segunda-feira, 9 de abril de 2012

Fórmula 1 - Honrando a memória do pai


Gilles Villeneuve com
Jacques ao fundo
O dia 8 de mais de 2012 marca o aniversário de 30 anos da morte de Gilles Villeneuve.
E a Ferrari não quer deixar a data passar em branco. De cara chamou o campeão de 1997 e filho de Gilles, Jacques Villeneuve para pilotar o carro com o qual o pai guiou e foi vice-campeão em 1979.
“Será uma ocasião para evocar a memória de um homem que teve e sempre terá espaço de honra na história da Ferrari. A memória dele ainda vive nas mentes de muitos em Maranello. Seu talento, velocidade, a bravura que beirava a irresponsabilidade, tudo faz com que seu nome seja popular entre nossos torcedores. Mesmo entre os mais novos, que só puderam vê-lo em reprises de suas corridas ou ler sobre ele em histórias escritas por jornalistas”, segunda a Ferrari, em seu site oficial.
Muito bem bolada e merecida a homenagem à Gilles, e as pessoas poderão ter um gostinho de ver um Villeneuve a bordo de uma Ferrari em uma data que jamais será esquecida.




Gilles com o filho Jaceques

Rômulo Rodriguez Albarez - SP/SP - Sono!

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Feliz Páscoa Cambada!!!

Alain Prost
Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - Que dia....

F1 2012 - O que falta para Kamui Kobayashi?

Kamui "mito" Kobayashi


Kobashow, a lenda, o mito, etc, esses são alguns dos apelidos ligados ao piloto japonês Kamui Kobayashi.
Ele começou na Fórmula 1 no GP do Brasil de 2009 pela equipe Toyota, de cara chegou em 9º e surpreendeu a todos com as ultrapassagens que executou.
Em sua segunda corrida, marcou seus primeiros pontos na F1 chegando em 6º, no GP de Abu Dhabi daquele mesmo ano.
A Toyota se foi e o mito conseguiu vaga na Sauber, onde está até hoje.
O garoto anda muito, é rápido, não pensa duas vezes na hora de executar uma ultrapassagem e quase não comete erros.
Agora a pergunta: O que falta a Kamui Kobayashi para conquistar um lugar em uma equipe de ponta?
A história da F1 nos mostra os pilotos japoneses sempre como coadjuvantes, pagantes, camicases, ou simplesmente péssimos pilotos, salvo o não muito distante Takuma Sato, que até chegou a conquistar um pódio, apesar de ser considerado um daqueles pilotos do tipo “maluco japonês”.
O que falta ao Kamui? Patrocínios? Estar no lugar certo e na hora certa?
O japonês é um povo muito ligado aos seus antepassados, será que o Kobayashi sofre com esse mal? Com seus “antepassados” japoneses da F1?
Japonês sempre ou quase sempre é considerado um piloto maluco. Não é o caso de Kobayashi, que já provou isso há muito.
Acho sinceramente que Kamui tem lugar entre os melhores, tem velocidade, talento, carisma e com certeza não é um “come-grama” como muitos de seus antepassados.
Muito se fala sobre Sergio Pérez e seu excelente segundo lugar na Malásia, também falei muito sobre, o mexicano é um ótimo piloto e com certeza tem futuro garantido em algumas das equipes grandes. É com quase certeza que digo que Pérez já tem contrato com a Ferrari para 2013, mas isso é algo que eu acho e com certeza muitos de vocês também.
Espero ansiosamente para ver o japonês em uma equipe que realmente brigue pelas primeiras posições.
Pois Kamui Kobayashi é mito, é lenda, é show e muito mais do que falam por ai, é um grande piloto e merece. Pois com certeza, o dia que ele conseguir, chegará ao Olimpo.
Kobayashi em ação com sua Sauber 2012


Rômulo Rodriguez Albarez – São Paulo/SP – Dor de cabeça! Muita...

quarta-feira, 4 de abril de 2012

F1 2012 - Um pit stop diferente na Mercedes

A fornecedora de material esportivo da maiorias das equipes, resolveu promover uma interessante campanha de marketing junto a equipe Mercedes. A marca colocou Michael Schumacher e Nico Rosberg fazendo pit stops de maneira um tanto curiosa.



Criativos.

Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - Que dor nas costas!!!

terça-feira, 3 de abril de 2012

F1 1975 - A única vitória de Moco

A única vitória de José Carlos Pace na voz de Galvão Bueno, em 1975
Aconteceu no GP Brasil de 1975, e de quebra Emerson Fittipaldi em segundo.

Comemorando sua única vitória


Da-lhe Pace!!!!

Rômulo Rodriguez Albarez - SP/São Paulo - Quero ir embora!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

F1 - Um esporte solitário


A Fórmula 1 é um esporte interessante, solitário.

