerado um piloto maluco. Não é o caso de Kobayashi, que já provou isso há muito.
Acho sinceramente que Kamui tem lugar entre os melhores, tem velocidade, talento, carisma e com certeza não é um “come-grama” como muitos de seus antepassados.
Muito se fala sobre Sergio Pérez e seu excelente segundo lugar na Malásia, também falei muito sobre, o mexicano é um ótimo piloto e com certeza tem futuro garantido em algumas das equipes grandes. É com quase certeza que digo que Pérez já tem contrato com a Ferrari para 2013, mas isso é algo que eu acho e com certeza muitos de vocês também.
Espero ansiosamente para ver o japonês em uma equipe que realmente brigue pelas primeiras posições.
Pois Kamui Kobayashi é mito, é lenda, é show e muito mais do que falam por ai, é um grande piloto e merece. Pois com certeza, o dia que ele conseguir, chegará ao Olimpo.
Kobayashi em ação com sua Sauber 2012


Rômulo Rodriguez Albarez – São Paulo/SP – Dor de cabeça! Muita...

quarta-feira, 4 de abril de 2012

F1 2012 - Um pit stop diferente na Mercedes

A fornecedora de material esportivo da maiorias das equipes, resolveu promover uma interessante campanha de marketing junto a equipe Mercedes. A marca colocou Michael Schumacher e Nico Rosberg fazendo pit stops de maneira um tanto curiosa.



Criativos.

Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - Que dor nas costas!!!

terça-feira, 3 de abril de 2012

F1 1975 - A única vitória de Moco

A única vitória de José Carlos Pace na voz de Galvão Bueno, em 1975
Aconteceu no GP Brasil de 1975, e de quebra Emerson Fittipaldi em segundo.

Comemorando sua única vitória


Da-lhe Pace!!!!

Rômulo Rodriguez Albarez - SP/São Paulo - Quero ir embora!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

F1 - Um esporte solitário


A Fórmula 1 é um esporte interessante, solitário.

E não falo de quem é diretamente envolvido com o negócio, ou de pilotos, mas falo de quem assiste.

A maior rivalidade da história da F1 - Prost e Senna
Adoro futebol, sou Tricolor Paulista e não abro mão. Porém, no país do futebol, o meu esporte número um é o automobilismo, mais precisamente a categoria chamada Fórmula 1.
Quando eu era pequeno, queria fazer tudo o que meu pai fazia, e meu pai sempre estava ali assistindo as corridas de Fórmula 1, vendo o Piquet, torcendo pelo Senna. Naturalmente ao seu lado estava eu, vendo minhas primeiras corridas.
Em maio de 1994 perdemos Ayrton Senna, e com isso meu pai perdeu a graça pelas corridas, e como de costume, via apenas a largada e a última volta, vai entender, no demais, estava eu ali, sozinho.
Depois da morte de Senna, vi alguns campeões mundiais, nenhum deles brasileiro. O problema é que não segui a tendência do meu país, que sem seu grande herói deixou de ver a Fórmula 1.
Fui pegando tanto gosto que fui estudando a Fórmula 1, vasculhava sebos atrás de revistas, depois veio a internet e a vida melhorou.
Queria que a Fórmula 1 tivesse um “terceiro tempo” após a corrida, mas a grade da RGT com suas propagandas é tão grande e urgente, que não sobra espaço para o jornalismo ao vivo e de qualidade, queria que fosse motivo de rivalidade sadia entre grupo de pessoas, queria que fosse assunto, assim como o futebol, mas sei que é algo impossível, ainda mais em nosso país.
Por isso digo que é um esporte solitário, não tenho com quem brigar, discutir, tirar sarro.
Assim como no futebol, de vez em quando a sujeira que o homem proporciona por causa de dinheiro e interesses vem a tona e tenta denegrir a beleza do esporte.
Mas a essência da categoria está lá, intocada, junto com sua história, junto com um argentino manco, um escocês pastor de ovelhas, um austríaco renascido das cinzas, um canadense morto sem ter chegado ao olimpo, um francês do nariz torto, um brasileiro com uma bandeira, e outros tantos que fizeram da Fórmula 1, a minha paixão nacional.


Jim Clark e Graham Hill, a criança ao fundo é Damon Hill, filho de Graham e campeão de 1996

Argentino manco – Juan Manuel Fangio; Escocês pastor de ovelhas – Jim Clark; Austríaco renascido das cinzas – Niki Lauda; Canadense morto sem ter chegado ao olimpo – Gilles Villeneuve; Francês do nariz torto – Alain Prost; Brasileiro com uma bandeira – Ayrton Senna.

Rômulo Rodriguez Albarez - SP/SP - Esfria ou não esfria?

F1 2012 - GP da Malásia em alta definição


Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - s2

sexta-feira, 30 de março de 2012

F1 1980 – Foi há 32 anos


A primeira vitória de Nelson Piquet, seguido por Patrese e Fittipaldi
Em um fim de semana a Fórmula 1 presenciou, uma despedida, uma tragédia e a primeira de muitas vitórias, tudo isso aconteceu no dia 30 de março de 1980, há 32 anos.
O último pódio de Emerson

O então jovem Nelson Piquet largando na pole, o bi-campeão Emerson Fittipaldi largando em 24º e o suíço Clay Regazzoni largando naquela que seria sua última corrida na Fórmula 1.
Piquet largou em primeiro e não foi ameaçado por ninguém para a sua primeira vitoria na categoria, a primeira vitória do Brasil em 5 anos.
A última havia sido conquistada em 1975, no GP da Inglaterra e foi por Emerson Fittipaldi, então piloto da McLaren.
O próprio “Rato” (apelido de Emerson) tratou de coroar a primeira vitória de Nelson Piquet, largou e 24º e chegou em terceiro com sua Fittipaldi (única equipe brasileira na Fórmula 1), chegando logo atrás de Riccardo Patrese. Esse foi o último pódio de Fittipaldi, que simbolicamente passou o bastão brasileiro a Piquet.
Foi uma corrida de festa para o Brasil, porém de tristeza para a Suíça.
O último carro, a última corrida de Clay
Clay Regazzoni se envolveu em um acidente e ficou paraplégico, nunca mais sentou em um carro de Fórmula 1. O piloto suíço morreu em 15 de dezembro de 2006 em um acidente em Parma, na Itália, seu automóvel se chocou contra um caminhão.


Rômulo Rodriguez Albarez – SP/SP – Relembrando algo que não presenciei.

F1 2012 - GP da Austrália em alta definição


Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - Tá tenso!