E não falo de quem é diretamente envolvido com o negócio, ou de pilotos, mas falo de quem assiste.

A maior rivalidade da história da F1 - Prost e Senna
Adoro futebol, sou Tricolor Paulista e não abro mão. Porém, no país do futebol, o meu esporte número um é o automobilismo, mais precisamente a categoria chamada Fórmula 1.
Quando eu era pequeno, queria fazer tudo o que meu pai fazia, e meu pai sempre estava ali assistindo as corridas de Fórmula 1, vendo o Piquet, torcendo pelo Senna. Naturalmente ao seu lado estava eu, vendo minhas primeiras corridas.
Em maio de 1994 perdemos Ayrton Senna, e com isso meu pai perdeu a graça pelas corridas, e como de costume, via apenas a largada e a última volta, vai entender, no demais, estava eu ali, sozinho.
Depois da morte de Senna, vi alguns campeões mundiais, nenhum deles brasileiro. O problema é que não segui a tendência do meu país, que sem seu grande herói deixou de ver a Fórmula 1.
Fui pegando tanto gosto que fui estudando a Fórmula 1, vasculhava sebos atrás de revistas, depois veio a internet e a vida melhorou.
Queria que a Fórmula 1 tivesse um “terceiro tempo” após a corrida, mas a grade da RGT com suas propagandas é tão grande e urgente, que não sobra espaço para o jornalismo ao vivo e de qualidade, queria que fosse motivo de rivalidade sadia entre grupo de pessoas, queria que fosse assunto, assim como o futebol, mas sei que é algo impossível, ainda mais em nosso país.
Por isso digo que é um esporte solitário, não tenho com quem brigar, discutir, tirar sarro.
Assim como no futebol, de vez em quando a sujeira que o homem proporciona por causa de dinheiro e interesses vem a tona e tenta denegrir a beleza do esporte.
Mas a essência da categoria está lá, intocada, junto com sua história, junto com um argentino manco, um escocês pastor de ovelhas, um austríaco renascido das cinzas, um canadense morto sem ter chegado ao olimpo, um francês do nariz torto, um brasileiro com uma bandeira, e outros tantos que fizeram da Fórmula 1, a minha paixão nacional.


Jim Clark e Graham Hill, a criança ao fundo é Damon Hill, filho de Graham e campeão de 1996

Argentino manco – Juan Manuel Fangio; Escocês pastor de ovelhas – Jim Clark; Austríaco renascido das cinzas – Niki Lauda; Canadense morto sem ter chegado ao olimpo – Gilles Villeneuve; Francês do nariz torto – Alain Prost; Brasileiro com uma bandeira – Ayrton Senna.

Rômulo Rodriguez Albarez - SP/SP - Esfria ou não esfria?

F1 2012 - GP da Malásia em alta definição


Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - s2

sexta-feira, 30 de março de 2012

F1 1980 – Foi há 32 anos


A primeira vitória de Nelson Piquet, seguido por Patrese e Fittipaldi
Em um fim de semana a Fórmula 1 presenciou, uma despedida, uma tragédia e a primeira de muitas vitórias, tudo isso aconteceu no dia 30 de março de 1980, há 32 anos.
O último pódio de Emerson

O então jovem Nelson Piquet largando na pole, o bi-campeão Emerson Fittipaldi largando em 24º e o suíço Clay Regazzoni largando naquela que seria sua última corrida na Fórmula 1.
Piquet largou em primeiro e não foi ameaçado por ninguém para a sua primeira vitoria na categoria, a primeira vitória do Brasil em 5 anos.
A última havia sido conquistada em 1975, no GP da Inglaterra e foi por Emerson Fittipaldi, então piloto da McLaren.
O próprio “Rato” (apelido de Emerson) tratou de coroar a primeira vitória de Nelson Piquet, largou e 24º e chegou em terceiro com sua Fittipaldi (única equipe brasileira na Fórmula 1), chegando logo atrás de Riccardo Patrese. Esse foi o último pódio de Fittipaldi, que simbolicamente passou o bastão brasileiro a Piquet.
Foi uma corrida de festa para o Brasil, porém de tristeza para a Suíça.
O último carro, a última corrida de Clay
Clay Regazzoni se envolveu em um acidente e ficou paraplégico, nunca mais sentou em um carro de Fórmula 1. O piloto suíço morreu em 15 de dezembro de 2006 em um acidente em Parma, na Itália, seu automóvel se chocou contra um caminhão.


Rômulo Rodriguez Albarez – SP/SP – Relembrando algo que não presenciei.

F1 2012 - GP da Austrália em alta definição


Rômulo Rodriguez Albarez - São Paulo/SP - Tá tenso!

F1 2012 - Felipe Massa


Felipe Massa foi elogiado pelo pessoal da Ferrari por fazer um plantão extra em Maranello para analisar seu péssimo início de ano.


É o que tem pra hoje, o brasileiro está na situação mais delicada de sua história na F1 e precisa com urgência ganhar tudo e ser campeão para talvez continuar na Ferrari, caso contrário, a Ferrari dará um “hasta La vista baby” em Felipe no final do ano.
Na temporada de 2007, a Ferrari vinha de um título com o finlandês Kimi Raikkonen e com Felipe Massa em 4º no fim do ano.
Em 2008, Felipe Massa não pontuou nas duas primeiras, enquanto seu companheiro e atual campeão na época Kimi Raikkonen havia vencido a 2ª corrida do ano, na Malásia, da mesma maneira que acontece nesse ano.

O que se viu depois naquele ano foi, uma reação incrível de Massa, o que o levou a disputar o título no final do ano, no Brasil contra Lewis Hamilton. Como resultado o final mais emocionante da história e o inglês levando o título por um ponto.
Ao Felipe Massa, basta fazer como em 2008, porém a Ferrari de 2012 é muito inferior ao que era naquele ano. Não tem um carro “bem nascido” e Felipe já não tem o mesmo “sangue nos olhos” que tinha antes do acidente e da vitória entregue para Alonso na Alemanha no ano passado.
Ou seja, a situação de Felipe Massa não é das melhores.
Felipe ainda é querido na Ferrari, é prata da casa e a equipe em minha opinião, está tendo muita paciência com ele.
E paciência tem limite.
Eu como todo brasileiro torci e coloquei o Felipe lá em cima alguns anos atrás, e também como todo brasileiro não está nada feliz com o Massa de dois anos pra cá.



"Nublada" é a atual situação de Massa
Como pessoa nascida no Brasil e amante da categoria, torço para que Massa dê a volta por cima e volte a ser vencedor. Mas como analista da Fórmula 1, não vejo mais merecimento a Felipe Massa de estar na Ferrari e talvez na própria Fórmula 1.É esperar para ver.


Rômulo Rodriguez Albarez – Saint Paul/SP – Acorda rapaz!

quarta-feira, 28 de março de 2012

F1 2012 - O humor gelado de Kimi Raikkonen

Kimi Raikkonen - Malásia 2009

O Kimi Raikkonen é realmente um cara diferente. Bem ao estilo Nelson Piquet na hora de dar entrevista com um estilo “que se dane, o “Homem de Gelo” não é o preferido da imprensa na hora das entrevistas, porém, o finlandês de vez em nunca mostra que também tem bom humor.
Em 2009, quando Kimi era piloto Ferrari, a corrida teve bandeira vermelha por causa da chuva, muito maior que a chuva desse ano.
Enquanto todos os pilotos aguardavam para voltar à corrida, Kimi decidiu que não correria mais naquele dia, já sem macacão aproveitou para degustar um picolé e foi flagrado pelas câmeras que mostraram ao vivo a cena.
Para celebrar sua volta à Malásia após três anos, Kimi resolveu presentear toda a imprensa presente no autódromo junto com um recado impresso pela Lotus.
Em meio ao clima que a F1 coloca seus pilotos, um pouco de bom humor é sempre muito bem-vindo, ainda mais quando parte do cara mais frio da categoria, Kimi Raikkonen.
O presentinho de Kimi Raikkonen à imprensa
Rômulo Rodriguez Albarez - Sao Paolo/SP - O frio chegou...

F1 2012 – E com a palavra, Narain Karthikeyan

Narain Karthikeyan
A versão chorona de Sebastian Vettel soltou o verbo quanto ao toque dele com a Hispania de Narian Karthikeyan. O indiano ficou calado e chegou a admitir a culpa em entrevista à BBC, e foi muito sabiamente interrompido por David Coulthard, que o defendeu dizendo que o piloto da Hispania não fez nada. E não fez mesmo.
Agora, Narain resolveu falar, e falou tudo.
Um campeão mundial dizer coisas desse tipo é uma vergonha”, afirmou Karthikeyan ao Hindustan Times.
É realmente pouco profissional. Para um piloto que atingiu tanta coisa, descontar suas frustrações em mim, só porque ele está tendo um ano difícil é realmente triste. Não se espera que um esportista profissional seja tão chorão.”
Só porque ele tem um bom carro, ele não pode chamar os outros de idiotas”, em entrevista ao ‘Deccan Chronicle’.
Eu venci corridas em todos os outros campeonato de monopostos que eu participei, então eu não preciso de um certificado do Vettel”, finalizou.
Feche a conta garçom, de idiota o indiano não tem nada, e Vettel precisa aprender a ser ele mesmo ganhando ou perdendo.

Rômulo Rodriguez Albarez – São Paulo/SP – Chorão foi ótima!!!